Empreendedorismo Materno

1ª Feira do Rede MÃE Empreender

@rede.mae.empreender é um projeto que nasceu para fomentar o empreendedorismo materno em Campo Grande/MS e é com muita alegria que convidamos a todos a participarem da 1ª Feira com mães empreendedoras deste grupo.

OBS.: Os bates papos e oficinas poderão ser cancelados sem aviso prévio…

Dias: SÁBADO 16 de dez (13 as 19 hrs) | DOMINGO 17 de dez (9 as 12 hrs)
Local: ESPAÇO DELLA MADRE | Benjamin Constant 372, Vila Planalto.
Ponto de referência: Rua lateral da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.Campo Grande – MS.
Entrada: Arrecadando 1 kg de alimento não perecível para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos (mas não é obrigatório).
Dúvidas e informações falar com Daniela 67 99287-8101;
Organização: Rede Mãe Empreender e Rede Materna;
Apoio: De todas as mães empreendedoras do grupo;

Que tal evitar filas e correria para as compras de Natal? Aproveite para prestigiar, incentivar e fortalecer os pequenos negócios! Eu e outras empresárias estaremos nesta feira oferecendo peças exclusivas, personalizadas, inovadores, sustentáveis, com preços especiais, além de tudo teremos muitas atrações para toda família, veja o que você vai encontrar por lá:

– Sessão fotográfica para os visitantes em espaço natalino (com arrecadação de doação para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos);
– Pipoca e pipoca de sagu (para os pequenos);
– Espaço com atividades sensoriais e sonoros para crianças (com acompanhamento dos pais);
– Pula pula;

Sábado dia 16 de dez:

– 14:30 hrs Cuidados com as crianças Dra Julianna Andrade
– 15:30 hrs Sono Infantil (Consultora Flávia Jussiani)
– 16:30 hrs Amamentação (Enfermeira Paula Serafim – Nananenê)
– 17:30 hrs Terrible Two (Psicologa Janaina Goulart e Pâmela Souza)
– 18:30 hrs Preparação para o parto (a confirmar)

Domingo
– 9 hrs Dúvidas sobre Gestação (Dra Paula Lidiane 😍)
– 9:30 hrs Oficina de Higienização e escovação de dentes para crianças e pais com Massochin França
– 10 hrs Musicalização infantil (Cristiane Dobelin)
– 11 hrs Pedagogia Waldorf vc conhece? (AEDA Associação Educacional Antroposófica de MS)

Oficinas com valor de 10 reais e com direito a e-book!
– Armazenamento, higienização e cortes para lancheira;
– Dicas de make com Mary Kay;
– Oficina de Cupcake com pais e filhos;
– Higienização de pele (rosto, mãos e pés) com Akmos;
– Automaquiagem com Contém 1G;

Antecipe sua inscrição pelo site Rede Materna preenchendo formulário abaixo:

dezembro 12, 2017 / por / em, ,
Empreender mudou a história da sua família? Dê voz a sua história!

O CG FAMILY WEEK é um espaço único em Mato Grosso do Sul. Aqui você pode contar a sua história e demonstrar o seu produto em um só lugar!

Se você é pai ou mãe e saiu do seu emprego formal e se aventurou no mundo do empreendedorismo em busca de flexibilidade para ter mais tempo para sua família, aqui é o seu lugar. Aumente sua rede de clientes apresentando uma degustação do seu produto ou serviço no CG FAMILY WEEK!

Em um mesmo espaço teremos rodas de conversa, palestras, troca de experiências, Oficinas e muito mais. Todo o conteúdo desde o nascimento de um bebê até cuidados com idosos em um só lugar!

Seus filhos sempre serão bem vindos no nosso espaço. A Allegro Brinquedoteca preparou um cantinho especial com atividades psicomotoras com pedagogas e muitas atividades exclusivas para os filhos de seus convidados.

O evento é gratuito ao público em geral. Nossa sala tem capacidade para até 30 expectadores e por isso abrimos inscrições aqui para cada palestra.

