Dia a dia

Olhares diferentes (como adulto vê e como a criança enxerga)

Eu começo a arrumar a carteira e algumas coisas caem no chão e com elas o dinheiro.
De repente escuto Heitor falando: mamãe eu ajuda! Eu falo: que maravilha, a mãe precisa mesmo de ajuda… Então ele começa por uma carteira com minha foto e fala: cartão da mamãe Dani e digo que sim, tem a foto da mamãe, então é minha carteirinha… Daqui a pouco ele começa a pegar o dinheiro… E começa a falar uma “alala” (arara), uma “tataluga” (tartaruga), mais uma “alala” (arara – acho que tenho um cebolinha em casa). E automaticamente corrijo falando: não filho este aqui é uma nota de dois reais, esta é de dez reais, tem outra de cinco… E ele insiste mamãe, olha tem “alala” (arara), uma “tataluga”, um “asa piu piu” (como ele chama o passarinho risos…).

Como adultos veem o dinheiro Como adultos veem o dinheiro!

Ai parei para olhar… e não é que tinha mesmo… rsrsrsrsrsrs… O olhar ingênuo das crianças sempre nos surpreendendo!

Como crianças veem o dinheiroComo Heitor de 2 anos e 9 meses viu o dinheiro!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede MaternaPortal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

agosto 9, 2017 / por / em,
Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Um tempo atrás vi estes potes lindos no Pinterest e quis saber mais da proposta do “Pote da Calma”, que seria usado nos momentos em que as crianças estivessem chorando, irritadas ou até mesmo nos acessos de birras. Nestas situações poderíamos usar o pote para tentar distrair as crianças com os brilhos, tintas e /ou objetos que estivem dentro do recipiente. No caso elas iriam prestar atenção no brilho e aos poucos iriam se acalmar… Achei a proposta válida e resolvi tentar fazer em casa, com algumas considerações: em muitos locais vi que indicavam potes de vidros, por serem mais límpidos, mas como era a minha primeira tentativa, resolvi fazer com potes plásticos.
Bom, segue o passo a passo para fazer os potes conforme as imagens abaixo:

Potes da Calma

pote da calma vermelho Potes da Calma

– 1 pote de plástico (eu comprei em uma loja de embalagem, um conjunto que vinha 6 unidades de garrafinhas de plástico que ao fechar ela travava, achei bem prática);

– 2 colheres de sopa de cola glitter;

– 3 colheres de sopa de purpurina ou glitter;

– 1 gota ou 1 pitada de corante alimentício;

– 1 colher de sopa de estrelinhas ou corações;

– Aproximadamente 100 ml de água morna / quente;

– Aproximadamente 50 ml de água natural para completar o pote;

Dentro do pote coloquei água morna (não coloquei água muito quente, pois como a garrafa era de plástico, fiquei com medo de derreter o pote), acrescentei a cola glitter. Misturei e mexi bastante até a cola glitter ficar bem solta, sem gruminhos. Coloquei as estrelinhas ou corações, que encontrei na mesma seção das purpurinas. Depois acrescentei a purpurina e dei uma boa misturada. Por último coloquei o corante, nesta etapa fiz alguns testes pois tinha apenas o corante vermelho e o azul, mas coloquei bem pouco azul e cola glitter dourada para fazer um pote verdinho, o pote rosa fiz com um pouquinho de corante vermelho e bastante glitter e colar glitter na cor prata. Na etapa das cores foi só brincar e soltar a criatividade. Ah tb tinha comprado umas letrinhas e ursinhos de EVA bem pequenos, mas coloquei em um pote e não deu certo, primeiro pois eles só ficavam flutuando e não desciam ou subiam que nem o glitter… Então deixei estes produtos de lado… Outro detalhe é que não fiz a fabricação dos potes junto com meu filho, pois além do glitter colar em tudo e fazer bastante sujeira, também tinha a etapa da água quente, a qual achei perigosa para meu pequeno de 2 anos e 3 meses.

