Maternidade

1ª Feira do Rede MÃE Empreender

@rede.mae.empreender é um projeto que nasceu para fomentar o empreendedorismo materno em Campo Grande/MS e é com muita alegria que convidamos a todos a participarem da 1ª Feira com mães empreendedoras deste grupo.

OBS.: Os bates papos e oficinas poderão ser cancelados sem aviso prévio…

Dias: SÁBADO 16 de dez (13 as 19 hrs) | DOMINGO 17 de dez (9 as 12 hrs)
Local: ESPAÇO DELLA MADRE | Benjamin Constant 372, Vila Planalto.
Ponto de referência: Rua lateral da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.Campo Grande – MS.
Entrada: Arrecadando 1 kg de alimento não perecível para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos (mas não é obrigatório).
Dúvidas e informações falar com Daniela 67 99287-8101;
Organização: Rede Mãe Empreender e Rede Materna;
Apoio: De todas as mães empreendedoras do grupo;

Que tal evitar filas e correria para as compras de Natal? Aproveite para prestigiar, incentivar e fortalecer os pequenos negócios! Eu e outras empresárias estaremos nesta feira oferecendo peças exclusivas, personalizadas, inovadores, sustentáveis, com preços especiais, além de tudo teremos muitas atrações para toda família, veja o que você vai encontrar por lá:

– Sessão fotográfica para os visitantes em espaço natalino (com arrecadação de doação para Afrangel – Lar dos Sonhos Positivos);
– Pipoca e pipoca de sagu (para os pequenos);
– Espaço com atividades sensoriais e sonoros para crianças (com acompanhamento dos pais);
– Pula pula;

Sábado dia 16 de dez:

– 14:30 hrs Cuidados com as crianças Dra Julianna Andrade
– 15:30 hrs Sono Infantil (Consultora Flávia Jussiani)
– 16:30 hrs Amamentação (Enfermeira Paula Serafim – Nananenê)
– 17:30 hrs Terrible Two (Psicologa Janaina Goulart e Pâmela Souza)
– 18:30 hrs Preparação para o parto (a confirmar)

Domingo
– 9 hrs Dúvidas sobre Gestação (Dra Paula Lidiane 😍)
– 9:30 hrs Oficina de Higienização e escovação de dentes para crianças e pais com Massochin França
– 10 hrs Musicalização infantil (Cristiane Dobelin)
– 11 hrs Pedagogia Waldorf vc conhece? (AEDA Associação Educacional Antroposófica de MS)

Oficinas com valor de 10 reais e com direito a e-book!
– Armazenamento, higienização e cortes para lancheira;
– Dicas de make com Mary Kay;
– Oficina de Cupcake com pais e filhos;
– Higienização de pele (rosto, mãos e pés) com Akmos;
– Automaquiagem com Contém 1G;

Antecipe sua inscrição pelo site Rede Materna preenchendo formulário abaixo:

dezembro 12, 2017 / por / em, ,
Apresentação do BCU (Banco de Cordão Umbilical Brasil)

Abaixo temos uma apresentação do BCU (Banco de Cordão Umbilical Brasil):

BCU | Banco de Cordão Umbilical Brasil

  • O BCU é o maior banco de cordão umbilical da América, com laboratórios nos EUA, México, Brasil e Argentina. Estabelecido no México desde 2000 e no Brasil desde 2009. Oferece atendimento personalizado, com hora marcada e coleta 24 horas por dia, sete dias por semana. Realiza coleta do sangue do cordão umbilical (SCUPA) no ato do parto (normal ou cesárea) de forma segura, indolor e sem riscos para a mamãe ou o bebê. Processa esse sangue e armazena as células tronco extraídas dele para futuras intervenções de terapia celular. O grupo possui a certificação GLC ISO 9001-2008 e Great Place to Work.

  • Conta com profissionais com mais de 10 anos de experiência em criogenia e possui laboratórios modernos com os melhores equipamentos existentes no mercado mundial e procedimentos de última geração, em consonância com a Internacional Net Cord Foundation, além de estar 100% adequado às normas da vigilância sanitária.