Nossa primeira Edição será do dia 08 de Julho até o dia 15 de Julho e ainda dá tempo de participar!

Quer aumentar a sua visibilidade e demonstrar o seu trabalho no CG FAMILY WEEK?

Envie um email para: contato@redematerna.com.br

Assunto: Quero contar a minha história no CG FAMILY WEEK

 

Lhe retornaremos para fechamento de negócio!

 

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Maquete 3D – Mmarques arquitetura e interiores

junho 26, 2017 / 2 Comentários | por / em,
Coaching para mulheres e mães, você sabe do que se trata?

O Rede Materna entrevistou Carol Hornos, Coach de mulheres e mães, co-fundadora do Movimento Brincacidade, para tirarmos várias dúvidas:

1. Sabemos que hoje a vida de uma mãe não se limita apenas à função maternal. Mas como surgiu o interesse em fazer um coaching exatamente para mulheres?

O Desnudar da maternidade me colocou frente a frente comigo mesma, me fez mergulhar em mim, ocupar espaços internos que eu antes desconhecia, foi esse processo tão revolucionário que, na minha experiência, serviu como um verdadeiro despertar, proporcionando uma imersão em mim mesma, me levando a uma caminhada de auto investigação e autoconhecimento.

A maternidade chegou para mim como um processo de conquista, com muito esforço, não foi algo simples, talvez pela força trazida por esse tensionamento eu tenha mergulhado de uma forma muito profunda nas questões que permeiam o universo materno e essa profundidade me permitiu esse transbordamento e naturalmente veio o foco do trabalho em mulheres.

2. O que percebeu nesse cenário das mulheres mães contemporâneas e como você se dispõe a orientar? Como é realizado o coaching e de que forma o programa auxilia as mães a terem uma vida melhor organizada, sem sentimento de culpa?

A mulher contemporânea é filha, neta, bisneta, de uma luta histórica feminina, que busca sua condição de equidade. E nesse processo, a mulher hoje não quer mais ficar em um lugar dual de ser mãe ou ser profissional, essa mulher se expandiu, ela se percebe muito mais inteira e cheia de possibilidades que não a enquadram em um lugar disso ou daquilo.

Ela quer se expressar livremente, a partir do que faz sentido, que nutre sua alma, que alimenta seu espírito, que brilha seus olhos e arrepia seu corpo. Mas nem sempre ela encontra esse espaço. E por “esse espaço” podemos entender que pode ser algo mais subjetivo como um espaço interno de empoderamento dela mesma, ou até mesmo, um espaço externo, submetido a força e peso da nossa tradição cultural que não autoriza que a mulher seja tão plena quanto ela pode ser.

Um programa de coaching primeiro vem mostrar para essa mulher que ela não está só, que somos muitas e juntas somos muito mais fortes. O simples ato de reunir mulheres para partilha de experiências já é de uma riqueza significativa, pois uma das armadilhas que muitas vezes somos submetidas é justamente do isolamento social.

Quando criamos esse encontro, e desse encontro co-criamos um espaço de escuta, acolhimento, espelhamento, abrimos condição para isso se tornar uma rede e muitas mulheres buscam justamente esse lugar para sentirem-se seguras o suficiente para encararem de frente o seu próprio processo de autoconhecimento. É uma decisão de coragem, de se colocar despida frente a frente com você mesma, do jeito que você é, com suas luzes e sombras que integram o seu ser.

Esse desejo, costumeiramente, mas nunca é uma regra porque cada mulher é única, se intensifica no momento que a mulher está no final do seu período de licença maternidade.

Dentro do programa de coaching essas questões são aprofundadas, caminho junto com essa mulher na descoberta das suas próprias necessidades, em camadas tão profundas quanto ela desejar. Identifico com ela as estratégias que essa mulher poderá acessar para que ela consiga ter suas necessidades atendidas e trabalho a lente, ou perspectiva pela qual ela estrutura o processo de decisão e escolha por uma ou outra estratégia e a isso chamamos de sistema de crenças. Basicamente o trabalho é estruturado dessa forma piramidal.

