Destaque

1ª Feira do Rede MÃE Empreender

@rede.mae.empreender é um projeto que nasceu para fomentar o empreendedorismo materno em Campo Grande/MS e é com muita alegria que convidamos a todos a participarem da 1ª Feira com mães empreendedoras deste grupo.

OBS.: Os bates papos e oficinas poderão ser cancelados sem aviso prévio…

Dias: SÁBADO 16 de dez (13 as 19 hrs) | DOMINGO 17 de dez (9 as 12 hrs)
Local: ESPAÇO DELLA MADRE | Benjamin Constant 372, Vila Planalto.
Ponto de referência: Rua lateral da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.Campo Grande – MS.
Entrada: Arrecadando 1 kg de alimento não perecível para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos (mas não é obrigatório).
Dúvidas e informações falar com Daniela 67 99287-8101;
Organização: Rede Mãe Empreender e Rede Materna;
Apoio: De todas as mães empreendedoras do grupo;

Que tal evitar filas e correria para as compras de Natal? Aproveite para prestigiar, incentivar e fortalecer os pequenos negócios! Eu e outras empresárias estaremos nesta feira oferecendo peças exclusivas, personalizadas, inovadores, sustentáveis, com preços especiais, além de tudo teremos muitas atrações para toda família, veja o que você vai encontrar por lá:

– Sessão fotográfica para os visitantes em espaço natalino (com arrecadação de doação para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos);
– Pipoca e pipoca de sagu (para os pequenos);
– Espaço com atividades sensoriais e sonoros para crianças (com acompanhamento dos pais);
– Pula pula;

Sábado dia 16 de dez:

– 14:30 hrs Cuidados com as crianças Dra Julianna Andrade
– 15:30 hrs Sono Infantil (Consultora Flávia Jussiani)
– 16:30 hrs Amamentação (Enfermeira Paula Serafim – Nananenê)
– 17:30 hrs Terrible Two (Psicologa Janaina Goulart e Pâmela Souza)
– 18:30 hrs Preparação para o parto (a confirmar)

Domingo
– 9 hrs Dúvidas sobre Gestação (Dra Paula Lidiane 😍)
– 9:30 hrs Oficina de Higienização e escovação de dentes para crianças e pais com Massochin França
– 10 hrs Musicalização infantil (Cristiane Dobelin)
– 11 hrs Pedagogia Waldorf vc conhece? (AEDA Associação Educacional Antroposófica de MS)

Oficinas com valor de 10 reais e com direito a e-book!
– Armazenamento, higienização e cortes para lancheira;
– Dicas de make com Mary Kay;
– Oficina de Cupcake com pais e filhos;
– Higienização de pele (rosto, mãos e pés) com Akmos;
– Automaquiagem com Contém 1G;

Antecipe sua inscrição pelo site Rede Materna preenchendo formulário abaixo:

dezembro 12, 2017 / por / em, ,
Apresentação do BCU (Banco de Cordão Umbilical Brasil)

Abaixo temos uma apresentação do BCU (Banco de Cordão Umbilical Brasil):

BCU | Banco de Cordão Umbilical Brasil

  • O BCU é o maior banco de cordão umbilical da América, com laboratórios nos EUA, México, Brasil e Argentina. Estabelecido no México desde 2000 e no Brasil desde 2009. Oferece atendimento personalizado, com hora marcada e coleta 24 horas por dia, sete dias por semana. Realiza coleta do sangue do cordão umbilical (SCUPA) no ato do parto (normal ou cesárea) de forma segura, indolor e sem riscos para a mamãe ou o bebê. Processa esse sangue e armazena as células tronco extraídas dele para futuras intervenções de terapia celular. O grupo possui a certificação GLC ISO 9001-2008 e Great Place to Work.

  • Conta com profissionais com mais de 10 anos de experiência em criogenia e possui laboratórios modernos com os melhores equipamentos existentes no mercado mundial e procedimentos de última geração, em consonância com a Internacional Net Cord Foundation, além de estar 100% adequado às normas da vigilância sanitária.

  • Utiliza um sistema totalmente fechado, o SEPAX, para processamento das amostras, extinguindo qualquer risco de contaminação externa ao mesmo tempo em que garante maior obtenção de células-tronco e maior viabilidade celular armazenando as células-tronco em bolsas bipartidas, aumentando as possibilidades de aproveitamento. Além disso, utiliza um envelope especial (OVERWRAP) que envolve a bolsa de congelamento, garantindo 100% de segurança ao processo.

  • Realiza, anualmente, teste de viabilidade celular em amostras, garantindo que as mesmas estão em condições de uso e provê suporte técnico para o tratamento, caso necessário.

  • Parceiro e apoiador de órgãos de pesquisas com células-tronco em todo o país. Nosso interesse é garantir segurança e confiabilidade às gestantes, para que elas possam optar por realizar a coleta e criopreservação das células de seus filhos. Hoje, segunda a Lei no 11633/07 em seu artigo 9, toda mulher deve ter acesso às informações referentes à doação do sangue do cordão umbilical e placentário, seja por um banco privado, como o nosso, ou público (hoje no país dois apenas ligados às maternidades dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês).