Enfim com alguns potes prontos, apresentei minha fabricação para o Heitor, num dia tranquilo… Ele olhou, brincou um pouco e deixou de lado… No dia que ele estava bem teimoso e bem irratado, resolvi fazer a prova de fogo… chamei sua atenção, conversei, deixei ele de castigo e quando estava mais calmo entreguei o pote para ele… E sabe o que aconteceu? Ele jogou longe o pote da calma… kkkkkkkkkkk… Pensei naquele momento, que bom que era de plástico rsrsrsrs. Fizemos várias tentativas, em crises de birras, de chorro, de nervosismo… E até quando ele estava, calmo, mas o destino da garrafinha sempre era o mesmo… O chão… Por fim com as garrafinhas todas tortas e deformadas, decidi deixar as mesmas como enfeite na sala e sabe quem usa os potes? Eu… sim… Quando estou na frente do computador e preciso me acalmar um pouco ou quando preciso descansar um pouco a vista ou a cabeça, pego o pote e fico virando e vendo aqueles brilhos descendo… E contra a luz o brilho fica lindo… Enfim… Talvez quando ele for maior, eu volte a tentar o pote da calma com ele… Quem sabe ele aprecie os brilhinhos e se acalme… Eu não procurei a fundo, para que faixa etária este pote poderia ser utilizado… Atualmente eu chamo o pote da calma, de “pote de desespero de mãe”, pois eu fiz como uma tentativa de acalmar os ataques do Heitor, num momento de desespero e de tentativas frustradas de acalmar meu pequeno… Mas se alguém souber para que idade estes itens são indicados, favor comentar aqui em baixo, agradecemos muito a informação!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

maio 26, 2017 / por / em, ,
A Escalada, por Glê Schmitt mãe de 3!

Caminho para casa e… os três dormiram no caminho. Motivos para soltar fogos, né? Sim, eu soltaria, se não fosse o fato de morarmos em apartamento, nossa garagem ser no subsolo, andar uns 300 metros até a escada, subir os dois lances de escada e andar mais uns 300 metros até chegar no hall de entrada e enfim encontrar o elevador que sempre, absolutamente sempre está no último andar, o décimo sétimo.

Mas e aí? Como que faz pra subir com os três? Pois é… aí é a parte difícil da história. Hoje eu subi com a Maria Flor no bebê conforto enquanto o meu marido ficou com a Malu e o Jp no carro. Subi correndo, deixei ela no nosso quarto, em cima da cama, liguei o ventilador, dei uma ajeitada no quarto dos outros dois, fechando janelas e cortinas, ligando ventiladores, tirando roupas de cama… a lógica em subir a floflô primeiro, é pq se ela acordar nesse tempo, não vai sair correndo atrás de nós, nos procurando…

Fechei a porta e chamei o elevador. Adivinhem? No décimo sétimo… desci correndo para a garagem e peguei a Malu e meu marido o Jotapê… vai lá na maratona de novo: 300 metros, escada, 300 metros, elevador, dessa vez no quinto andar… ufa! Cada um em sua cama! Agora sim podemos comemorar que todos dormem ao mesmo tempo, podemos considerar que fizemos um strike com três pinos. Hahahahaha não é fácil, mas a gente dá conta! Obrigada pela parceria, sempre marido João!

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

maio 20, 2017 / por / em,
Desabafo sobre Cansaço por Glê Schmitt

Pela primeira vez, nesses cinco anos e meio de maternidade, ser mãe 24 horas por dia tem me enchido o saco. É muito cansaço. Físico, mental, emocional. É ter o tempo todo um dos filhos atrás de mim, pedindo algo, colo, água, comida, brincar, pegar tal coisa, xixi, desenho, choro, piscina, cocô, banho, dormir, mamá, arrumar algo, sono, dodói… ah, como cansa. E eu não me sinto menos mãe por expor meu cansaço. Me sinto humanada, me sinto mãe como muitas mães. Mas sempre tem problemas quando a mãe desabafa seu cansaço:
“Ah, mas tem ajuda do marido!”
” -Que bom que eu tenho a ajuda do meu marido, afinal ele é o pai, né?”
“Eu criei meu(s) filho(s) sem ajuda, não tinha minha mãe por perto e meu marido vivia viajando!”
“-Que pena que você não tem empatia, pois deveria, já que viveu tanta coisa sozinha e sentiu como foi difícil, deveria ter compaixão ao próximo!”
“-Ah, quem pariu Mateus que o embale!” (Ditado popular)
“-Sim, eu tô embalando. Tô cuidando melhor que ninguém, e quem tá cuidando de mim?”
“-Sua mãe mãe criou quatro…”
“-Criou mesmo! E sabe como foi difícil, por isso não quer que a filha viva a mesma experiência e me ajuda como pode!”