3. Quais são as principais dificuldades hoje em se conciliar tantas demandas? O que você tem ouvido nesse caminho?

Talvez a principal dificuldade seja saber realmente nomear suas necessidades e a partir disso identificar uma ordem de prioridade ou relevância para elas.

Estamos dentro de um sistema, que nos impõe certas necessidades que não são nossas e isso faz muitas vezes que o processo de decisão e escolha dessa mulher fique desorientado.

Além disso, quando ela consegue estar conectada com sua própria essência e sabe claramente do que precisa, ela se depara com esse isolamento social, como se ela fosse a única responsável por dar conta de resolver todas as suas questões pessoais e consequentemente de seus filhos.

Precisamos ressiginificar o provérbio africano que nos diz que é necessária uma aldeia inteira para se educar uma criança.

Pois, o fato é que nosso sistema de vida atual é completamente distante de um sistema comunitário, e isso sobrecarrega a mulher. Precisamos que os atores sociais de nossa sociedade moderna se comprometam todos com a criação dessas crianças. Desde um sistema de saúde acessível e “humanizado”, que cuide da saúde reprodutiva da mulher, passando por uma rede de apoio real que de fato chegue na realidade dessa mãe, até empresas com uma visão comprometida com sua responsabilidade social no ato de receber essa mulher que foi mãe de uma criança que se tornará um cidadão ativo, consciente, se todos colaborarem, a legitimando como profissional capaz e indispensável na sua condição de mãe sem descaracterizá-la.

4. Como organizar o tempo entre trabalho e estudo com filhos? Cada caso é um caso? Como o autoconhecimento por ajudar nesse sentido?

Cada uma mulher é única, sua história é singular e, portanto, seus desejos e entendimentos do que de fato significa uma conciliação de demandas também serão absolutamente individuais.

Nos atendimentos individuais ou em grupo, costumo perguntar a essa mulher o que para ela é mais essencial ou do que ela não abre mão de cada uma das esferas da sua vida, com isso ela vai construindo sua teia de prioridades, de valores, de objetivos e assim entendendo o que cabe em cada momento com o que ela tem disponível “hoje”.

Temos algumas ferramentas que nos apoiam nessa construção, e disponibilizo às mulheres que desejam lançar mão disso.

É importante desmistificar essa mulher maravilha, isso além de não existir, não é saudável.

A mulher é como todo mundo um ser que vive 24hs, e que, portanto, não irá dar conta de casa, filhos, relacionamento, trabalho e assim por diante como uma heroína. Precisamos falar mais sobre divisão de trabalho doméstico, de rede de apoio, de inclusão social dessa mulher em todos os âmbitos, lembrando sempre que isso passa por entender e aceitar a mulher, nesse caso, sendo mulher e mãe, e não a descaracterizando para enquadra-la nos moldes já pré-estabelecidos.

5. Como lidar com as questões infantis e demandas de crianças sem esquecer de si própria? Há um termômetro para que a mulher perceba que pode melhorar, consigo e com a cria?

Essa pergunta é bastante complexa, porque é muito pessoal e depende muito do arranjo social familiar que essa criança e mãe estão inseridas.

Um passo importante, no meu entendimento, é compreender que questões infantis e demandas das crianças não estão única e exclusivamente sob responsabilidade da mãe.

Se estamos dentro de um casal hetero-normativo é fundamental a inclusão do pai, como pai e não como ajudante.      Isso envolve aceitação, decisão e ação de ambos.

Se no arranjo familiar a criança é filha de pais separados, de igual forma, cada um, pai e mãe, precisam se responsabilizar pelos cuidados e educação dessa criança. Maternidade não é estado civil, mas na prática essa divisão de responsabilidades anda muito desigual, e com isso, a mulher fica muito sobrecarregada.

Além disso, ao meu ver, é fundamental que a rede de apoio funcione, que liberem essa mulher para viver seu processo de maternidade do lugar que ela escolheu, legitimando suas escolhas como um ato respeitoso à uma mulher adulta, capaz que é responsável por suas decisões.

