Daniela

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Eu acredito nessa idéia e quero ser um patrocinador CG FAMILY WEEK!

O segmento de produtos e serviços relacionados à maternidade e cuidados é um dos que mais cresce no país. As famílias estão mais propensas a investir em atividades que proporcionem prazer e bem estar aos seus membros. Diante desse cenário de oportunidades, nós do site: redematerna.com.br
identificamos a necessidade de Campo Grande – MS de um evento 100% voltado à família.

O CG FAMILY WEEK é um evento único em Mato Grosso do Sul. Nosso principal objetivo é dar voz a pessoas que abandonaram seus empregos convencionais e decidiram se aventurar pelo mundo do empreendedorismo para ter mais flexibilidade para se dedicar a sua família. Nosso evento tem tudo a ver com empoderamento e temos a crença que a família bem cuidada é a chave para um mundo melhor.

Por que ser um patrocinador?
Nosso grande diferencial é a maneira leve que anunciamos sua marca, que, dependendo da cota de patrocínio que você escolher, ficará posicionada
estrategicamente no evento, materiais impressos no nosso site e redes sociais, usufruindo de benefícios até Dezembro de 2017.
Outro destaque é o fato do nosso público, além de fiel, será exposto à sua marca ao menos 1h15 minutos seguidos com a possibilidade de conhecer o seu produto. O que causa um impacto maior do que uma simples exposição visual de marcas.
E o melhor, você poderá atrelar o seu nome a um evento que fomenta a união entre as famílias e que vai apoiar 2 entidades filantrópicas ( AACC e Afrangel) e 1 projeto (Reestruturação da Sala de Parto da Cândido Mariano). Tudo isso por intermédio do seu investimento!

Quer conhecer mais sobre nossa proposta e  vantagens?
Envie um email para: contato@redematerna.com.br
Assunto: Quero ser um patrocinador CG FAMILY WEEK.

Entraremos em contato!

junho 23, 2017 / por / em
Posso me alimentar enquanto amamento?

Posso me alimentar enquanto amamento? Você mamãe também tem esta dúvida?

E a resposta é: Não só pode, como deve. Comer ou beber água enquanto está dando de mamar não faz mal, muito pelo contrário. Beber água durante a amamentação é fundamental para garantir a hidratação da mamãe, fazendo com que ela produza adequadamente o leite necessário para o/a seu/sua bebê. Além da adequada hidratação, a mulher que está amamentando precisa garantir uma alimentação diversa, completa e com maior quantidade de calorias para manter a produção de leite.

 

Água aromatizada com hortelã ou água de coco podem te ajudar a variar os sabores. Chás também podem ser ingeridos, como de erva-doce, camomila.

Alimentos estimulantes devem ser evitados pois podem agitar o bebe, ou causar cólicas então deixar para depois o café, refrigerantes, achocolatados. Biscoitos de aveia com castanhas são bem vindos para um lanche. Ingerir frutas como melancia, melão, pêssego, uva ajudam na produção de leite, evite frutas muito acidas como abacaxi, limão, laranja.

Então não dê bola para os ditos populares. E se o bebê está mamando e você fica confortável comendo neste momento, alimente-se, beba água, durma… Faça o que achar que é melhor e te deixará feliz…

Este não e o momento de fazer dietas restritivas de calorias, pois para produzir lei seu corpo gastara bastante energia.

Converse com o/a médico/a durante as consultas de rotina de puericultura.

Paula Serafin – Enfermeira formada em 2002 na UFMS mãe de um casal de filhos e consultora de amamentação por virtude, especializada em neonatologia na UERJ  em 2003. Inicialmente auxiliando no processo pos-internação dos prematuros a consultoria foi ao longo dos anos se expandido, o conhecimento a leva ao doutorado no ano de 2012 em leite humano e alimentação do recém-nascido prematuro, com término em 2015.

junho 15, 2017 / por / em, , ,
Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Um tempo atrás vi estes potes lindos no Pinterest e quis saber mais da proposta do “Pote da Calma”, que seria usado nos momentos em que as crianças estivessem chorando, irritadas ou até mesmo nos acessos de birras. Nestas situações poderíamos usar o pote para tentar distrair as crianças com os brilhos, tintas e /ou objetos que estivem dentro do recipiente. No caso elas iriam prestar atenção no brilho e aos poucos iriam se acalmar… Achei a proposta válida e resolvi tentar fazer em casa, com algumas considerações: em muitos locais vi que indicavam potes de vidros, por serem mais límpidos, mas como era a minha primeira tentativa, resolvi fazer com potes plásticos.
Bom, segue o passo a passo para fazer os potes conforme as imagens abaixo:

Potes da Calma

pote da calma vermelho Potes da Calma

– 1 pote de plástico (eu comprei em uma loja de embalagem, um conjunto que vinha 6 unidades de garrafinhas de plástico que ao fechar ela travava, achei bem prática);