  • Utiliza um sistema totalmente fechado, o SEPAX, para processamento das amostras, extinguindo qualquer risco de contaminação externa ao mesmo tempo em que garante maior obtenção de células-tronco e maior viabilidade celular armazenando as células-tronco em bolsas bipartidas, aumentando as possibilidades de aproveitamento. Além disso, utiliza um envelope especial (OVERWRAP) que envolve a bolsa de congelamento, garantindo 100% de segurança ao processo.

  • Realiza, anualmente, teste de viabilidade celular em amostras, garantindo que as mesmas estão em condições de uso e provê suporte técnico para o tratamento, caso necessário.

  • Parceiro e apoiador de órgãos de pesquisas com células-tronco em todo o país. Nosso interesse é garantir segurança e confiabilidade às gestantes, para que elas possam optar por realizar a coleta e criopreservação das células de seus filhos. Hoje, segunda a Lei no 11633/07 em seu artigo 9, toda mulher deve ter acesso às informações referentes à doação do sangue do cordão umbilical e placentário, seja por um banco privado, como o nosso, ou público (hoje no país dois apenas ligados às maternidades dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês).

Células- Tronco:

O que são células-tronco ou estaminais? As células-tronco são células básicas – “coringas” que, se originam após o encontro do espermatozóide com o óvulo as quais durante o desenvolvimento embrionário, se convertem em todos os tipos de células (células do miocárdio, células nervosas, glóbulos vermelhos, células cutâneas, etc.). A Natureza torna isto possível através da existência de CÉLULAS TRONCO ADULTAS: células que se dividem numa nova célula-tronco e numa célula especializada como, por exemplo, uma célula nervosa, célula dérmica, hepática e etc. Em etapas avançadas da vida, as células-tronco “reparam” os tecidos danificados.
Por isso são VITAIS para cada um de nós.
São células capazes de multiplicar-se e diferenciar-se nos mais variados tecidos do corpo humano (sangue, ossos, nervos, músculos, etc.). Uma maravilhosa descoberta que tem tornado esperanças de tratamentos de diversas doenças em curas consumadas.
Em uma visão mais simples, podemos descrevê-las como: peças novas que podem substituir peças defeituosas,
isso porque elas se transformam em qualquer célula do organismo ou se fundem a uma célula doente, tornando-a
saudável.
Essas células encontram-se disponíveis em vários tecidos do organismo, como: sangue do cordão umbilical, no próprio cordão umbilical, no líquido amniótico, na medula óssea, na gordura, nos dentes, no interior de alguns órgãos, sangue periférico, etc.
Porem é no sangue do cordão umbilical que facilmente conseguimos captar grande número de células tronco, e com o grande diferencial, são “virgens”, ou seja, não sofreu nenhuma interferência de fatores externos, sendo 100% compatíveis com o doador e considerada uma das mais saudáveis.

A COLETA

É uma coleta simples e indolor tanto para mamãe quanto para o bebê e não interfere em absolutamente nada nos procedimentos rotineiros do parto. O sangue do cordão é coletado em sistema fechado, protegido de contaminação, sendo retirado por meio de punção da veia umbilical. É realizado no centro obstétrico após a retirada do bebê, e do corte do cordão umbilical.