Sobre esse termômetro, eu só acredito em um processo de “melhoria”, se é que podemos usar esse termo, com alguém, nesse caso com a criança, se esse processo primeiro passar por ela própria. Não vejo outro caminho de evolução que não esteja intimamente ligado ao amor próprio, autor espeito e autocuidado.

Caroline Hornos, mãe do João Gabriel, Coach e Empreendedora Social. Atualmente com projetos direcionados ao público materno com o Coaching – Expressões de Mim – Encontro com a Mulher que Agora Sou e também oferecendo os ciclos Empreender com Propósito I e II., além de promover Rodas de Conversas com temáticas variadas em todo Rio de Janeiro. Co-fundadora do Movimento Brincacidade, um movimento comprometido com uma cidade educadora, viva que prioriza a infância.

abril 25, 2017 / por / em, ,
Vamos empreender na internet?

Hoje, quando eu paro e olho pra trás, do dia que pensei em empreender, até o dia que isso se tornou uma realidade em minha vida, vejo o quanto de tempo eu perdi. Eu sei que muito do que vivi no mundo corporativo ajudou a me tornar a profissional que sou hoje, tive ótimos chefes, líderes, colegas de trabalho. Ampliei minha visão do mundo dos negócios, aprendi muito da parte técnica e operacional de uma empresa.

Mas empreender é tão bom, tão gratificante, que olho pra tudo isso e me pergunto porque não comecei a empreender antes. Por isso, hoje, eu queria te fazer um convite e provocar essa reflexão. Vamos empreender?  Se em algum momento, você já pensou nisso, já teve vontade, mas por algum motivo deixou passar, é hora de pensar novamente.

Pense nas suas motivações, escute suas ideias, busque conhecimento, faça parte de grupos de apoio, leia sobre casos de sucesso. Hoje, temos tudo aqui na internet, informações, cursos, grupos, tudo a um clique de distância. Podemos participar, agir e até mesmo empreender, sem precisar sair de casa. Desenhe seus projetos, veja suas possibilidades. Se eu tivesse tudo isso que temos hoje, tanta informação voltada para o empreendedorismo materno, talvez tivesse ido por esse caminho antes.

Eu achava que mãe querendo empreender era loucura, mas hoje vejo que é realidade, não só minha, mas de muitas, mas muitas mulheres, que viram nos filhos a motivação para realizar esse sonhos. Medo a gente tem mesmo, não tem jeito, mas como dizem por aí, “se der medo, vai com medo mesmo!” E lembre-se você não está sozinha!

E conte conosco! O Empreender Materno é um projeto que visa mostrar às mães as possibilidades de se empreender na internet, aproveitando todas as vantagens que esse tipo de empreendedorismo traz para quem tem filho.

Bárbara Vitoriano é mãe de duas, Jornalista por profissão e paixão, blogueira e empreendedora digital. Após a maternidade descobriu um novo mundo, novas paixões e daí surgiram novos projetos e negócios. Nascia uma mãe empreendedora que queria mais controle sobre sua rotina para ter uma maternidade mais ativa. Escreve no www.indiretasmaternas.com.br e fala sobre empreendedorismo materno no www.empreendermaterno.com.br

março 23, 2017 / por / em,
Dicas de Estilo: Moda Gestante

É justamente sabido e acontece com a grande maioria das mulheres, a queda da auto-estima durante o período gestacional. Com as mudanças no corpo, a mulher encontra maior dificuldade em se “enxergar” bem vestida e na moda estando grávida. Mas, como a moda é feita para todos, é só saber o quê e como usar!