– 2 colheres de sopa de cola glitter;

– 3 colheres de sopa de purpurina ou glitter;

– 1 gota ou 1 pitada de corante alimentício;

– 1 colher de sopa de estrelinhas ou corações;

– Aproximadamente 100 ml de água morna / quente;

– Aproximadamente 50 ml de água natural para completar o pote;

Dentro do pote coloquei água morna (não coloquei água muito quente, pois como a garrafa era de plástico, fiquei com medo de derreter o pote), acrescentei a cola glitter. Misturei e mexi bastante até a cola glitter ficar bem solta, sem gruminhos. Coloquei as estrelinhas ou corações, que encontrei na mesma seção das purpurinas. Depois acrescentei a purpurina e dei uma boa misturada. Por último coloquei o corante, nesta etapa fiz alguns testes pois tinha apenas o corante vermelho e o azul, mas coloquei bem pouco azul e cola glitter dourada para fazer um pote verdinho, o pote rosa fiz com um pouquinho de corante vermelho e bastante glitter e colar glitter na cor prata. Na etapa das cores foi só brincar e soltar a criatividade. Ah tb tinha comprado umas letrinhas e ursinhos de EVA bem pequenos, mas coloquei em um pote e não deu certo, primeiro pois eles só ficavam flutuando e não desciam ou subiam que nem o glitter… Então deixei estes produtos de lado… Outro detalhe é que não fiz a fabricação dos potes junto com meu filho, pois além do glitter colar em tudo e fazer bastante sujeira, também tinha a etapa da água quente, a qual achei perigosa para meu pequeno de 2 anos e 3 meses.

Enfim com alguns potes prontos, apresentei minha fabricação para o Heitor, num dia tranquilo… Ele olhou, brincou um pouco e deixou de lado… No dia que ele estava bem teimoso e bem irratado, resolvi fazer a prova de fogo… chamei sua atenção, conversei, deixei ele de castigo e quando estava mais calmo entreguei o pote para ele… E sabe o que aconteceu? Ele jogou longe o pote da calma… kkkkkkkkkkk… Pensei naquele momento, que bom que era de plástico rsrsrsrs. Fizemos várias tentativas, em crises de birras, de chorro, de nervosismo… E até quando ele estava, calmo, mas o destino da garrafinha sempre era o mesmo… O chão… Por fim com as garrafinhas todas tortas e deformadas, decidi deixar as mesmas como enfeite na sala e sabe quem usa os potes? Eu… sim… Quando estou na frente do computador e preciso me acalmar um pouco ou quando preciso descansar um pouco a vista ou a cabeça, pego o pote e fico virando e vendo aqueles brilhos descendo… E contra a luz o brilho fica lindo… Enfim… Talvez quando ele for maior, eu volte a tentar o pote da calma com ele… Quem sabe ele aprecie os brilhinhos e se acalme… Eu não procurei a fundo, para que faixa etária este pote poderia ser utilizado… Atualmente eu chamo o pote da calma, de “pote de desespero de mãe”, pois eu fiz como uma tentativa de acalmar os ataques do Heitor, num momento de desespero e de tentativas frustradas de acalmar meu pequeno… Mas se alguém souber para que idade estes itens são indicados, favor comentar aqui em baixo, agradecemos muito a informação!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

maio 26, 2017 / por / em, ,
A Escalada, por Glê Schmitt mãe de 3!

Caminho para casa e… os três dormiram no caminho. Motivos para soltar fogos, né? Sim, eu soltaria, se não fosse o fato de morarmos em apartamento, nossa garagem ser no subsolo, andar uns 300 metros até a escada, subir os dois lances de escada e andar mais uns 300 metros até chegar no hall de entrada e enfim encontrar o elevador que sempre, absolutamente sempre está no último andar, o décimo sétimo.

Mas e aí? Como que faz pra subir com os três? Pois é… aí é a parte difícil da história. Hoje eu subi com a Maria Flor no bebê conforto enquanto o meu marido ficou com a Malu e o Jp no carro. Subi correndo, deixei ela no nosso quarto, em cima da cama, liguei o ventilador, dei uma ajeitada no quarto dos outros dois, fechando janelas e cortinas, ligando ventiladores, tirando roupas de cama… a lógica em subir a floflô primeiro, é pq se ela acordar nesse tempo, não vai sair correndo atrás de nós, nos procurando…

Fechei a porta e chamei o elevador. Adivinhem? No décimo sétimo… desci correndo para a garagem e peguei a Malu e meu marido o Jotapê… vai lá na maratona de novo: 300 metros, escada, 300 metros, elevador, dessa vez no quinto andar… ufa! Cada um em sua cama! Agora sim podemos comemorar que todos dormem ao mesmo tempo, podemos considerar que fizemos um strike com três pinos. Hahahahaha não é fácil, mas a gente dá conta! Obrigada pela parceria, sempre marido João!