É realizada a assepsia do cordão pelo obstetra que realizará a coleta e o mesmo puncionará a veia do cordão
umbilical que estará ainda ligado a placenta dentro do útero, ou não. Todo material é acondicionado em uma caixa
de transporte de material biológico e encaminhado para o laboratório onde será processado e crio preservado a –
196ºC.
Esse material será processado em sistema fechado totalmente estéril, através do equipamento SEPAX.
Essa tecnologia permite a redução do volume a ser congelado e consequentemente uma diminuição no protetor
celular (DMSO) utilizado, promovendo uma melhora na qualidade do processo e uma recuperação na quantidade
de células.
Durante o procedimento é realizado a dosagem de CD34 para a detecção das células progenitoras, exames microbiológicos, contagem de células e viabilidade celular. Armazenamos separadamente 2 batoques de 5ml e 5 segmentos (para teste de viabilidade celular que são realizados anualmente).
Os testes de viabilidade (anexos) são realizados anualmente de maneira randômica e por amostragem,
com a anuência e supervisão da vigilância sanitária e tem por finalidade verificar a qualidade das células
armazenadas em nossos tanques. Amostras de todos os lotes são testadas.
A célula mais velha armazenada no mundo encontra-se nos EUA e data de 1989 e ainda encontra-se
viva e viável para utilização. Acreditamos que se há 25 anos com a tecnologia da época o processo já obteve esse
sucesso, as tecnologias atuais são capazes de nos proporcionar uma longevidade ainda maior.
Transplantes com células armazenadas no BCU.
O BCU é a empresa que fez o maior número de transplantes dos bancos privados da América Latina.
Realizou até hoje 4 transplantes.
Entre as doenças tratadas, houve diferentes tipos de leucemia, câncer e paralisia cerebral.
O NMDP (National Marrow Donor), que também opera uma rede nacional de bancos de sangue de
cordão umbilical informa que em 2010 foram realizadas mais de 20 000 transplantes de SCU. Em 2006, foram
2.000 transplantes de sangue do cordão umbilical neste ano e estima-se que até 2015 serão 10 mil transplantes
de sangue do cordão umbilical anualmente. Estes números continuarão aumentando exponencialmente nos
próximos anos.
Da mesma forma, é esperado um crescimento rápido no número de transplantes de unidades
armazenadas no BCU nos próximos anos.

Para conhecer as redes sociais e os contatos da BCU, CLIQUE AQUI!

agosto 31, 2017 / por / em, , ,
Olhares diferentes (como adulto vê e como a criança enxerga)

Eu começo a arrumar a carteira e algumas coisas caem no chão e com elas o dinheiro.
De repente escuto Heitor falando: mamãe eu ajuda! Eu falo: que maravilha, a mãe precisa mesmo de ajuda… Então ele começa por uma carteira com minha foto e fala: cartão da mamãe Dani e digo que sim, tem a foto da mamãe, então é minha carteirinha… Daqui a pouco ele começa a pegar o dinheiro… E começa a falar uma “alala” (arara), uma “tataluga” (tartaruga), mais uma “alala” (arara – acho que tenho um cebolinha em casa). E automaticamente corrijo falando: não filho este aqui é uma nota de dois reais, esta é de dez reais, tem outra de cinco… E ele insiste mamãe, olha tem “alala” (arara), uma “tataluga”, um “asa piu piu” (como ele chama o passarinho risos…).

Como adultos veem o dinheiro Como adultos veem o dinheiro!

Ai parei para olhar… e não é que tinha mesmo… rsrsrsrsrsrs… O olhar ingênuo das crianças sempre nos surpreendendo!

Como crianças veem o dinheiroComo Heitor de 2 anos e 9 meses viu o dinheiro!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede MaternaPortal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

agosto 9, 2017 / por / em,
Dúvidas sobre vacinação para lactantes

Estamos em agosto e gostaríamos de repassar mais informações sobre o Aleitamento Materno! Então que tal falarmos um pouco sobre Amamentação e vacinas? O portal Rede Materna fez algumas perguntas para a enfermeira Nataly Côrrea (Coren 374.064), da Vaccine Care de Campo Grande/MS.

Rede Materna: Nataly, mamães que estão amamentando podem ser vacinadas?
Nataly – Vaccine Care: Sim, algumas vacinas podem ser feitas em lactantes. Exemplos: DTPa, gripe.
Existem outras vacinas que são liberadas para lactantes (mulheres que amamentam), o risco benefício dessa imunização será feita pelo médico da paciente.