Células- Tronco:

O que são células-tronco ou estaminais? As células-tronco são células básicas – “coringas” que, se originam após o encontro do espermatozóide com o óvulo as quais durante o desenvolvimento embrionário, se convertem em todos os tipos de células (células do miocárdio, células nervosas, glóbulos vermelhos, células cutâneas, etc.). A Natureza torna isto possível através da existência de CÉLULAS TRONCO ADULTAS: células que se dividem numa nova célula-tronco e numa célula especializada como, por exemplo, uma célula nervosa, célula dérmica, hepática e etc. Em etapas avançadas da vida, as células-tronco “reparam” os tecidos danificados.
Por isso são VITAIS para cada um de nós.
São células capazes de multiplicar-se e diferenciar-se nos mais variados tecidos do corpo humano (sangue, ossos, nervos, músculos, etc.). Uma maravilhosa descoberta que tem tornado esperanças de tratamentos de diversas doenças em curas consumadas.
Em uma visão mais simples, podemos descrevê-las como: peças novas que podem substituir peças defeituosas,
isso porque elas se transformam em qualquer célula do organismo ou se fundem a uma célula doente, tornando-a
saudável.
Essas células encontram-se disponíveis em vários tecidos do organismo, como: sangue do cordão umbilical, no próprio cordão umbilical, no líquido amniótico, na medula óssea, na gordura, nos dentes, no interior de alguns órgãos, sangue periférico, etc.
Porem é no sangue do cordão umbilical que facilmente conseguimos captar grande número de células tronco, e com o grande diferencial, são “virgens”, ou seja, não sofreu nenhuma interferência de fatores externos, sendo 100% compatíveis com o doador e considerada uma das mais saudáveis.

A COLETA

É uma coleta simples e indolor tanto para mamãe quanto para o bebê e não interfere em absolutamente nada nos procedimentos rotineiros do parto. O sangue do cordão é coletado em sistema fechado, protegido de contaminação, sendo retirado por meio de punção da veia umbilical. É realizado no centro obstétrico após a retirada do bebê, e do corte do cordão umbilical.

É realizada a assepsia do cordão pelo obstetra que realizará a coleta e o mesmo puncionará a veia do cordão
umbilical que estará ainda ligado a placenta dentro do útero, ou não. Todo material é acondicionado em uma caixa
de transporte de material biológico e encaminhado para o laboratório onde será processado e crio preservado a –
196ºC.
Esse material será processado em sistema fechado totalmente estéril, através do equipamento SEPAX.
Essa tecnologia permite a redução do volume a ser congelado e consequentemente uma diminuição no protetor
celular (DMSO) utilizado, promovendo uma melhora na qualidade do processo e uma recuperação na quantidade
de células.
Durante o procedimento é realizado a dosagem de CD34 para a detecção das células progenitoras, exames microbiológicos, contagem de células e viabilidade celular. Armazenamos separadamente 2 batoques de 5ml e 5 segmentos (para teste de viabilidade celular que são realizados anualmente).
Os testes de viabilidade (anexos) são realizados anualmente de maneira randômica e por amostragem,
com a anuência e supervisão da vigilância sanitária e tem por finalidade verificar a qualidade das células
armazenadas em nossos tanques. Amostras de todos os lotes são testadas.
A célula mais velha armazenada no mundo encontra-se nos EUA e data de 1989 e ainda encontra-se
viva e viável para utilização. Acreditamos que se há 25 anos com a tecnologia da época o processo já obteve esse
sucesso, as tecnologias atuais são capazes de nos proporcionar uma longevidade ainda maior.
Transplantes com células armazenadas no BCU.
O BCU é a empresa que fez o maior número de transplantes dos bancos privados da América Latina.
Realizou até hoje 4 transplantes.
Entre as doenças tratadas, houve diferentes tipos de leucemia, câncer e paralisia cerebral.
O NMDP (National Marrow Donor), que também opera uma rede nacional de bancos de sangue de
cordão umbilical informa que em 2010 foram realizadas mais de 20 000 transplantes de SCU. Em 2006, foram
2.000 transplantes de sangue do cordão umbilical neste ano e estima-se que até 2015 serão 10 mil transplantes
de sangue do cordão umbilical anualmente. Estes números continuarão aumentando exponencialmente nos
próximos anos.
Da mesma forma, é esperado um crescimento rápido no número de transplantes de unidades
armazenadas no BCU nos próximos anos.

Para conhecer as redes sociais e os contatos da BCU, CLIQUE AQUI!

agosto 31, 2017 / por / em, , ,
Dúvidas sobre vacinação para lactantes

Estamos em agosto e gostaríamos de repassar mais informações sobre o Aleitamento Materno! Então que tal falarmos um pouco sobre Amamentação e vacinas? O portal Rede Materna fez algumas perguntas para a enfermeira Nataly Côrrea (Coren 374.064), da Vaccine Care de Campo Grande/MS.