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

maio 20, 2017 / por / em,
Bronquiolite

A bronquiolite é a primeira crise de broncoespasmo (chiado no pulmão) de um bebê e ocorre quase sempre quando um vírus infecta os bronquíolos. Essa infecção faz com que os bronquíolos inchem e fiquem inflamados. O muco fica acumulado nos bronquíolos, o que dificulta o fluxo do ar para dentro e para fora dos pulmões.

A maioria dos casos de bronquiolite são causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Este é um vírus comum que costuma infectar crianças até os dois anos de idade, principalmente entre os meses de abril a agosto. Mas a bronquiolite também pode ser causada por outros vírus, incluindo aqueles que causam a gripe ou o resfriado comum.

pulmoesbronquiolos

Fatores de risco:

O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade.

A doença só atinge crianças até os dois anos de idade, mas quanto mais jovem a pessoa for, mais riscos ela tem de contrair a doença e de ser mais grave. Isso porque o aparelho respiratório de crianças muito pequenas ainda não está totalmente desenvolvido, bem como o sistema imunológico.

Por isso, bebês prematuros e crianças menores de 6 meses possuem maiores chances de ter um quadro mais grave.

 

Sintomas:

A intensidade dos sintomas típicos da bronquiolite costumam variar de criança para criança.  A bronquiolite começa com um quadro de gripe leve (coriza e tosse). Depois de dois a três dias, a criança desenvolve dificuldade respiratória.

 

Os sintomas mais comuns são:

  • Aumento da frequência da respiração e/ou esforço para respirar;
  • Queda de saturação ou Cianose, caracterizada pela pele azulada devido à falta de oxigênio;
  • Chiado no peito;
  • Tosse;
  • Febre;

Se você notar que a respiração do seu filho está mais rápida ou difícil, vá para o pronto socorro, principalmente se a criança tem menos 6m, prematuro ou alguma doença prévia.

 

Os seguintes sinais e sintomas são motivos para procurar ajuda médica imediata:

  • Vômitos;
  • Respiração rápida – mais de 60 inspirações e expirações por minuto;
  • Pele azulada, especialmente lábios e unhas;
  • Letargia (bebê muitíssimo abatido, desanimado);

 

Tratamento:

A grande maioria dos casos de bronquiolite pode ser tratada em casa.

  • ALGUMAS crianças tem uma boa resposta com inalação.
  • Fisioterapia respiratória;
  • Oxigênio quando necessário;

Certifique-se de que bebê está tomando a quantidade de líquido apropriada e o suficiente (leite materno e/ou fórmulas infantis).

Como bronquiolite é quase sempre causada por uma infecção viral, antibióticos – que são utilizadas para o tratamento de infecções causadas por bactérias – não são eficazes nesses casos.

Se o seu filho tem uma infecção bacteriana associada à bronquiolite, como a pneumonia, por exemplo, o médico poderá prescrever um antibiótico específico.

inalação-bebe

 

As complicações da bronquiolite podem incluir:

  • Cianose, uma condição na qual a pele parece azulada ou cinzenta, especialmente os lábios, causada pela falta de oxigênio;
  • Desidratação;
  • Fadiga e insuficiência respiratória, que pode requerer internação hospitalar;
  • Outras infecções respiratórias mais graves, como pneumonia;
  • Broncoaspiraçao (quando o leite vai para o pulmão);

 

Expectativas:

Geralmente, os sintomas da bronquiolite melhoram em uma semana.

A dificuldade para respirar normalmente melhora do terceiro ao quinto dia.

 

Prevenção:

A maioria dos casos de bronquiolite não são fáceis de evitar porque os vírus que causam a doença são comuns no meio ambiente;

Lavagem cuidadosa das mãos, especialmente antes de cuidar de bebês, pode ajudar a prevenir a disseminação dos vírus;

Membros da família com infecção respiratória devem ser especialmente cuidadosos ao redor dos bebês;

Evite lugares fechados e aglomerados com bebês menores de 2 meses;

Existe uma vacina chamada PALIVIZUMABE que protege contra este vírus (VRS), mas ela possui um alto investimento e tem que ser feita 1 dose por mês, durante 3 meses (os meses de inverno);

 

O governo oferece para:

Bebês que nasceram de 32 semanas ou com alguma doença cardíaca ou pulmonar grave, até essas crianças fazerem 2 anos. Para as crianças que não se enquadram nesses requisitos, existe a possibilidade de comprar nas clínicas de vacinação (conforme dito anteriormente).

 

Bom então, é esta doença que o bebê da Rafa Brites teve. NUNCA SE ESQUEÇAM: “Nenhuma dica substitui uma consulta com o pediatra!”