RM: Há alguma contra indicação em tomar vacina e amamentar?
N: Bom, existe um leque muito grande de vacinas, tanto na rede pública, quanto na rede privada, por isto é importante ser feita uma avaliação. As vacinas de vírus atenuados são contra indicadas para lactantes, exemplos: Febre Amarela, tríplice viral, varicela entre outras.
Caso essa lactante necessite ser imunizada com algum desses tipos de vacinas ela será orientada pela equipe médica e de enfermagem sobre os cuidados que devem ser tomados após a vacinação.
Qualquer dúvida poderá ser esclarecida pessoalmente numa visita a Vaccine Care Campo Grande.

RM: Tem alguma vacina que seca o leite?
N: Não existe nenhuma vacina que faça secar o leite… Isto é um mito. Normalmente os fatores que fazem com que o leite seque são stress, fatores biológicos, preocupação, etc., neste caso a paciente deverá resolver junto com seu médico.

RM: Mulheres que estão amamentando podem tomar vacina de pneumonia?
N: Sim! Tranquilamente.
Mas nesse caso a paciente deverá sempre ser avaliado pelo seu médico antes da vacinação.

RM: E a vacina contra gripe?
N: Sim, essa vacina é recomendada para gestantes, lactantes, pais, avós, cuidadores, todas as pessoas que vão conviver com o bebê.

RM: E a Tríplice Bacteriana Acelular do Adulto (dTpa) – difteria/ tétano/ coqueluche?
N: A mulher que estiver amamentando pode sim.
Mas deve ser observado no cartão de vacinas se esta não foi feita durante o pré natal ou no pós parto.

Observação (Fonte blog do site do ministério da saúde):
A vacina dTpa gera proteção da mãe para o filho. Além de se proteger, a mãe que passa os anticorpos para seu filho ainda no período de gestação, garantindo ao bebê imunidade nos primeiros meses de vida até que ele complete o esquema vacinal contra coqueluche, definido pelo calendário básico.

RM: E a vacina contra dengue?
N:  A vacina contra a dengue NÃO pode ser administrada em gestantes ou lactantes.

RM: Bom, caso a mamãe em geral (gestante, que já teve bebê, lactante, adotiva, etc.) esteja com alguma vacina em atraso, ela pode aproveitar e visitar a Vaccine Care Campo Grande para atualizar seu calendário de vacinação?
N: Sim! Na visita a Vaccine Care será feito um levantamento das vacinas que podem ser administradas e serão realizados todos os esclarecimentos necessários.

Design sem nome
Na foto acima Dra Déborah Coelho (CRM/MS – 3097) está ao lado de Mayra que está amamentando o seu filho Francisco, neste dia os dois foram imunizados (não reproduzir a foto sem autorização).


Vaccine Care Campo Grande / MS

Endereço:  Rua Paraíba, 37 – Jardim dos Estados

Telefones : (67) 3042-2803 – (67) 3043-2803

Localização: Campo Grande/MS

Horário de Funcionamento: Seg a Sex: 08h às 12h – 13h às 18h Sábado: 08h às 12h

Instagran: https://www.instagram.com/vaccinecarecampogrande/

Informações do dia: 04/08/2017


Bom, você está amamentando e ficou com mais alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo que enviamos para o pessoal da Vaccine Care! Caso deseje faça uma visita a clínica!

agosto 4, 2017 / por / em, , ,
Posso me alimentar enquanto amamento?

Posso me alimentar enquanto amamento? Você mamãe também tem esta dúvida?

E a resposta é: Não só pode, como deve. Comer ou beber água enquanto está dando de mamar não faz mal, muito pelo contrário. Beber água durante a amamentação é fundamental para garantir a hidratação da mamãe, fazendo com que ela produza adequadamente o leite necessário para o/a seu/sua bebê. Além da adequada hidratação, a mulher que está amamentando precisa garantir uma alimentação diversa, completa e com maior quantidade de calorias para manter a produção de leite.

 

Água aromatizada com hortelã ou água de coco podem te ajudar a variar os sabores. Chás também podem ser ingeridos, como de erva-doce, camomila.

Alimentos estimulantes devem ser evitados pois podem agitar o bebe, ou causar cólicas então deixar para depois o café, refrigerantes, achocolatados. Biscoitos de aveia com castanhas são bem vindos para um lanche. Ingerir frutas como melancia, melão, pêssego, uva ajudam na produção de leite, evite frutas muito acidas como abacaxi, limão, laranja.