É sempre assim! Posso colocar inúmeras frases prontas que as pessoas já disparam quando a gente desabafa de qualquer coisa relacionado a maternidade. É dolorido né? Não poder desabafar, sem julgamentos e geralmente os que mais te atacam são os que você mais ama e considera.
E eu tô aqui, me sentindo exausta, criançada de férias, bebê na introdução alimentar e em meio ao olho do furacão, eu me vi cansada de ser mãe! Falo mesmo. Amo meus filho, mas … eles me cansam! De tal maneira que eu tô quase pirando por não ter um tempo só meu, fazendo algo que eu gosto ou cuidando de mim. Esse lance de se doar aos filhos, se anular como mulher para viver como mãe é muito complexo. Você faz por amor a eles mas esquece do amor a você, e isso vai se perdendo cada vez mais no caminho, sem contar que sua cabeça dá um nó e aí é a hora que você vai surtar. E nessa hora não adianta respirar fundo e tentar se acalmar. O melhor jeito mesmo é extravasar as emoções, quem sabe assim alivia um pouco e a gente se sente melhor nesse universo materno que é tão louco…

Desabafo-sobre-cansaço-maternoImagem do Instagram @oblogdagle

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

março 13, 2017 / por / em,
Introdução alimentar: Papa Salgada

Para promover o crescimento e desenvolvimento adequados, a partir dos seis meses de idade é necessário começar a introdução de novos alimentos. Só o leite materno já não atende mais às necessidades da criança, podendo levar a uma desaceleração do seu crescimento e a um aumento do risco dela ficar desnutrida e apresentar falta de alguns micronutrientes essenciais para a sua saúde, como o ferro, a vitamina A e o zinco, entre outros.

Depois do passo inicial, com a introdução das frutas, você pode tentar introduzir outros tipos de alimentos e preparações salgadas, que podem ser oferecidos sob a forma de sopas ou purês. A papa salgada deve conter um alimento do grupo dos cereais ou dos tubérculos, um vegetal ou legume e um alimento do grupo das carnes, ovos ou do grupo das leguminosas. Não adicione sal na papa até a criança completar um ano de idade. A criança precisa aprender a conhecer o sabor natural dos alimentos. O sal em excesso é prejudicial à saúde do bebê.

Para a preparação da papa salgada, os alimentos devem ser cozidos em pouca água, sem tempero e oferecidos amassados com um garfo e, de preferência, não devem ser todos misturados no prato. A papa batida no liquidificador ou peneirada não estimula a mastigação e nem permite que a criança aprenda a conhecer os diferentes sabores. Dê preferência para os legumes e verduras da época, são mais baratos, mais frescos e mais nutritivos.

A partir dos oito meses de idade, algumas preparações servidas para a família como arroz, feijão, carne, legumes e verduras podem ser oferecidos à criança, desde que não sejam preparadas com temperos fortes ou picantes. A partir dessa idade, os alimentos podem ser oferecidos amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos, para estimular a mastigação.

Procure variar a comida do seu filho, isso garantirá o fornecimento adequado de vitaminas e minerais necessários para uma boa saúde e um crescimento adequado.

Procure oferecer o mesmo alimento no mínimo cinco vezes seguidas, mesmo que o seu bebê não aceite, insista. Só podemos dizer que não gostou de algo depois de muitas vezes oferecidas. Outro fator importante para oferecer seguidas vezes o mesmo alimento, é ter tempo para observar alguma possível alergia ou reação.

A ingestão de frutas legumes e verduras é parte integrante de um regime alimentar nutricionalmente equilibrado e saudável e deve ser sempre incentivado pelos pais e/ou responsáveis.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (BRASIL). Guia Alimentar para crianças menores de dois anos. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/34130-conheca-as-10-dicas-do-guia-alimentar-para-criancas-menores-de-2-anos.html. Acesso em 28 janeiro de 2017.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA (BRASIL) Alimentação infantil: cartilha de orientação aos pais, 2007, 86 p.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (Brasil) Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. Departamento de Nutrologia, 3ª. ed. Rio de Janeiro, RJ: SBP, 2012. 148 p.

VITOLO,  M. R. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Ed. Rúbio, 2008.

