Alimentação Saudável

Pipoca de Sagu, você já experimentou?

Gostaria de compartilhar uma receita que sempre faço para meu filho Heitor e sobrinho Gael…

Bem eu sou medrosa com relação a vários alimentos… E um deles é a pipoca… Sempre que dava pipoca, tirava casquinha por casquinho pra dar pro meu filho que atualmente tem 2 e 9 meses… Imagina a angustia dele pra comer… 😂😂😂

Então desde que ele tem 1 ano e 10 meses faço a pipoca de sagu, bem simples e rápida… Eu fiz da seguinte forma: numa panela forrei o fundo de sagu, coloquei duas colheres de óleo de girassol, mexi umas 3 vezes antes de começar a estourar e depois tampei a panela… Dei umas mexidas na panela e pronto… coloquei uma pitada de sal e dei pro meu filho comer… Ele aprovou e eu também… O marido falou que tem gosto de isopor rsrsrsrs 😅, mas não dá para agradar todo mundo né? Esta pipoca de sagu cabe numa vasilha pequena. Eu gosto do rendimento dela. Semana passada no evento do #CGFAMILYWEEK, fizemos a pipoca de sagu e muitas mães não conheciam a receita, inclusive fizemos na pipoqueira elétrica (nem colocamos óleo) e foi ótimo.

É bom lembrar que eu sempre acompanho meu filho nas refeições.

E vocês tem alguma receita que queiram compartilhar?

pipoca ara

julho 22, 2017 / por / em,
Introdução alimentar: Papa Salgada

Para promover o crescimento e desenvolvimento adequados, a partir dos seis meses de idade é necessário começar a introdução de novos alimentos. Só o leite materno já não atende mais às necessidades da criança, podendo levar a uma desaceleração do seu crescimento e a um aumento do risco dela ficar desnutrida e apresentar falta de alguns micronutrientes essenciais para a sua saúde, como o ferro, a vitamina A e o zinco, entre outros.

Depois do passo inicial, com a introdução das frutas, você pode tentar introduzir outros tipos de alimentos e preparações salgadas, que podem ser oferecidos sob a forma de sopas ou purês. A papa salgada deve conter um alimento do grupo dos cereais ou dos tubérculos, um vegetal ou legume e um alimento do grupo das carnes, ovos ou do grupo das leguminosas. Não adicione sal na papa até a criança completar um ano de idade. A criança precisa aprender a conhecer o sabor natural dos alimentos. O sal em excesso é prejudicial à saúde do bebê.

Para a preparação da papa salgada, os alimentos devem ser cozidos em pouca água, sem tempero e oferecidos amassados com um garfo e, de preferência, não devem ser todos misturados no prato. A papa batida no liquidificador ou peneirada não estimula a mastigação e nem permite que a criança aprenda a conhecer os diferentes sabores. Dê preferência para os legumes e verduras da época, são mais baratos, mais frescos e mais nutritivos.

A partir dos oito meses de idade, algumas preparações servidas para a família como arroz, feijão, carne, legumes e verduras podem ser oferecidos à criança, desde que não sejam preparadas com temperos fortes ou picantes. A partir dessa idade, os alimentos podem ser oferecidos amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos, para estimular a mastigação.

Procure variar a comida do seu filho, isso garantirá o fornecimento adequado de vitaminas e minerais necessários para uma boa saúde e um crescimento adequado.

Procure oferecer o mesmo alimento no mínimo cinco vezes seguidas, mesmo que o seu bebê não aceite, insista. Só podemos dizer que não gostou de algo depois de muitas vezes oferecidas. Outro fator importante para oferecer seguidas vezes o mesmo alimento, é ter tempo para observar alguma possível alergia ou reação.

A ingestão de frutas legumes e verduras é parte integrante de um regime alimentar nutricionalmente equilibrado e saudável e deve ser sempre incentivado pelos pais e/ou responsáveis.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (BRASIL). Guia Alimentar para crianças menores de dois anos. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/34130-conheca-as-10-dicas-do-guia-alimentar-para-criancas-menores-de-2-anos.html. Acesso em 28 janeiro de 2017.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA (BRASIL) Alimentação infantil: cartilha de orientação aos pais, 2007, 86 p.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (Brasil) Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. Departamento de Nutrologia, 3ª. ed. Rio de Janeiro, RJ: SBP, 2012. 148 p.

VITOLO,  M. R. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Ed. Rúbio, 2008.