Então não dê bola para os ditos populares. E se o bebê está mamando e você fica confortável comendo neste momento, alimente-se, beba água, durma… Faça o que achar que é melhor e te deixará feliz…

Este não e o momento de fazer dietas restritivas de calorias, pois para produzir lei seu corpo gastara bastante energia.

Converse com o/a médico/a durante as consultas de rotina de puericultura.

Paula Serafin – Enfermeira formada em 2002 na UFMS mãe de um casal de filhos e consultora de amamentação por virtude, especializada em neonatologia na UERJ  em 2003. Inicialmente auxiliando no processo pos-internação dos prematuros a consultoria foi ao longo dos anos se expandido, o conhecimento a leva ao doutorado no ano de 2012 em leite humano e alimentação do recém-nascido prematuro, com término em 2015.

junho 15, 2017 / por / em, , ,
Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Um tempo atrás vi estes potes lindos no Pinterest e quis saber mais da proposta do “Pote da Calma”, que seria usado nos momentos em que as crianças estivessem chorando, irritadas ou até mesmo nos acessos de birras. Nestas situações poderíamos usar o pote para tentar distrair as crianças com os brilhos, tintas e /ou objetos que estivem dentro do recipiente. No caso elas iriam prestar atenção no brilho e aos poucos iriam se acalmar… Achei a proposta válida e resolvi tentar fazer em casa, com algumas considerações: em muitos locais vi que indicavam potes de vidros, por serem mais límpidos, mas como era a minha primeira tentativa, resolvi fazer com potes plásticos.
Bom, segue o passo a passo para fazer os potes conforme as imagens abaixo:

Potes da Calma

pote da calma vermelho Potes da Calma

– 1 pote de plástico (eu comprei em uma loja de embalagem, um conjunto que vinha 6 unidades de garrafinhas de plástico que ao fechar ela travava, achei bem prática);

– 2 colheres de sopa de cola glitter;

– 3 colheres de sopa de purpurina ou glitter;

– 1 gota ou 1 pitada de corante alimentício;

– 1 colher de sopa de estrelinhas ou corações;

– Aproximadamente 100 ml de água morna / quente;

– Aproximadamente 50 ml de água natural para completar o pote;

Dentro do pote coloquei água morna (não coloquei água muito quente, pois como a garrafa era de plástico, fiquei com medo de derreter o pote), acrescentei a cola glitter. Misturei e mexi bastante até a cola glitter ficar bem solta, sem gruminhos. Coloquei as estrelinhas ou corações, que encontrei na mesma seção das purpurinas. Depois acrescentei a purpurina e dei uma boa misturada. Por último coloquei o corante, nesta etapa fiz alguns testes pois tinha apenas o corante vermelho e o azul, mas coloquei bem pouco azul e cola glitter dourada para fazer um pote verdinho, o pote rosa fiz com um pouquinho de corante vermelho e bastante glitter e colar glitter na cor prata. Na etapa das cores foi só brincar e soltar a criatividade. Ah tb tinha comprado umas letrinhas e ursinhos de EVA bem pequenos, mas coloquei em um pote e não deu certo, primeiro pois eles só ficavam flutuando e não desciam ou subiam que nem o glitter… Então deixei estes produtos de lado… Outro detalhe é que não fiz a fabricação dos potes junto com meu filho, pois além do glitter colar em tudo e fazer bastante sujeira, também tinha a etapa da água quente, a qual achei perigosa para meu pequeno de 2 anos e 3 meses.