Os decotes em “V” alongam o colo e dão profundidade, disfarçando na medida o volume dos seios. As calças e shorts mais soltos, trazem uma proporção muita equilibrada das partes superior e inferior do corpo, além de serem mais confortáveis, afinal, geralmente usa-se elementos mais amplos em cima por conta do aumento abdominal. O equilíbrio das cores e estampas também funcionam bem: estampas aumentam a silhueta, sendo interessante optar então por cores lisas ou listras verticais, que alongam ligeiramente a silhueta e não comprometem quando compostas até com outro tipo de estampa.
A sapatilha virou ítem oficial da gestante, mas não necessariamente precisa ser assim, podendo sim ser usado um salto de tamanho mediano, o que alonga a silhueta e deixa qualquer look mais “arrumado”. E que tal substituir as sapatilhas pelos tênis que estão altamente em evidência?! O look ficará super moderno e fashion, podendo ser usado com alfaiataria, vestidos amplos ou justos, saias, shorts, “jumpsuits” (macacões), enfim…todos ítens do closet de uma mulher, gestante ou não, atualmente combinam perfeitamente com o tênis.

Foco nos acessórios: lenços, colares, pulseiras, roubam a atenção muitas vezes até do próprio look, sendo assim, quanto mais pele aparecer e mais acessórios equilibrados tiver, melhor será a composição.
As roupas mais justas também têm seu lugar  de valor durante a gestação, e para não impactar tanto visualmente, o adequado é conciliar ao uso de uma “peça disfarce”, ou seja, uma camisa aberta por cima de um vestido justo ou amarrada na cintura, irá disfarçar sutilmente as curvas sem deixar de ser moderno e interessante.”

Abaixo alguns looks de inspiração:

Thaís Castilho Viais, fashion, personal stylist, com foco em consultoria de imagem e estilo pessoal. Thaís, mãe da Stella de 7 anos, estará dando dicas especiais para o nosso público materno-infantil (gestantes, mamães que estão amamentando, crianças e para mamães que estão querendo encontrar um estilo)!

janeiro 23, 2017 / por / em, , ,
As mães empreendedoras e as metas

1515omeço de ano é um momento muito propício para pensarmos em nossas metas e objetivos. Para as mães empreendedoras, pensar nas metas é ainda mais importante.

Se as mães começam a empreender para ter mais flexibilidade na vida e na carreira, o bom uso do tempo deve ser pensado, planejado e usado para que você chegue o mais rápido possível nos seus objetivos.

Mas para chegar até eles, em primeiro lugar é preciso definí-los de forma correta.

As metas são como marcações no caminho que nos levam ao resultado final. Cada vez que uma é cumprida, criamos fôlego para seguir para a próxima.

Mas para que elas sejam efetivas, é importante que elas tenham algumas características:

  • Mensuráveis
  • Alcançáveis
  • Relevante
  • Tempo-limite
  • Específica

Vamos a um exemplo? Você precisa vender 3 mil reais em um mês, mas se dividir por 30 que são os dias do mês, sabe que por dia tem que vender no mínimo 100 reais.

Note que esta meta ficou muito mais motivadora e além disso, ficou mensurável (porque você pode medir), alcançável (é possível de ser atingida), relevante (você precisa vender este valor para sustentar a empresa), tempo-limite (24 horas é o tempo limite que tem para atingir esta meta) e é específica (meta de vendas).

Faça isso com seus outros objetivos. Dessa forma, é mais fácil dividir o trabalho entre os dias, mas fácil de controlar os resultados e de fazer mudanças em seu negócio ou rotina de trabalho, se necessário.

Bárbara Vitoriano é mãe de duas, Jornalista por profissão e paixão, blogueira e empreendedora digital. Após a maternidade descobriu um novo mundo, novas paixões e daí surgiram novos projetos e negócios. Nascia uma mãe empreendedora que queria mais controle sobre sua rotina para ter uma maternidade mais ativa. Escreve no www.indiretasmaternas.com.br e fala sobre empreendedorismo materno no www.empreendermaterno.com.br

janeiro 15, 2017 / por / em,
Fisioterapia Obstétrica

A Fisioterapia Obstétrica é uma especialidade muito importante que atua durante a gestação, trabalho de parto e pós-parto para uma melhor qualidade de vida.  Durante a gestação auxilia na prevenção e tratamento de dores musculares e articulares, na melhora da postura e da circulação sanguínea.