Carolina Zampieri, mãe de uma pequena de 6 anos, nutricionista, realiza atendimento personalizado em home care e consultório, aprimorada na elaboração de um plano nutricional que promova saúde, prevenindo doenças e, o mais importante, melhorando a qualidade de vida nas diversas fases da vida.

fevereiro 8, 2017 / por / em, , ,
Você é só MÃE?

Quando sai do serviço e resolvi repensar com o que eu iria trabalhar para passar mais tempo com meu filho, foi meio complicado… Ser mãe empreendedora não é fácil… E todo início é difícil… Quando você vai preencher cadastro te perguntam o que você é… E antigamente minha resposta era sou desempregada… Ultimamente já tenho respondido diferente… Sou Mãe empreendedora… Ou pelo menos, sou empreendedora… Se eu não tiver orgulho do que sou, quem vai me levar a sério?

Tem um vídeo que fala sobre este questionamento: “VOCÊ SÓ É MÃE?” (Créditos You Tube: Blog De Mãe)
Mas ser só MÃE, no meu caso, é ser numa mesma pessoa uma cozinheira, motorista, empreendedora, dona de casa, gestora de conflitos, gerente de suprimentos domiciliar, professora, enfermeira, psicologa, conselheira, planejadora de eventos, cabeleireira, eu sou até caça fantasmas… Ser SÓ MÃE quer dizer que eu dificilmente tenho os braços livres, normalmente nos transformando em MÃES POLVOS… A mulher já tem esta habilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas depois que me tornei mãe esta habilidade cresceu.

E é bom lembrar que trabalho de segunda a segunda, não tenho férias ou feriados, que não recebo salário e não posso pedir folga quando estou doente. Então quando alguém me perguntar, “VOCÊ SÓ É MÃE?”, poderei respirar fundo e responder: Sim, só mãe!

Porque para algumas pessoas eu posso parecer POUCO, mas para meu filho sou TUDO! E afinal é SÓ ISSO que importa.

Créditos da imagem de fundo do site: http://maedepeso.com.br/

janeiro 15, 2017 / por / em,
Vídeo com dados sobre: Saúde das crianças e adolescentes na Era Digital

A um tempo atrás postamos no site o conjunto de orientações em defesa da “Saúde das crianças e adolescentes na Era Digital” que a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) divulgou. E dividi também minha experiência, dificuldades e erros sobre o tema. E dias atrás, vi este vídeo que reforça a importância sobre o assunto… Como vocês lidam com esta relação tecnologia x crianças?

janeiro 8, 2017 / por / em, ,
“Eu mãe: mulheres, empreendedoras”: Não desista!

Na série “Eu mãe: mulheres, empreendedoras”, a entrevistada desta semana é Gabriela Zacariotto Silva. Graduada em jornalismo, ela decidiu que era hora de mudar os rumos de sua carreira profissional após se tornar mãe da Bela. Com isso, no início deste ano, deixou seu emprego e abriu – juntamente com alguns amigos – o Jornal Grande Jogada Além disso, há cerca de um mês, assumiu juntamente com a  Nathália Zampieri o “Rede Materna”.

 

foto gabiRede Materna: Por que decidiu começar com o seu negócio próprio? Teve relação com a maternidade?

Gabriela: Já antes de a Bela nascer, sabia que não gostaria de continuar no meu trabalho como jornalista após a sua chegada. Isso porque, trabalhava em período integral e –muitas vezes – também a noite e aos finais de semana, o que me privaria muito da convivência com a minha filha. Assim, comecei a pensar em alternativas. Apesar disso, voltei ao trabalho após o fim da licença-maternidade enquanto decidia o que faria. Foi então que alguns amigos que convidaram a participar do projeto do Jornal Grande Jogada. Me pareceu a oportunidade perfeita! A chance de trabalhar em casa, com horários flexíveis e aceitei o convite. Mais recentemente, a Nathália me disse que havia sido convidada a assumir o Rede materna e decidi abraçar o projeto .

Rede Materna: Para você, quais são os maiores desafios ao se tornar uma empreendedora?

Gabriela: Como o Jornal ainda está em seu começo, estamos buscando fazer com que ele ganhe espaço e cresça. Por enquanto, as maiores dificuldades acontece no que diz respeito a estabilidade financeira e gestão, que não é uma tarefa fácil. No Rede Materna, estamos, aos poucos, planejando e implantando mudanças, o que exige muita dedicação e planejamento.