Rede Materna: Nataly, mamães que estão amamentando podem ser vacinadas?
Nataly – Vaccine Care: Sim, algumas vacinas podem ser feitas em lactantes. Exemplos: DTPa, gripe.
Existem outras vacinas que são liberadas para lactantes (mulheres que amamentam), o risco benefício dessa imunização será feita pelo médico da paciente.

RM: Há alguma contra indicação em tomar vacina e amamentar?
N: Bom, existe um leque muito grande de vacinas, tanto na rede pública, quanto na rede privada, por isto é importante ser feita uma avaliação. As vacinas de vírus atenuados são contra indicadas para lactantes, exemplos: Febre Amarela, tríplice viral, varicela entre outras.
Caso essa lactante necessite ser imunizada com algum desses tipos de vacinas ela será orientada pela equipe médica e de enfermagem sobre os cuidados que devem ser tomados após a vacinação.
Qualquer dúvida poderá ser esclarecida pessoalmente numa visita a Vaccine Care Campo Grande.

RM: Tem alguma vacina que seca o leite?
N: Não existe nenhuma vacina que faça secar o leite… Isto é um mito. Normalmente os fatores que fazem com que o leite seque são stress, fatores biológicos, preocupação, etc., neste caso a paciente deverá resolver junto com seu médico.

RM: Mulheres que estão amamentando podem tomar vacina de pneumonia?
N: Sim! Tranquilamente.
Mas nesse caso a paciente deverá sempre ser avaliado pelo seu médico antes da vacinação.

RM: E a vacina contra gripe?
N: Sim, essa vacina é recomendada para gestantes, lactantes, pais, avós, cuidadores, todas as pessoas que vão conviver com o bebê.

RM: E a Tríplice Bacteriana Acelular do Adulto (dTpa) – difteria/ tétano/ coqueluche?
N: A mulher que estiver amamentando pode sim.
Mas deve ser observado no cartão de vacinas se esta não foi feita durante o pré natal ou no pós parto.

Observação (Fonte blog do site do ministério da saúde):
A vacina dTpa gera proteção da mãe para o filho. Além de se proteger, a mãe que passa os anticorpos para seu filho ainda no período de gestação, garantindo ao bebê imunidade nos primeiros meses de vida até que ele complete o esquema vacinal contra coqueluche, definido pelo calendário básico.

RM: E a vacina contra dengue?
N:  A vacina contra a dengue NÃO pode ser administrada em gestantes ou lactantes.

RM: Bom, caso a mamãe em geral (gestante, que já teve bebê, lactante, adotiva, etc.) esteja com alguma vacina em atraso, ela pode aproveitar e visitar a Vaccine Care Campo Grande para atualizar seu calendário de vacinação?
N: Sim! Na visita a Vaccine Care será feito um levantamento das vacinas que podem ser administradas e serão realizados todos os esclarecimentos necessários.

Design sem nome
Na foto acima Dra Déborah Coelho (CRM/MS – 3097) está ao lado de Mayra que está amamentando o seu filho Francisco, neste dia os dois foram imunizados (não reproduzir a foto sem autorização).


Vaccine Care Campo Grande / MS

Endereço:  Rua Paraíba, 37 – Jardim dos Estados

Telefones : (67) 3042-2803 – (67) 3043-2803

Localização: Campo Grande/MS

Horário de Funcionamento: Seg a Sex: 08h às 12h – 13h às 18h Sábado: 08h às 12h

Instagran: https://www.instagram.com/vaccinecarecampogrande/

Informações do dia: 04/08/2017


Bom, você está amamentando e ficou com mais alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo que enviamos para o pessoal da Vaccine Care! Caso deseje faça uma visita a clínica!

agosto 4, 2017 / por / em, , ,
Aleitamento Materno… O desmame também faz parte! Por Laura

Sou Laura, mãe dos gêmeos Caio e Helena, professora, botânica, tentando conciliar a vida pessoal e profissional. Sou super a favor da amamentação, acho este processo muito lindo, mas é preciso muita determinação para amamentar, não é um processo fácil, ainda mais com gêmeos. Num outro momento irei compartilhar a minha estória de doação de leite, mas hoje venho falar de algo mais recente que foi o processo de desmame gradual gentil feito com Caio e a Helena. No início queria muito que o desmame fosse natural.  Mas optei por desmama-los após 3 meses de adaptação da escolinha. No primeiro mês eles ficaram doentes e usaram medicações leves, mas eu adoecia de forma mais intensa e tomava antibiótico, resultado em 1 mês e meio foram 3 antibióticos diferentes, o cansaço a cada dia mais intenso e em alguns momentos não tinha prazer em amamentá-los.

Foi nesta fase conturbada que comecei a pensar no desmame. Mas eu tinha medo de fraquejar, de não conseguir. Aquela culpa batendo, me senti insegura e pensava: será que eles vão continuar carinhosos e grudinhos comigo depois que acabar o mama? E durante este momento de dúvidas  tive o apoio de mães maravilhosas que vivem a maternidade de forma real e me senti encorajada a começar o processo. Um muito obrigada “mamães divas”, “mamães cenouritas” e Paula Serafim. Vocês não tem noção de como cada palavra foi importante pra iniciar o desmame.