Carolina Zampieri, mãe de uma pequena de 6 anos, nutricionista, realiza atendimento personalizado em home care e consultório, aprimorada na elaboração de um plano nutricional que promova saúde, prevenindo doenças e, o mais importante, melhorando a qualidade de vida nas diversas fases da vida.

fevereiro 8, 2017 / por / em, , ,
Câimbras na gravidez

Durante a gestação, é comum ocorrer aumento de peso. Com isso a futura mamãe terá que se adaptar a uma nova postura para conseguir equilibrar a sobrecarga adicional. Devido a esse esforço extra, há um desgaste físico maior, nesse período ocorre também uma perda significativa de cálcio, pois o bebê “rouba” da mãe para a formação dos seus ossos, pré dispondo as mamães a sentirem câimbras.

Câimbras são um dos problemas típicos da gravidez, que tendem a aparecer ou aumentar por volta do segundo ou terceiro trimestre, são desconfortáveis e doloridas, porém inofensivas ao bebê e geralmente ocorrem no período noturno.

A causa, além do peso que aumenta na gestação, é a falta de alguns nutrientes. Uma alimentação saudável para evitar esse desconforto é importante, assim como a prática de atividades físicas regulares próprias a essa fase. A gravidez provoca modificações fisiológicas no organismo materno, que geram necessidade aumentada de nutrientes essenciais. A falta de alimentos ricos em potássio, magnésio e cálcio podem causar as câimbras, além do excesso de fósforo junto com a desidratação.

É importante manter uma alimentação rica em cálcio, dessa forma a gestante estará repondo o cálcio “perdido” tão essencial à mamãe e ao bebê, por isso é importante consumir leite e seus derivados ao menos três vezes ao dia, algumas frutas são essenciais, pois são ricas em potássio e melhoram a circulação sanguínea, as mais indicadas são melancia, banana, melão, laranja, uva, amora, ameixa, framboesa e água de coco. A castanha-do-pará também é rica em nutrientes essenciais, apenas duas por dia são suficientes. Os vegetais verdes escuros como espinafre, rúcula e agrião são ótimas fontes de magnésio. Também é importante evitar o consumo de refrigerantes salgadinhos e produtos enlatados, uma vez que apresentam quantidades significativas de fósforo em sua composição e diminuem a concentração do cálcio, magnésio e potássio no organismo, facilitando o surgimento das câimbras.

Carolina Zampieri, mãe de uma pequena de 6 anos, nutricionista, realiza atendimento em Campo Grande/MS de forma personalizada em home care e/ou consultório, aprimorada na elaboração de um plano nutricional que promova saúde, prevenindo doenças e, o mais importante, melhorando a qualidade de vida nas diversas fases da vida.

janeiro 11, 2017 / por / em,
A Polêmica da Uva Passa

Fim de ano é tempo de confraternização e comer pratos tradicionais, com muitas uvas passas. Porém, nem todos concordam com a última ressalva. A polêmica sobre o ingrediente sempre aparece nesta época do ano, e ficam ainda mais intensas com as ceias de Natal.

Mas afinal de contas, a uva passa pode ser considerada um bom alimento? Fato é que a uva traz uma série de benefícios, sendo uma fruta importante para quem não abre mão de uma alimentação saudável e equilibrada. As passas são ricas em carboidratos, fonte de energia para o nosso corpo. Vitaminas do complexo A e B, minerais como cálcio, ferro, potássio, Magnésio, zinco, antioxidantes e o resveratrol que, de acordo com pesquisas, ajudam a desacelerar o processo de envelhecimento e até mesmo previne o aparecimento de algumas doenças, como o câncer, Alzheimer, Parkinson e demência. Possuem ação anti-inflamatória pela presença de polifenois e fortalece o corpo pelo alto teor de arginina. As uvas passas auxiliam também no bom funcionamento intestinal, pelo alto teor de fibras, o que pode garantir a saciedade e induzir ao menor consumo de calorias, levando à perda de peso. Quanto à aceitabilidade das uvas passas, percebe-se que é mais aceita individualmente, do que misturada com outros alimentos. Isso vai depender do paladar de cada pessoa. Algumas não apresentam boa aceitabilidade na mistura de sabores doces e salgados, enquanto outras não têm problema algum. No mais, as uvas passas são alimentos nutritivos que valem à pena ser incluídas de alguma maneira na nossa alimentação. Lembrando que todos os alimentos, inclusive os saudáveis, devem ser consumidos com equilíbrio, sem excessos. As quantidades diárias podem variar de acordo com as necessidades individuais, mas, no geral, as uvas passas podem ser ingeridas diariamente, em pequenas quantidades, pelo menos, uma vez ao dia.

Carolina Zampieri, mãe de uma pequena de 6 anos, nutricionista, realiza atendimento personalizado em home care e consultório, aprimorada na elaboração de um plano nutricional que promova saúde, prevenindo doenças e, o mais importante, melhorando a qualidade de vida nas diversas fases da vida.

dezembro 31, 2016 / por / em,
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