Rede Materna: Você trabalha em casa? Quais são as suas maiores dificuldades em conciliar o trabalho com a maternidade?

Gabriela: Hoje eu trabalho em casa. É ótimo ter essa oportunidade e poder ficar mais próxima da Bela. As maiores dificuldades acontecem na hora de organizar a rotina, separar um horário para trabalhar conseguindo organizar a situação com as necessidades dela.

Rede Materna: Se tornar uma mãe empreendedora, para você, valeu a pena?

Gabriela: Valeu muito à pena! Ter a oportunidade de acompanhar de perto cada descoberta e o crescimento da minha filha, certamente, compensa as dificuldades. Se continuasse em um emprego de período integral, acredito que teria perdido muitos destes momentos únicos.

Rede Materna: Que conselho você daria para as mães que pretendem começar a empreender ou estão iniciando seus projetos próprios?

Gabriela: Não desista! Encontre algo que você goste de fazer, tenha muita paciência, e acredite no seu potencial. Não vai ser fácil, mas será compensador.

agosto 29, 2016 / por / em
“Eu mãe: mulheres, empreendedoras”: De mãe para mãe

Rede Materna

 

Na série “Eu mãe: mulheres, empreendedoras”, a entrevistada desta semana é Priscila Leutwiler de Alm1-207eida França, de 37 anos. Ela é pedagoga e mãe de três meninos. Moradora de São Paulo, em 2013, ela começou – juntamente com a amiga Daniela, a Pekenitos.

A história do empreendimento começou de maneira simples. Elas eram apaixonadas pela costura e começaram a fazer arte para seus filhos. Com o passar do tempo e o nascimento das sobrinhas – Lara e Luiza – começaram a criar novas peças para o enxoval das meninas. A produção fez sucesso e os amigos começaram a fazer encomendas.

Com uma sobrinha que morava em Londres, elas conheceram os babadores em forma de bandana e se renderam ao charme das peças. Sem perder tempo, começaram a confeccioná-las e foi sucesso garantido.

Hoje, a Pekenitos faz babadores bandana, fraldas de boca, tapa fraldas e bermudas que compõe kits. Capas de amamentação, toalhas fralda, fraldinhas de ombro, babadores, cachecóis e outros também fazem parte dos produtos feitos com muito carinho de mãe para mãe.

Com três anos de experiência como mãe empreendedora, Priscila falou com o Rede Materna e dividiu um pouco de sua experiência. Confira abaixo.

 

Rede Materna: Por que decidiu começar com o seu negócio próprio? Teve relação com a maternidade?

Priscila: Deixamos nossos empregos para ficar mais perto de nossos filhos e descobrimos na paixão pela costura, uma oportunidade de conciliar a maternidade com o trabalho.044

Rede Materna: De onde surgiu a ideia de criar o Pekenitos? Qual é o foco do trabalho de vocês? Pode nos contar um pouco sobre a empresa?

Priscila: Começamos sem querer, costurando peças para o enxoval das sobrinhas que estavam para nascer. As peças fizeram sucesso e começaram a surgir as encomendas. Com minha sobrinha morando em Londres, conhecemos os babadores bandana ingleses em 2013 começamos a fazer por aqui e temos conquistado nosso espaço, pouco a pouco.

Rede Materna: Vocês apenas vendem ou também tem fabricação própria dos produtos?

Priscila: Fazemos tudo: criamos, cortamos, costuramos e vendemos. Aos poucos fomos nos reinventando e nos redescobrindo como empreendedoras.

Rede Materna: Para você, quais são os maiores desafios ao se tornar uma empreendedora? O retorno é como você imaginava ou as dificuldades são maiores?

Priscila: O desafio é grande, conciliar a maternidade e a dedicação necessária para levar adiante a Pekenitos, mas sim, vale a pena. É muito bom estar ao lado dos filhos, levar e buscar, acompanhar lição de casa e vê-los envolvidos na Pekenitos, ajudando e vibrando com cada nova conquista. Optamos por fazer tudo pouco a pouco, passo a passo, gradativamente, e assim o retorno é gradativo também, vem pouco a pouco.

Rede Materna: Você trabalha em casa? É mais difícil trabalhar perto das crianças?