Natacha Dalcolmo, Mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

maio 15, 2017 / por / em, ,
Coaching para mulheres e mães, você sabe do que se trata?

O Rede Materna entrevistou Carol Hornos, Coach de mulheres e mães, co-fundadora do Movimento Brincacidade, para tirarmos várias dúvidas:

1. Sabemos que hoje a vida de uma mãe não se limita apenas à função maternal. Mas como surgiu o interesse em fazer um coaching exatamente para mulheres?

O Desnudar da maternidade me colocou frente a frente comigo mesma, me fez mergulhar em mim, ocupar espaços internos que eu antes desconhecia, foi esse processo tão revolucionário que, na minha experiência, serviu como um verdadeiro despertar, proporcionando uma imersão em mim mesma, me levando a uma caminhada de auto investigação e autoconhecimento.

A maternidade chegou para mim como um processo de conquista, com muito esforço, não foi algo simples, talvez pela força trazida por esse tensionamento eu tenha mergulhado de uma forma muito profunda nas questões que permeiam o universo materno e essa profundidade me permitiu esse transbordamento e naturalmente veio o foco do trabalho em mulheres.

2. O que percebeu nesse cenário das mulheres mães contemporâneas e como você se dispõe a orientar? Como é realizado o coaching e de que forma o programa auxilia as mães a terem uma vida melhor organizada, sem sentimento de culpa?

A mulher contemporânea é filha, neta, bisneta, de uma luta histórica feminina, que busca sua condição de equidade. E nesse processo, a mulher hoje não quer mais ficar em um lugar dual de ser mãe ou ser profissional, essa mulher se expandiu, ela se percebe muito mais inteira e cheia de possibilidades que não a enquadram em um lugar disso ou daquilo.

Ela quer se expressar livremente, a partir do que faz sentido, que nutre sua alma, que alimenta seu espírito, que brilha seus olhos e arrepia seu corpo. Mas nem sempre ela encontra esse espaço. E por “esse espaço” podemos entender que pode ser algo mais subjetivo como um espaço interno de empoderamento dela mesma, ou até mesmo, um espaço externo, submetido a força e peso da nossa tradição cultural que não autoriza que a mulher seja tão plena quanto ela pode ser.

Um programa de coaching primeiro vem mostrar para essa mulher que ela não está só, que somos muitas e juntas somos muito mais fortes. O simples ato de reunir mulheres para partilha de experiências já é de uma riqueza significativa, pois uma das armadilhas que muitas vezes somos submetidas é justamente do isolamento social.

Quando criamos esse encontro, e desse encontro co-criamos um espaço de escuta, acolhimento, espelhamento, abrimos condição para isso se tornar uma rede e muitas mulheres buscam justamente esse lugar para sentirem-se seguras o suficiente para encararem de frente o seu próprio processo de autoconhecimento. É uma decisão de coragem, de se colocar despida frente a frente com você mesma, do jeito que você é, com suas luzes e sombras que integram o seu ser.

Esse desejo, costumeiramente, mas nunca é uma regra porque cada mulher é única, se intensifica no momento que a mulher está no final do seu período de licença maternidade.

Dentro do programa de coaching essas questões são aprofundadas, caminho junto com essa mulher na descoberta das suas próprias necessidades, em camadas tão profundas quanto ela desejar. Identifico com ela as estratégias que essa mulher poderá acessar para que ela consiga ter suas necessidades atendidas e trabalho a lente, ou perspectiva pela qual ela estrutura o processo de decisão e escolha por uma ou outra estratégia e a isso chamamos de sistema de crenças. Basicamente o trabalho é estruturado dessa forma piramidal.

3. Quais são as principais dificuldades hoje em se conciliar tantas demandas? O que você tem ouvido nesse caminho?

Talvez a principal dificuldade seja saber realmente nomear suas necessidades e a partir disso identificar uma ordem de prioridade ou relevância para elas.

Estamos dentro de um sistema, que nos impõe certas necessidades que não são nossas e isso faz muitas vezes que o processo de decisão e escolha dessa mulher fique desorientado.

Além disso, quando ela consegue estar conectada com sua própria essência e sabe claramente do que precisa, ela se depara com esse isolamento social, como se ela fosse a única responsável por dar conta de resolver todas as suas questões pessoais e consequentemente de seus filhos.

Precisamos ressiginificar o provérbio africano que nos diz que é necessária uma aldeia inteira para se educar uma criança.