E o primeiro passo eu já tinha que era a decisão de desmamar. Comecei a tirar a livre demanda dos finais de semana e reduzir gradativamente as mamadas que eram 4 vezes ao dia. Outro passo importante foi desassociar as mamadas na rede, local onde sempre mamaram desde RN (recém-nascidos). Passei a dar mama em qualquer lugar que não fosse a rede. E conversava todo dia ao longo das mamadas que o mama ia acabar porque ele tinha trabalhado muito (2 anos e 3 meses) e precisava descansar e logo logo ia viajar.  Isto iria acontecer porque eles já estavam grandes, espertos e muito inteligentes. Eram crianças e não eram mais nenéns. Todo o processo de desmame gentil durou 1 mês e meio. Tinha muito receio do Caio não aceitar pois nos últimos dias de amamentação sugava tudo como se fosse o último momento, esperto foi ele. A Helena chegou a dormir dois dias sem mamar à noite. Pensei, com ela vai ser tranquilo. Doce ilusão!!!

No último dia de amamentação eu expliquei que o mama estava dando tchau e não estaria mais conosco. Eles mamaram e dormiram. Quando foi na noite seguinte eu falei que ele foi embora e o Caio me deu um sorriso virou pro lado e dormiu enquanto a Helena chorou. Eu associo parte do choro ao cansaço. Expliquei que o personagem da Marsha (eles amam o desenho da Marsha e o Urso) não mamava e comia comida porque era criança que nem ela. Abracei e acalmei e ela logo dormiu. Ocorreu tudo bem melhor do que eu imaginava. Eles desmamaram em março de 2017, desde então não pedem pra mamar, mas a Heleninha vira e mexe deita no meu colo e fica pegando no mama, faz carinho e eu curto o chamego com ela.

E sabe aquele medo deles ficarem distantes de mim? Os dois só dormem à noite abraçadinhos comigo, além de continuarem carinhosos e amorosos. Estou super feliz com este ciclo que se encerrou e mais ainda com esta nova etapa, desta maternagem que esta apenas no seu princípio.

Gostou do texto da Laura? Que tal comentar aqui como foi seu processo de desmame?

agosto 2, 2017 / por / em,
Amamentação Parte 2 – Puerpério Tenso e Introdução do Leite Artificial

Heitor já estava com aproximadamente 30 dias e eu continuava a amamentação exclusiva no seio e em livre demanda. Mas ai o puerpério apertou, os hormônios enlouqueceram e eu fiquei extremamente triste… Já estava tomando alguns medicamentos, tomando muito líquido, mas o Heitor começou a perder peso… Foi neste momento que bateu um desespero… Comecei a escutar que meu leite era fraco, que não estava sendo suficiente, e nesta época ainda estávamos indo com frequência na consultoria da Nananenê, foi quando começamos a utilizar o método do copinho + gaze e introduzimos o leite artificial. Pelo pediatra teríamos começado na primeira semana, mas resisti até onde pude… Não sei se alguém já passou por isto… Mas senti que estava fracassando, que queria ter dado exclusivamente o leite materno até os 6 meses, e aquilo me deixou arrasada…

Mas ainda bem que o esposo estava comigo e ele me fez ver que eu estava tentando, mas que não era culpa minha e que naquele momento o leite artificial seria importante. Pois bem, num belo dia fomos na Paula Serafin e ela deu leite para o Heitor… Sendo que minutos antes ele estava aos berros, assim que ele tomou o leite, ele arrotou e dormiu. Fiquei pasma… E fiquei ainda mais chocada com as quase 4 horas de sono dele… Gente o que era aquilo… Tentamos usar o método do copinho e da gaze em casa, mas eu e o marido tínhamos medo dele engasgar… Continuamos por um tempo com este método, mas não conseguimos dar da maneira correta, pois ele engolia muito ar e com isto vieram as cólicas… Desta forma era sofrimento duplo. Tentamos mais algumas vezes, fomos outras na Nananenê, e parecia tão simples, mas não conseguimos…

Minha mãe, vendo minha situação sugeriu introduzirmos a mamadeira… No começo fiquei preocupada com a famosa confusão de bicos, que poderia fazer com que ele não quisesse mais mamar no peito e automaticamente meu desejo de amamentar até os dois anos, iriam por água abaixo. Mas com a ajuda da minha mãe, a introdução a mamadeira foi tranquila e continuamos neste ritmo até os 3 meses…

Bebe e mamadeira

Ele engordou bem. Não trocou o peito, pois antes da mamadeira eu sempre dava o peito! Uns dos problemas que enfrentei nestes meses foi que ele sentia muito sono pra mamar, era começar a mamar e dormia… Eu mexia nele, abria a roupinha, mas o que eu conseguia eram mais algumas sugadas e ele dormia novamente (bem depois vi o método de esguichar leite na boca dele, mas acabei não utilizando). Meu cansaço era muito grande, realmente diziam que amamentar cansava, dava sede e emagrecia. De fato isto aconteceu comigo… neste período tentei também começar a tirar leite, pois voltaria ao trabalho em breve. E eu não conseguia tirar leite, manualmente conseguia tirar apenas 10 ml com muito custo. E isto me frustrava muito. Mas a Paula me acalmava dizendo que tem mulheres que produzem mais e outras apenas o suficiente para o bebê. Enfim passando esta etapa veio o empoderamento para dar mais peito e a translactação.