Para as gestantes que se interessam pelo parto normal são realizados exercícios de preparação para o parto, mobilização pélvica e orientações para o trabalho de parto. Para as gestantes que não optarem ou por algum motivo não possa realizar o parto normal, também é realizado um trabalho de fortalecimento da musculatura do períneo, que é um grupo de músculos bastante sobrecarregados durante a gestação. Algumas técnicas são utilizadas dentro da Fisioterapia Obstétrica, dentre elas: Cinesioterapia, Pilates, Crioterapia, Utilização de calor, Terapia Manual, Massoterapia, Bandagem Terapêutica, Drenagem Linfática, entre outras.

Durante o Trabalho de parto são realizados exercícios e posturas que auxiliam na dilatação do colo uterino, técnicas de massagens para relaxamento, uso de água quente, eletroestimulação para redução da dor e exercícios respiratórios, também são realizados procedimentos como ausculta do batimento cardíaco fetal e aferição de pressão arterial se necessário.

No pós-parto são realizados exercícios e técnicas para tratar dores, reduzir inchaços, tensões e reabilitar músculos, fazendo com que o corpo volte para o estado não gravídico mais rapidamente.

No pós-parto de gestantes de alto risco a fisioterapia é indicada ainda na maternidade/hospital.

Se você é de Campo Grande/MS, agende uma aula experimental e conheça as técnicas utilizadas dentro da Fisioterapia Obstétrica.

Giselle Venciguerra Fernandes, mãe de uma menina, Fisioterapeuta com especialização em Saúde da Mulher, atua na área de Obstetrícia. Possui formação em doula e a21tualmente é responsável pelo curso de gestante da unimed CG, e atua em consultório realizando: preparação para o parto, aula de parto, pilates para gestante e pós-parto, fisioterapia para dor, massoterapia e drenagem linfática em gestantes. Acompanha partos de gestantes de alto risco, onde realiza fisioterapia no pós-parto e procedimento para prevenção de trombose.

dezembro 22, 2016 / por / em, ,
Vale a pena ter uma loja virtual?

Diante das facilidades de se montar e gerenciar uma loja virtual, este acaba sendo o caminho que muitas mães empreendedoras escolhem.

Mas para a empresa dar certo, não basta montar a loja, é preciso saber vender pela internet o que é um pouco diferente de vender de modo presencial.

Então, uma das perguntas que mais recebemos lá no Empreender Materno é justamente se vale a pena ter uma loja virtual, se é possível um negócio pequeno sobreviver e concorrer com tantas lojas grandes.

A resposta é sim, mas é preciso planejamento e conhecimento da área para se destacar e conquistar clientes.

Ter uma loja virtual têm uma série de vantagens:

– Baixo custo de criação;
– Baixo custo de manutenção;
– Loja sempre aberta;
– Possibilidade de atingir nichos e micronichos;
– Possibilidade de automatizar os processos;

Para mães empreendedoras, ela se torna um ótimo caminho, já que podemos coordenar horários para trabalhar na loja, assim como para empacotar, despachar e dessa forma ter flexibilidade de horário de trabalho.

Mas ao mesmo tempo temos desafios a serem superados. É preciso conhecer a fundo todos os processos que envolvem uma loja que vão desde impostos, logística até ao marketing.

Por isso, se está em dúvida se monta ou não uma loja virtual, o melhor é realizar uma pesquisa sobre seu nicho, conhecer mais de e-commerce e marketing digital para se preparar a vencer qualquer desafio que venha a surgir.

É válido lembrar que esta é uma área em franco crescimento e se, começar de maneira correta, são grandes as chances de dar certo.

Bárbara Vitoriano – é mãe de duas, jornalista por profissão e paixão, blogueira e empreendedora digital. Após a maternidade descobriu um novo mundo, novas paixões e daí surgiram novos projetos e negócios. Nascia uma mãe empreendedora que queria mais controle sobre sua rotina para ter uma maternidade mais ativa. Escreve no www.indiretasmaternas.com.br e fala sobre empreendedorismo materno no www.empreendermaterno.com.br

novembro 24, 2016 / por / em,
“Eu mãe: mulheres, empreendedoras”: De mãe para mãe

Rede Materna

 

Na série “Eu mãe: mulheres, empreendedoras”, a entrevistada desta semana é Priscila Leutwiler de Alm1-207eida França, de 37 anos. Ela é pedagoga e mãe de três meninos. Moradora de São Paulo, em 2013, ela começou – juntamente com a amiga Daniela, a Pekenitos.