Pois, o fato é que nosso sistema de vida atual é completamente distante de um sistema comunitário, e isso sobrecarrega a mulher. Precisamos que os atores sociais de nossa sociedade moderna se comprometam todos com a criação dessas crianças. Desde um sistema de saúde acessível e “humanizado”, que cuide da saúde reprodutiva da mulher, passando por uma rede de apoio real que de fato chegue na realidade dessa mãe, até empresas com uma visão comprometida com sua responsabilidade social no ato de receber essa mulher que foi mãe de uma criança que se tornará um cidadão ativo, consciente, se todos colaborarem, a legitimando como profissional capaz e indispensável na sua condição de mãe sem descaracterizá-la.

4. Como organizar o tempo entre trabalho e estudo com filhos? Cada caso é um caso? Como o autoconhecimento por ajudar nesse sentido?

Cada uma mulher é única, sua história é singular e, portanto, seus desejos e entendimentos do que de fato significa uma conciliação de demandas também serão absolutamente individuais.

Nos atendimentos individuais ou em grupo, costumo perguntar a essa mulher o que para ela é mais essencial ou do que ela não abre mão de cada uma das esferas da sua vida, com isso ela vai construindo sua teia de prioridades, de valores, de objetivos e assim entendendo o que cabe em cada momento com o que ela tem disponível “hoje”.

Temos algumas ferramentas que nos apoiam nessa construção, e disponibilizo às mulheres que desejam lançar mão disso.

É importante desmistificar essa mulher maravilha, isso além de não existir, não é saudável.

A mulher é como todo mundo um ser que vive 24hs, e que, portanto, não irá dar conta de casa, filhos, relacionamento, trabalho e assim por diante como uma heroína. Precisamos falar mais sobre divisão de trabalho doméstico, de rede de apoio, de inclusão social dessa mulher em todos os âmbitos, lembrando sempre que isso passa por entender e aceitar a mulher, nesse caso, sendo mulher e mãe, e não a descaracterizando para enquadra-la nos moldes já pré-estabelecidos.

5. Como lidar com as questões infantis e demandas de crianças sem esquecer de si própria? Há um termômetro para que a mulher perceba que pode melhorar, consigo e com a cria?

Essa pergunta é bastante complexa, porque é muito pessoal e depende muito do arranjo social familiar que essa criança e mãe estão inseridas.

Um passo importante, no meu entendimento, é compreender que questões infantis e demandas das crianças não estão única e exclusivamente sob responsabilidade da mãe.

Se estamos dentro de um casal hetero-normativo é fundamental a inclusão do pai, como pai e não como ajudante.      Isso envolve aceitação, decisão e ação de ambos.

Se no arranjo familiar a criança é filha de pais separados, de igual forma, cada um, pai e mãe, precisam se responsabilizar pelos cuidados e educação dessa criança. Maternidade não é estado civil, mas na prática essa divisão de responsabilidades anda muito desigual, e com isso, a mulher fica muito sobrecarregada.

Além disso, ao meu ver, é fundamental que a rede de apoio funcione, que liberem essa mulher para viver seu processo de maternidade do lugar que ela escolheu, legitimando suas escolhas como um ato respeitoso à uma mulher adulta, capaz que é responsável por suas decisões.

Sobre esse termômetro, eu só acredito em um processo de “melhoria”, se é que podemos usar esse termo, com alguém, nesse caso com a criança, se esse processo primeiro passar por ela própria. Não vejo outro caminho de evolução que não esteja intimamente ligado ao amor próprio, autor espeito e autocuidado.

Caroline Hornos, mãe do João Gabriel, Coach e Empreendedora Social. Atualmente com projetos direcionados ao público materno com o Coaching – Expressões de Mim – Encontro com a Mulher que Agora Sou e também oferecendo os ciclos Empreender com Propósito I e II., além de promover Rodas de Conversas com temáticas variadas em todo Rio de Janeiro. Co-fundadora do Movimento Brincacidade, um movimento comprometido com uma cidade educadora, viva que prioriza a infância.

abril 25, 2017 / por / em, ,
Relacionamos sugestões de chocolates amargos, diet e sem lactose.

menina-olhando-ovo-chocolate-pascoa

Vocês devem ter visto anteriormente nosso post sobre o Chocolate, suas características e alguns cuidados importantes, principalmente para os pequenos e em especial nesta época que muitos doces ficam estrategicamente espalhados e expostos em vários locais que frequentamos.

Então aproveitamos para indicar algumas lojas, que possuem chocolates amargos, diet e sem lactose:

Cacau show (Tem uma linha diet e outra sem lactose, além de possuir barrinhas com 85% de cacau)

Carob House (dica a Mundo verde vende Carob House)

Loja Melzen (Produtos orgânicos Integrais Sem glúten Sem lactose)

Empório Tchinutri

Ovos de pascoa de soja tradicional e diet – Loja virtual


 

Caso seu filho tenha menos de 2 anos, mas você não quer deixar ele sem nenhuma lembrança, que tal encomendar uma embalagem personalizada da Encantarte e colocar um brinquedo ao invés de chocolate?