Na parte 3 falarei sobre a parte final da amamentação.

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede MaternaPortal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

agosto 1, 2017 / por / em,
Evento CG Family Week – Instituições Apoiadas!

 

O CG FAMILY WEEK apoiará 3 instituições que prestam cuidados a acolhimento para famílias que estão passando por momentos muito difíceis, que é o caso da Afrangel e AACC. E também damos uma imensa importância  para o início da vida, em especial o parto humanizado, por isso ajudar a fomentar a Reestruturação da Sala de Parto da Maternidade Cândido Mariano é um dos nossos maiores compromissos.

Conheça um pouco mais sobre nossas instituições apoiadas:

AACC – MS

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Na Casa de Apoio

• Promove acolhida à criança/adolescente e 1 acompanhante do sexo feminino, com hospedagem -60 leitos/dia e 5 refeições diárias;
• Distribuição de cesta básica e cesta social as famílias;
• Transporte em Campo Grande a todos os locais necessários para o tratamento;
• Acompanhamento com psicólogos, nutricionista e fisioterapeuta
• Por meio do Serviço Social investiga as necessidades dos usuários e suas  famílias, esclarece a respeito do tratamento, funcionamento e rotinas hospitalares, contata prefeituras e conselhos tutelares, orienta e encaminha ao beneficio de prestação continuada-BPC, retirada de FGTS/PIS, encaminha para tratamento fora de domicilio-TFD, promove palestras sócio educativas, faz encaminhamento pós-obito, visitas domiciliares, visita de luto e acompanhamento pós óbito. Organiza datas comemorativas como Páscoa, dia das mães, dia das crianças, natal, aniversariantes, etc. Supervisiona estagiários de Serviço Social e acompanha voluntários e acadêmicos em ações na Casa de Apoio. (Defesa e garantia de direitos).
• Atividades lúdico-pedagógicas que garantem, na Classe Hospitalar em parceria com o Governo do Estado, a continuidade escolar; na brinquedoteca e adoloteca, atividades lúdicas coordenadas por um Terapeuta Ocupacional, que incluem arte terapia, passeio-terapia, musicalidade;
• O salão de beleza em conjunto com o serviço social e psicólogo – facilita a aceitação da perda dos cabelos no período da quimioterapia e para as mães, é um auxiliar da reconquista da auto-estima;

O câncer hoje é a segunda causa de morte da criança no Brasil, quando a AACC/MS foi fundada, as taxas de cura do câncer infantojuvenil no estado de Mato Grosso do Sul era de 2%, hoje, em parceria com o Hospital Regional de MS-CETOHI,  comemoramos o índice de 67% de cura.
Única casa de apoio no estado a atender criança e adolescente com câncer, presta relevantes serviços a família durante todo o tratamento com durabilidade média de 2 a 5 anos e para sua sustentabilidade conta com parcerias, convênios, campanhas, eventos e doações realizadas pela comunidade sulmatogrossensse.

Afrangel

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A Associação Franciscanas Angelinas (Afrangel) – Lar das Crianças vivendo e convivendo com HIV/Aids – existe desde 27 de setembro de 1996, com a missão de atender crianças (0 a 12 anos) vivendo e/ou convivendo com HIV/Aids.

Além disso, presta assistência social e psicológica a famílias com algum membro soropositivo.

A instituição fica em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e é a única do Estado a prestar esse tipo de assistência.

Todo atendimento oferecido é gratuito! A instituição é mantida, prioritariamente, por meio de doações! Por isso, sua ajuda é muito bem-vinda!

As doações podem ser feitas diretamente no Lar ou por meio de depósito bancário na conta da Afrangel: Agência – 2959-9 – C/C: 22.198-8 – Banco do Brasil.

Visite o Lar e conheça um pouco dessa obra de amor!!

https://www.facebook.com/amigosdaafrangel/

 

 

Projeto de Reestruturação da Sala de Parto

cover_20170406_135032A sala de partos é um local onde acontece um milagre, o nascimento de uma criança.

Quando o seu corpo der sinais que está em trabalho de parto, é altura de arrumar as malas, e calmamente dirigir-se à urgência do hospital. Caso tenha indução do trabalho de parto ou cesariana marcada, dirija-se ao local combinado previamente com o profissional de saúde.

Associação de Doulas do Mato Grosso do Sul-ADOMS e Nascitá-Clínica de Obstetrícia e Pediatria contam com a sua colaboração para a reforma e reestruturação das salas de parto da Maternidade Cândido Mariano. Com o intuito de obtermos melhorias, conforto e qualidade. Contamos com o seu apoio!