Priscila: Trabalhamos em casa, o que torna o desfio ainda maior. Separar o momento de trabalho do momento das crianças e da casa, organizar as diferentes rotinas em um mesmo espaço requer atenção e disciplina, mas vale cada segundo.

Rede Materna: Para você, quais são as vantagens de se tornar uma mãe empreendedora?

Priscila: Estar sempre por perto dos filhos, mesmo quando estamos trabalhando não tem preço. E além disso, transformar uma paixão em trabalho é maravilhoso. Mesmo com as dificuldades que surgem, comDSCN0510 o desfio de conciliar tudo, vale a pena.

Rede Materna: Que conselho você daria para as mães que pretendem começar a empreender ou estão iniciando seus projetos próprios?

Priscila: Para as mães que pretendem se tornar empreendedoras: aproveitem para investir em seus filhos e em seus sonhos. Não é fácil, mas é compensador. Construir algo, estando perto dos filhos é algo extraordinário.

agosto 22, 2016 / por / em, ,
Saiba a hora certa de trocar a cadeirinha de automóvel do seu filho

É só entrar no carro que uma briga se forma: enquanto os pais tentam colocar a criança na cadeirinha, ela luta com todas as forças para não usar o dispositivo. Já se deparou com essa situação? Mas muito além da birra, os protestos dos pequenos podem evidenciar que chegou a hora de trocar o modelo do item de retenção. “Muitas vezes eles reclamam porque o espaço já é muito pequeno, o cinto não está bem ajustado e ficar ali não é confortável”, explica Amanda Teixeira, coordenadora de desenvolvimento da Tutti Baby, empresa especializada nestes produtos.

Para evitar o contratempo e garantir que as crianças estarão de fato seguras na cadeirinha, Amanda dá algumas dicas para que os pais não percam o momento certo de substituir o produto. “É preciso estar atento porque eles são classificados por peso e idade. Se não estiver adequado ao tamanho da criança, não vai adiantar utilizar”, diz.

Antes de adquirir a cadeirinha, a profissional ressalta que é importante saber qual o peso da criança. “Assim você vai identificar quais são os modelos mais indicados. Ao escolher, procure testar a peça, com a criança sentada nela. Dessa forma dá para avaliar o conforto e se o seu filho ficará bem aconchegado no item de retenção”, explica.

Para Amanda, depois da compra efetuada o principal cuidado está relacionado à instalação da peça. “Verifique o manual de instruções para que a cadeirinha seja usada corretamente. Geralmente ela é presa com o cinto de segurança e ele deve passar pelo local certo”, orienta.

Não dá mais. E agora?
A coordenadora da Tutti Baby explica que as cadeirinhas são divididas em cinco grupos:

Grupo de massa O : de 0 kg até 10 kg, altura aproximada de 0,72m, até 9 meses

Grupo de massa O+: de 0 kg até 13 kg, altura aproximada de 0,80m, até 1 ano

Grupo de massa I – de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até dois anos e oito meses

Grupo de massa II – de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15m, até cinco anos

Grupo de massa III – de 22 kg a 36 kg, altura aproximada 1,30m, até 10 anos.

“Verifique em qual grupo o seu filho se encaixa e busque por um item classificado dentro dessa classificação. Depois, garanta que o cinco esteja bem ajustado. Caso a criança utilize o cinto da cadeirinha, ele deve estar firme, mas não muito apertado. O ideal é que esteja com dois dedos de folga”, lembra Amanda.

Para as crianças maiores, que serão presas ao cinto do carro, a profissional diz que ele ajuda a saber se o dispositivo de retenção é ou não o ideal. “Se o cinto passar pelo peito significa que está certo. Se ficar muito próximo ao pescoço é porque a cadeirinha não é adequada. Nesse caso, busque outro modelo, que garanta a adaptação perfeita”, conclui.

Cadeirinhas devem ser escolhidas conforme o grupo em que a criança de sencaixa. Na imagem, o modelo Ninna, da Tutti Baby, que se adapta a três grupos | Imagem: Divulgação

 

bebê conforto

Bebê-conforto: indicado para os grupos ) (na posição da foto) e 0+, com o bebê virado para frente Clique para ver maior | Imagem: Divulgação

 

cadeirinha2

Além de garantirem a segurança, dispositivos de retenção devem estar confortáveis para os pequenos | Imagem: Divulgação

*Com informações da assessoria

abril 4, 2016 / por / em,
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