Embalagem personalizada páscoa


Mas se você pode e prefere os chocolates tradicionais e mora em Campo Grande, que tal encomendar ovos de colher na Ateliê da Cacau ou Marina Doces?

Ovo de colher Atelie da Cacau

 

 

abril 14, 2017 / por / em,
Páscoa: Posso dar chocolate ao meu filho?

A Páscoa é um feriado que celebra a ressurreição de Jesus Cristo e com o passar do tempo virou um costume presentear amigos e familiares, em especial as crianças, com ovos de chocolate, devido ao ovo ser considerado um símbolo do nascimento e da vida.

Então… Chocolate!!!! Pode??? Com a proximidade da páscoa as mães têm essa dúvida… e os familiares pressionam, “mas é só um pouquinho…” e os tão desejados ovos de chocolate podem se tornar um inimigo poderoso das mamães, tanto para as que possuem filhos com intolerância à lactose, alergias e até mesmo para as que controlam o açúcar na alimentação.

Segundo orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria, não devemos oferecer chocolate antes do bebê completar o primeiro ano. Os motivos são vários. Se verificarmos a embalagem, no rótulo, podemos observar uma enorme quantidade de açúcar (principalmente no chocolate ao leite, o mais tradicional). O açúcar quando oferecido precocemente favorece o paladar pra o seu consumo e prejudica a inserção de novos alimentos na rotina.

A gordura, castanhas, nozes e outros ingredientes que são adicionados nessa guloseima, fazem parte de uma lista de alimentos potencialmente alergênicos que só devem ser introduzidos na alimentação infantil também após um aninho de vida.

Crianças que apresentam alergias e intolerâncias alimentares, também podem ser prejudicadas se consumirem esse alimento precocemente. Sem falar na alergia de pele, obstipação ou diarreia, enfim, o organismo dos pequenos ainda não está preparado para essa abundante oferta de novos ingredientes.

Chocolate é um alimento energético, calórico, se consumido em excesso leva a obesidade, alguns contém cafeína na composição e podem interferir no sono da criança e ainda alterar o apetite.

A quantidade de consumo para crianças maiores de dois anos (Sim…maiores de dois anos) do chocolate assemelha-se a do açúcar e vem com uma porção de ½ colher de sopa/dia de acordo com o Guia Alimentar para crianças de menores de dois anos, do Ministério da Saúde e da Organização Pan Americana de Saúde.

O Cacau, por sua vez, é muito bom para saúde por possuir antioxidantes fenólicos, são os polifenois, do tipo flavonóis, presentes no cacau que o fazem tão saudável e nutritivo. A opção de chocolate meio amargo oferece através do cacau benefícios como proteção do coração e sensação de bem-estar.

Alfarroba também é muito parecida com o cacau, é uma vagem, de origem mediterrânea oferece vitaminas do complexo B e fibras, excelente para saciedade.

Quando o dia a dia alimentar é diversificado, composto por alimentos de todos os grupos alimentares, oferecendo frutas, verduras e legumes, criando hábitos saudáveis, a oportunidade da oferta de alimentos ditos “não saudáveis” não preocupa e nem interfere na rotina da criança.

Em média com três aninhos, quando já existe um certo entendimento, oferecer o doce eventualmente, como sobremesa, em situações especiais, é mais que a escolha de um alimento bom ou ruim. A alegria de uma comemoração, o presentear, isso também é carinho, também é acalento para o coração, para alma!

Somos responsáveis pela saúde dos nossos pequenos, sempre queremos o melhor para eles! O cuidado com a alimentação é uma das formas de demonstrar amor e dedicação a quem só queremos o melhor!

Já existem no mercado linhas diferenciadas de chocolate, com maior percentual de cacau, além dos que são feitos à base de Soja e Alfarroba, que são ideais para quem sofre de intolerância, e ainda com fórmulas industriais feitas com leite de vaca e isentas de lactose.

Estefânia C. Fernandes, nutricionista e mãe d Geovane 1a e 9m.

Trabalhou em produção de alimentos, atendimento clínico, ministrou palestras mas depois da maternidade se dedicou a alimentação infantil e a nutrição para gestantes… Pois verificou a dificuldade das mães com a introdução alimentar dos seus bebês, dúvidas sobre alergias, intolerâncias alimentares e auxília os pais de maiorezinhos (3,4 anos….) onde as guloseimas e fast food levam maior credibilidade e tbm grande problema pra rotina alimentar. Na gestação a alimentação é fundamental, pois estudos comprovam que o gosto por determinados alimentos podem acontecer ainda quando o bebê está na barriga da sua mãe. 

abril 13, 2017 / por / em,
Amamentação uma estória com começo, meio e fim – Parte 1