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reestruturacao-das-salas-de-parto-da-maternidade-candido-mariano

 

junho 24, 2017 / por / em,
Posso me alimentar enquanto amamento?

Posso me alimentar enquanto amamento? Você mamãe também tem esta dúvida?

E a resposta é: Não só pode, como deve. Comer ou beber água enquanto está dando de mamar não faz mal, muito pelo contrário. Beber água durante a amamentação é fundamental para garantir a hidratação da mamãe, fazendo com que ela produza adequadamente o leite necessário para o/a seu/sua bebê. Além da adequada hidratação, a mulher que está amamentando precisa garantir uma alimentação diversa, completa e com maior quantidade de calorias para manter a produção de leite.

 

Água aromatizada com hortelã ou água de coco podem te ajudar a variar os sabores. Chás também podem ser ingeridos, como de erva-doce, camomila.

Alimentos estimulantes devem ser evitados pois podem agitar o bebe, ou causar cólicas então deixar para depois o café, refrigerantes, achocolatados. Biscoitos de aveia com castanhas são bem vindos para um lanche. Ingerir frutas como melancia, melão, pêssego, uva ajudam na produção de leite, evite frutas muito acidas como abacaxi, limão, laranja.

Então não dê bola para os ditos populares. E se o bebê está mamando e você fica confortável comendo neste momento, alimente-se, beba água, durma… Faça o que achar que é melhor e te deixará feliz…

Este não e o momento de fazer dietas restritivas de calorias, pois para produzir lei seu corpo gastara bastante energia.

Converse com o/a médico/a durante as consultas de rotina de puericultura.

Paula Serafin – Enfermeira formada em 2002 na UFMS mãe de um casal de filhos e consultora de amamentação por virtude, especializada em neonatologia na UERJ  em 2003. Inicialmente auxiliando no processo pos-internação dos prematuros a consultoria foi ao longo dos anos se expandido, o conhecimento a leva ao doutorado no ano de 2012 em leite humano e alimentação do recém-nascido prematuro, com término em 2015.

junho 15, 2017 / por / em, , ,
Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Um tempo atrás vi estes potes lindos no Pinterest e quis saber mais da proposta do “Pote da Calma”, que seria usado nos momentos em que as crianças estivessem chorando, irritadas ou até mesmo nos acessos de birras. Nestas situações poderíamos usar o pote para tentar distrair as crianças com os brilhos, tintas e /ou objetos que estivem dentro do recipiente. No caso elas iriam prestar atenção no brilho e aos poucos iriam se acalmar… Achei a proposta válida e resolvi tentar fazer em casa, com algumas considerações: em muitos locais vi que indicavam potes de vidros, por serem mais límpidos, mas como era a minha primeira tentativa, resolvi fazer com potes plásticos.
Bom, segue o passo a passo para fazer os potes conforme as imagens abaixo:

Potes da Calma

pote da calma vermelho Potes da Calma

– 1 pote de plástico (eu comprei em uma loja de embalagem, um conjunto que vinha 6 unidades de garrafinhas de plástico que ao fechar ela travava, achei bem prática);

– 2 colheres de sopa de cola glitter;

– 3 colheres de sopa de purpurina ou glitter;

– 1 gota ou 1 pitada de corante alimentício;

– 1 colher de sopa de estrelinhas ou corações;

– Aproximadamente 100 ml de água morna / quente;

– Aproximadamente 50 ml de água natural para completar o pote;

Dentro do pote coloquei água morna (não coloquei água muito quente, pois como a garrafa era de plástico, fiquei com medo de derreter o pote), acrescentei a cola glitter. Misturei e mexi bastante até a cola glitter ficar bem solta, sem gruminhos. Coloquei as estrelinhas ou corações, que encontrei na mesma seção das purpurinas. Depois acrescentei a purpurina e dei uma boa misturada. Por último coloquei o corante, nesta etapa fiz alguns testes pois tinha apenas o corante vermelho e o azul, mas coloquei bem pouco azul e cola glitter dourada para fazer um pote verdinho, o pote rosa fiz com um pouquinho de corante vermelho e bastante glitter e colar glitter na cor prata. Na etapa das cores foi só brincar e soltar a criatividade. Ah tb tinha comprado umas letrinhas e ursinhos de EVA bem pequenos, mas coloquei em um pote e não deu certo, primeiro pois eles só ficavam flutuando e não desciam ou subiam que nem o glitter… Então deixei estes produtos de lado… Outro detalhe é que não fiz a fabricação dos potes junto com meu filho, pois além do glitter colar em tudo e fazer bastante sujeira, também tinha a etapa da água quente, a qual achei perigosa para meu pequeno de 2 anos e 3 meses.