A história do empreendimento começou de maneira simples. Elas eram apaixonadas pela costura e começaram a fazer arte para seus filhos. Com o passar do tempo e o nascimento das sobrinhas – Lara e Luiza – começaram a criar novas peças para o enxoval das meninas. A produção fez sucesso e os amigos começaram a fazer encomendas.

Com uma sobrinha que morava em Londres, elas conheceram os babadores em forma de bandana e se renderam ao charme das peças. Sem perder tempo, começaram a confeccioná-las e foi sucesso garantido.

Hoje, a Pekenitos faz babadores bandana, fraldas de boca, tapa fraldas e bermudas que compõe kits. Capas de amamentação, toalhas fralda, fraldinhas de ombro, babadores, cachecóis e outros também fazem parte dos produtos feitos com muito carinho de mãe para mãe.

Com três anos de experiência como mãe empreendedora, Priscila falou com o Rede Materna e dividiu um pouco de sua experiência. Confira abaixo.

 

Rede Materna: Por que decidiu começar com o seu negócio próprio? Teve relação com a maternidade?

Priscila: Deixamos nossos empregos para ficar mais perto de nossos filhos e descobrimos na paixão pela costura, uma oportunidade de conciliar a maternidade com o trabalho.044

Rede Materna: De onde surgiu a ideia de criar o Pekenitos? Qual é o foco do trabalho de vocês? Pode nos contar um pouco sobre a empresa?

Priscila: Começamos sem querer, costurando peças para o enxoval das sobrinhas que estavam para nascer. As peças fizeram sucesso e começaram a surgir as encomendas. Com minha sobrinha morando em Londres, conhecemos os babadores bandana ingleses em 2013 começamos a fazer por aqui e temos conquistado nosso espaço, pouco a pouco.

Rede Materna: Vocês apenas vendem ou também tem fabricação própria dos produtos?

Priscila: Fazemos tudo: criamos, cortamos, costuramos e vendemos. Aos poucos fomos nos reinventando e nos redescobrindo como empreendedoras.

Rede Materna: Para você, quais são os maiores desafios ao se tornar uma empreendedora? O retorno é como você imaginava ou as dificuldades são maiores?

Priscila: O desafio é grande, conciliar a maternidade e a dedicação necessária para levar adiante a Pekenitos, mas sim, vale a pena. É muito bom estar ao lado dos filhos, levar e buscar, acompanhar lição de casa e vê-los envolvidos na Pekenitos, ajudando e vibrando com cada nova conquista. Optamos por fazer tudo pouco a pouco, passo a passo, gradativamente, e assim o retorno é gradativo também, vem pouco a pouco.

Rede Materna: Você trabalha em casa? É mais difícil trabalhar perto das crianças?

Priscila: Trabalhamos em casa, o que torna o desfio ainda maior. Separar o momento de trabalho do momento das crianças e da casa, organizar as diferentes rotinas em um mesmo espaço requer atenção e disciplina, mas vale cada segundo.

Rede Materna: Para você, quais são as vantagens de se tornar uma mãe empreendedora?

Priscila: Estar sempre por perto dos filhos, mesmo quando estamos trabalhando não tem preço. E além disso, transformar uma paixão em trabalho é maravilhoso. Mesmo com as dificuldades que surgem, comDSCN0510 o desfio de conciliar tudo, vale a pena.

Rede Materna: Que conselho você daria para as mães que pretendem começar a empreender ou estão iniciando seus projetos próprios?

Priscila: Para as mães que pretendem se tornar empreendedoras: aproveitem para investir em seus filhos e em seus sonhos. Não é fácil, mas é compensador. Construir algo, estando perto dos filhos é algo extraordinário.

agosto 22, 2016 / por / em, ,
Vem com a gente
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