Olá, hoje estou aqui para falar um pouco sobre minha experiência de amamentação. Uma estória com começo, meio e fim. Então vamos a primeira parte. Quando fiquei grávida procurei muitas informações sobre alimentação, exercícios e conhecimentos de todas as fases que eu passaria, buscando desta forma uma gestação saudável e obtendo o máximo de benefícios para meu pequeno, mesmo ele ainda estando dentro da minha barriga. Tive uma gravidez muito tranquila, sem nenhuma complicação… No final da gestação comecei a me preparar para amamentação. Com aproximadamente 30 semanas, sempre que era possível pegava sol direto nos seios (esta é uma ótima dica, aprovada por minha médica GO Dra Paula Lidiane e posteriormente pela nossa consultora em amamentação Enf. Paula Serafin da Nananenê), na semana 34, eu comprei uma concha de silicone para correção dos mamilos, porque o meu aparentemente era “plano” (depois fiquei sabendo que no meu caso não era necessário, além de ser bem incomodo e também fui alertada pela minha Doula Nany que elas poderiam ocasionar contrações e consequentemente dilatação do útero, e desencadear um parto prematuro), também comecei a tomar banho com uma bucha vegetal e “esfregava” o bico, para que o atrito pudesse deixa-lo um pouco menos sensível (não senti diferença com esta técnica). Quando meu pequeno enfim nasceu (O Heitor nasceu de parto cesárea, quando estávamos com 41 semanas e 3 dias… Mas eu conto esta estória em outra oportunidade), meu marido falou: “Fizemos vários cursos teóricos, nos informamos, lemos, mas nada nos prepara e nos dá a dimensão de como será na prática”! Pois bem, no começo fiquei muito tensa, preocupada, não conseguia descansar, nem dormir direito… E amamentar de 2 em 2 horas… as vezes de 1 em 1 hora, me deixou ainda mais frágil.  Hoje depois de 2 anos e 5 meses, acredito que tive um baby blues, bem forte… Pois não tinha animo, perdi muito peso (depois recuperei o peso rsrsrsrs) e chorava muito, mas muito mesmo… Qualquer acontecimento me fazia chorar horrores. Logo com 5 dias do nascimento do Heitor, meu marido lembrou da Paula Serafin do Nananenê e mais que depressa, conseguiu agendar um horário. E foi um alivio poder contar com o apoio e a consultoria dela. Na primeira consulta ela já nos aliviou, pois o Heitor apresentou uma urina laranjada, que o pediatra em consulta havia nos assustado (qualquer coisa assusta pais de primeira viagem), pedindo exame de sangue e urina e já prescrevendo um antibiótico, pois ele comentou que poderia ser infecção urinaria. Mas questionei: Mas ele não teve febre! A resposta foi: Em RN (recém nascido) a febre poderia não aparecer e que se fosse infecção urinária teríamos que tratar urgentemente, pois era muito grave… Quando fomos à consulta na Nananenê, ela já nos tranquilizou informando que possivelmente eram cristais de urato, normal em recém nascidos e fez um teste simples, lavando com um pouco d’água a fralda e observamos que a cor do xixi dissolveu facilmente. De qualquer forma, seguimos a orientação médica e  tentamos por uma semana fazer o exame de urina no Heitor, mas sem sucesso (quem já tentou fazer o exame em bebês devem conhecer o saquinho de coleta de urina e talvez tenham tido a mesma dificuldade que eu)… Mas ficamos aliviados e nem tentamos mais fazer a coleta, pois só tivemos 3 episódios do xixi alaranjado / rosado / avermelhado (veja a foto 1).

recem nascido xixi cristal urato

Foto 1: arquivo pessoal!

Bem voltando ao assunto da amamentação, na primeira consulta acho que passei todo meu desespero para Paula Serafin. Mas calmante ela examinou, observou e pesou o Heitor, fizemos a posição da amamentação, corrigimos alguns detalhes e passou muitas dicas, acredito que a mais importante foi o encorajamento, ela me passou muita confiança. Saímos de lá e o meu marido comentou: a porta do consultório parece um portal, pois o nosso filho entrou de um jeito e saiu outro (saiu dormindo e assim permaneceu por mais ou menos 2 horas)…

Na maternidade eu não tive orientação, lá me informaram que eu tinha o colostro (ótima notícia), que o Heitor estava sugando (maravilhoso) e pronto… Mas não me falaram ou me indicaram outras posições, nem deram orientações mais especificas e cabeça de mãe de primeira viagem é formada por milhões de dúvidas.

Neste começo de amamentação, meu seio não rachou… Continuei a pegar muito sol e comecei a passar o leite materno no seio. Passei também uma pomada chamada lansinoh (foto 2), que não precisava tirar para dar de mamar (mas eu sempre passava uma fraldinha antes de dar mamar).

pomada lansinoh

Foto 2: arquivo pessoal!