Enfim com alguns potes prontos, apresentei minha fabricação para o Heitor, num dia tranquilo… Ele olhou, brincou um pouco e deixou de lado… No dia que ele estava bem teimoso e bem irratado, resolvi fazer a prova de fogo… chamei sua atenção, conversei, deixei ele de castigo e quando estava mais calmo entreguei o pote para ele… E sabe o que aconteceu? Ele jogou longe o pote da calma… kkkkkkkkkkk… Pensei naquele momento, que bom que era de plástico rsrsrsrs. Fizemos várias tentativas, em crises de birras, de chorro, de nervosismo… E até quando ele estava, calmo, mas o destino da garrafinha sempre era o mesmo… O chão… Por fim com as garrafinhas todas tortas e deformadas, decidi deixar as mesmas como enfeite na sala e sabe quem usa os potes? Eu… sim… Quando estou na frente do computador e preciso me acalmar um pouco ou quando preciso descansar um pouco a vista ou a cabeça, pego o pote e fico virando e vendo aqueles brilhos descendo… E contra a luz o brilho fica lindo… Enfim… Talvez quando ele for maior, eu volte a tentar o pote da calma com ele… Quem sabe ele aprecie os brilhinhos e se acalme… Eu não procurei a fundo, para que faixa etária este pote poderia ser utilizado… Atualmente eu chamo o pote da calma, de “pote de desespero de mãe”, pois eu fiz como uma tentativa de acalmar os ataques do Heitor, num momento de desespero e de tentativas frustradas de acalmar meu pequeno… Mas se alguém souber para que idade estes itens são indicados, favor comentar aqui em baixo, agradecemos muito a informação!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

maio 26, 2017 / por / em, ,
Bronquiolite

A bronquiolite é a primeira crise de broncoespasmo (chiado no pulmão) de um bebê e ocorre quase sempre quando um vírus infecta os bronquíolos. Essa infecção faz com que os bronquíolos inchem e fiquem inflamados. O muco fica acumulado nos bronquíolos, o que dificulta o fluxo do ar para dentro e para fora dos pulmões.

A maioria dos casos de bronquiolite são causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Este é um vírus comum que costuma infectar crianças até os dois anos de idade, principalmente entre os meses de abril a agosto. Mas a bronquiolite também pode ser causada por outros vírus, incluindo aqueles que causam a gripe ou o resfriado comum.

pulmoesbronquiolos

Fatores de risco:

O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade.

A doença só atinge crianças até os dois anos de idade, mas quanto mais jovem a pessoa for, mais riscos ela tem de contrair a doença e de ser mais grave. Isso porque o aparelho respiratório de crianças muito pequenas ainda não está totalmente desenvolvido, bem como o sistema imunológico.

Por isso, bebês prematuros e crianças menores de 6 meses possuem maiores chances de ter um quadro mais grave.

 

Sintomas:

A intensidade dos sintomas típicos da bronquiolite costumam variar de criança para criança.  A bronquiolite começa com um quadro de gripe leve (coriza e tosse). Depois de dois a três dias, a criança desenvolve dificuldade respiratória.

 

Os sintomas mais comuns são:

  • Aumento da frequência da respiração e/ou esforço para respirar;
  • Queda de saturação ou Cianose, caracterizada pela pele azulada devido à falta de oxigênio;
  • Chiado no peito;
  • Tosse;
  • Febre;

Se você notar que a respiração do seu filho está mais rápida ou difícil, vá para o pronto socorro, principalmente se a criança tem menos 6m, prematuro ou alguma doença prévia.

 

Os seguintes sinais e sintomas são motivos para procurar ajuda médica imediata:

  • Vômitos;
  • Respiração rápida – mais de 60 inspirações e expirações por minuto;
  • Pele azulada, especialmente lábios e unhas;
  • Letargia (bebê muitíssimo abatido, desanimado);

 

Tratamento:

A grande maioria dos casos de bronquiolite pode ser tratada em casa.

  • ALGUMAS crianças tem uma boa resposta com inalação.
  • Fisioterapia respiratória;
  • Oxigênio quando necessário;

Certifique-se de que bebê está tomando a quantidade de líquido apropriada e o suficiente (leite materno e/ou fórmulas infantis).

Como bronquiolite é quase sempre causada por uma infecção viral, antibióticos – que são utilizadas para o tratamento de infecções causadas por bactérias – não são eficazes nesses casos.

Se o seu filho tem uma infecção bacteriana associada à bronquiolite, como a pneumonia, por exemplo, o médico poderá prescrever um antibiótico específico.

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As complicações da bronquiolite podem incluir:

  • Cianose, uma condição na qual a pele parece azulada ou cinzenta, especialmente os lábios, causada pela falta de oxigênio;
  • Desidratação;
  • Fadiga e insuficiência respiratória, que pode requerer internação hospitalar;
  • Outras infecções respiratórias mais graves, como pneumonia;
  • Broncoaspiraçao (quando o leite vai para o pulmão);

 

Expectativas:

Geralmente, os sintomas da bronquiolite melhoram em uma semana.

A dificuldade para respirar normalmente melhora do terceiro ao quinto dia.

 

Prevenção:

A maioria dos casos de bronquiolite não são fáceis de evitar porque os vírus que causam a doença são comuns no meio ambiente;

Lavagem cuidadosa das mãos, especialmente antes de cuidar de bebês, pode ajudar a prevenir a disseminação dos vírus;

Membros da família com infecção respiratória devem ser especialmente cuidadosos ao redor dos bebês;

Evite lugares fechados e aglomerados com bebês menores de 2 meses;

Existe uma vacina chamada PALIVIZUMABE que protege contra este vírus (VRS), mas ela possui um alto investimento e tem que ser feita 1 dose por mês, durante 3 meses (os meses de inverno);

 

O governo oferece para:

Bebês que nasceram de 32 semanas ou com alguma doença cardíaca ou pulmonar grave, até essas crianças fazerem 2 anos. Para as crianças que não se enquadram nesses requisitos, existe a possibilidade de comprar nas clínicas de vacinação (conforme dito anteriormente).

 

Bom então, é esta doença que o bebê da Rafa Brites teve. NUNCA SE ESQUEÇAM: “Nenhuma dica substitui uma consulta com o pediatra!”

Natacha Dalcolmo, Mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

maio 15, 2017 / por / em, ,
Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital

No início desse mês de novembro, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) divulgou um manual de orientação à pediatras, educadores e escolas, pais, crianças e adolescentes, sobre o uso da tecnologia, além de apresentar seus benefícios e malefícios. Com a era digital, o acesso à celulares, televisão e internet ocorrem em idades cada vez mais precoces. Mas conforme este Manual de Orientação, alguns limites e informações são fundamentais para que a utilização dessas tecnologias não cause prejuízo e danos à saúde, ou até mesmo dificuldades de socialização, aumento de ansiedade, violência, cyberbullying, dificuldades escolares, transtornos de sono e alimentação, sedentarismo e etc.

Eu preciso confessar que aqui em casa, por várias vezes utilizamos o celular ou a televisão, para entreter meu filho, enquanto precisamos realizar alguma atividade… E ao ler o manual, percebi que ele começou o contato com celular e TV muito cedo (aproximadamente 1 ano), sendo que o recomendado pela cartilha seria a partir de 2 anos. Atualmente, com 2 anos, ele continua assistindo muito a TV e se somarmos o tempo de todos os desenhos, filmes, músicas e etc. serão aproximadamente 3 horas por dia, sendo que a orientação do Manual sugere no máximo 2 horas/dia. E sabe aquela recomendação que escutamos sobre não deixar o filho assistir TV ou ver vídeos para se alimentar ou para dormir? Infelizmente aqui esta cena acontece com frequência.

Mas, e antigamente, como as mamães faziam então? Não sei se irão concordar, mas me lembro de em muitas casas terem o “cercadinho”, onde os bebês e crianças costumavam ficar brincando sozinhos, enquanto as mamães trabalhavam em casa… Então vejo que aqui em casa estou tentando usar a tecnologia como um “cercadinho digital”.

O manual adverte ainda que os adultos, se tornam um modelo de referência para seus filhos. Portanto precisamos dar o primeiro exemplo, como o limite de tempo de trabalho no computador, quando em casa, ou seja, desconectar e estar presencialmente com nossos filhos. Este seria outro ponto que necessitamos nos policiar, pois costumamos utilizar bastante o celular e computador, nos acessos ao facebook, instagram, e-mail e whats app (atualmente o aplicativo mais utilizado por mim).

Antes mesmo de ter visto as orientações, já tinha a pretensão de começar a diminuir ou pelo menos otimizar o uso do celular, pois de que adiantava eu colocar meu filho no quarto brincando, ficar ao lado dele, mas não sair do celular… Ele estava sozinho do mesmo jeito! E nesta fase dos 2 anos eles querem interagir, aprender e observam tudo!

Enfim… Compreendi que necessitamos mudar alguns hábitos, porém não será nada fácil adaptarmos uma nova rotina. Com certeza há benefícios e malefícios que acompanham a tecnologia digital. Fundamental é o bom senso e informação adequada.

Fico pensando nas mães e pais que tem crianças maiores ou até adolescentes e precisam ter cuidado redobrado, pois conforme o manual, são os mais atraídos pela informática (época da descoberta do vídeo game)… E nem imagino o quão difícil deve ser criar mecanismos para controlar o uso da tecnologia nesta faixa etária, ou de definir regras, ensinar o que se deve ou não ver na internet, pois é tudo muito “a mão”. Mas acredito que a confiança recíproca seja a melhor solução, pois se o seu filho te enxergar como um adulto confiável, acessível e compreensivo, ele irá sempre te contar o que está acontecendo e você poderá orienta-lo da melhor forma. Só imagino, pois ainda não chegamos nesta fase (risos, falar sempre é mais fácil que fazer, não é?).

E vocês o que acham das orientações? Acessem a cartilha no link http://www.sbp.com.br/src/uploads/2016/11/19166d-MOrient-Saude-Crian-e-Adolesc.pdf

Vamos trocar informações? Conte-nos sua experiência!

novembro 29, 2016 / por / em, , ,
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