Meus seios nem tiveram fissuras, mas eu sentia como se ele tivesse em carne viva (risos), sim dói muito… Fica muito sensível. Mas depois foi melhorando. Tive empedramento, outra situação bem dolorida e em tudo e todas as dúvidas, corríamos para o colo da consultoria da Nananenê. No começo foi muito, muito, muito difícil, o Heitor não arrotava toda vez e eu era consumida pelo desespero de um afogamento (acredito ser coisas de mãe com hormônios loucos…) e consequentemente eu não pregava o olho… Bom, neste post falei sobre o começo da amamentação, mês que vem continuaremos a estória… E você já passou por isto? Deixe seus comentários!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

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Viram o quanto a consultoria em amamentação foi muito importante para mim? Então selecionamos algumas opções especialmente para vocês conhecerem:

Amar e Amamentar – Consultoria em Amamentação

A amamentação é um processo fisiológico e que pode ser aprendido para que ocorra de modo natural. Pois é a melhor forma de dar alimento, proteção e amor ao bebê. A Consultoria em amamentação tem como objetivo prestar serviços tanto a gestante com relação ao preparo para a amamentação, quanto a dupla mãe-bebê para a boa evolução do aleitamento materno e solução de problemas que possam surgir. Atendimento na maternidade e domiciliar.

Consultora: Maralici d’Avila Seabra Chamusca

Telefone: (62) 98228 9997

Localização: Goiânia (GO)

Fanpage: https://www.facebook.com/consultoraemanamentacao/

Site: http://consultoriaamamentacaomaraliciseabra.blogspot.com.br/

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Nananenê – By Paula Serafim

Dentre diversos serviços prestados (locação de bomba extratora de leite, introdução alimentar infantil, curso para babás, olhar de mães (visita escolar), supervisão de enfermagem escolar e consultoria casal grávido), uns dos mais especiais e diferenciados é a consultoria em amamentação (pré e pós parto). AUXÍLIO NO ALEITAMENTO MATERNO: Promover amamentação, propiciando um desenvolvimento harmonioso no plano biológico, psicológico e neurológico transferindo imunidade e proteção contra infecções e doenças…

Consultora: Enfª Paula Serafin

Contato: 67 99241-0432.

Localização: Campo Grande MS

Site: http://nananene.net.br/

Fanpage: https://www.facebook.com/nananene.cg/

IG: https://www.instagram.com/nananene.paulaserafin/

abril 6, 2017 / por / em,
Vamos empreender na internet?

Hoje, quando eu paro e olho pra trás, do dia que pensei em empreender, até o dia que isso se tornou uma realidade em minha vida, vejo o quanto de tempo eu perdi. Eu sei que muito do que vivi no mundo corporativo ajudou a me tornar a profissional que sou hoje, tive ótimos chefes, líderes, colegas de trabalho. Ampliei minha visão do mundo dos negócios, aprendi muito da parte técnica e operacional de uma empresa.

Mas empreender é tão bom, tão gratificante, que olho pra tudo isso e me pergunto porque não comecei a empreender antes. Por isso, hoje, eu queria te fazer um convite e provocar essa reflexão. Vamos empreender?  Se em algum momento, você já pensou nisso, já teve vontade, mas por algum motivo deixou passar, é hora de pensar novamente.

Pense nas suas motivações, escute suas ideias, busque conhecimento, faça parte de grupos de apoio, leia sobre casos de sucesso. Hoje, temos tudo aqui na internet, informações, cursos, grupos, tudo a um clique de distância. Podemos participar, agir e até mesmo empreender, sem precisar sair de casa. Desenhe seus projetos, veja suas possibilidades. Se eu tivesse tudo isso que temos hoje, tanta informação voltada para o empreendedorismo materno, talvez tivesse ido por esse caminho antes.

Eu achava que mãe querendo empreender era loucura, mas hoje vejo que é realidade, não só minha, mas de muitas, mas muitas mulheres, que viram nos filhos a motivação para realizar esse sonhos. Medo a gente tem mesmo, não tem jeito, mas como dizem por aí, “se der medo, vai com medo mesmo!” E lembre-se você não está sozinha!

E conte conosco! O Empreender Materno é um projeto que visa mostrar às mães as possibilidades de se empreender na internet, aproveitando todas as vantagens que esse tipo de empreendedorismo traz para quem tem filho.

Bárbara Vitoriano é mãe de duas, Jornalista por profissão e paixão, blogueira e empreendedora digital. Após a maternidade descobriu um novo mundo, novas paixões e daí surgiram novos projetos e negócios. Nascia uma mãe empreendedora que queria mais controle sobre sua rotina para ter uma maternidade mais ativa. Escreve no www.indiretasmaternas.com.br e fala sobre empreendedorismo materno no www.empreendermaterno.com.br

março 23, 2017 / por / em,
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