Enfim com alguns potes prontos, apresentei minha fabricação para o Heitor, num dia tranquilo… Ele olhou, brincou um pouco e deixou de lado… No dia que ele estava bem teimoso e bem irratado, resolvi fazer a prova de fogo… chamei sua atenção, conversei, deixei ele de castigo e quando estava mais calmo entreguei o pote para ele… E sabe o que aconteceu? Ele jogou longe o pote da calma… kkkkkkkkkkk… Pensei naquele momento, que bom que era de plástico rsrsrsrs. Fizemos várias tentativas, em crises de birras, de chorro, de nervosismo… E até quando ele estava, calmo, mas o destino da garrafinha sempre era o mesmo… O chão… Por fim com as garrafinhas todas tortas e deformadas, decidi deixar as mesmas como enfeite na sala e sabe quem usa os potes? Eu… sim… Quando estou na frente do computador e preciso me acalmar um pouco ou quando preciso descansar um pouco a vista ou a cabeça, pego o pote e fico virando e vendo aqueles brilhos descendo… E contra a luz o brilho fica lindo… Enfim… Talvez quando ele for maior, eu volte a tentar o pote da calma com ele… Quem sabe ele aprecie os brilhinhos e se acalme… Eu não procurei a fundo, para que faixa etária este pote poderia ser utilizado… Atualmente eu chamo o pote da calma, de “pote de desespero de mãe”, pois eu fiz como uma tentativa de acalmar os ataques do Heitor, num momento de desespero e de tentativas frustradas de acalmar meu pequeno… Mas se alguém souber para que idade estes itens são indicados, favor comentar aqui em baixo, agradecemos muito a informação!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

maio 26, 2017 / por / em, ,
A Escalada, por Glê Schmitt mãe de 3!

Caminho para casa e… os três dormiram no caminho. Motivos para soltar fogos, né? Sim, eu soltaria, se não fosse o fato de morarmos em apartamento, nossa garagem ser no subsolo, andar uns 300 metros até a escada, subir os dois lances de escada e andar mais uns 300 metros até chegar no hall de entrada e enfim encontrar o elevador que sempre, absolutamente sempre está no último andar, o décimo sétimo.

Mas e aí? Como que faz pra subir com os três? Pois é… aí é a parte difícil da história. Hoje eu subi com a Maria Flor no bebê conforto enquanto o meu marido ficou com a Malu e o Jp no carro. Subi correndo, deixei ela no nosso quarto, em cima da cama, liguei o ventilador, dei uma ajeitada no quarto dos outros dois, fechando janelas e cortinas, ligando ventiladores, tirando roupas de cama… a lógica em subir a floflô primeiro, é pq se ela acordar nesse tempo, não vai sair correndo atrás de nós, nos procurando…

Fechei a porta e chamei o elevador. Adivinhem? No décimo sétimo… desci correndo para a garagem e peguei a Malu e meu marido o Jotapê… vai lá na maratona de novo: 300 metros, escada, 300 metros, elevador, dessa vez no quinto andar… ufa! Cada um em sua cama! Agora sim podemos comemorar que todos dormem ao mesmo tempo, podemos considerar que fizemos um strike com três pinos. Hahahahaha não é fácil, mas a gente dá conta! Obrigada pela parceria, sempre marido João!

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

maio 20, 2017 / por / em,
Bronquiolite

A bronquiolite é a primeira crise de broncoespasmo (chiado no pulmão) de um bebê e ocorre quase sempre quando um vírus infecta os bronquíolos. Essa infecção faz com que os bronquíolos inchem e fiquem inflamados. O muco fica acumulado nos bronquíolos, o que dificulta o fluxo do ar para dentro e para fora dos pulmões.

A maioria dos casos de bronquiolite são causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Este é um vírus comum que costuma infectar crianças até os dois anos de idade, principalmente entre os meses de abril a agosto. Mas a bronquiolite também pode ser causada por outros vírus, incluindo aqueles que causam a gripe ou o resfriado comum.

pulmoesbronquiolos

Fatores de risco:

O principal fator de risco para a bronquiolite é a idade.

A doença só atinge crianças até os dois anos de idade, mas quanto mais jovem a pessoa for, mais riscos ela tem de contrair a doença e de ser mais grave. Isso porque o aparelho respiratório de crianças muito pequenas ainda não está totalmente desenvolvido, bem como o sistema imunológico.

Por isso, bebês prematuros e crianças menores de 6 meses possuem maiores chances de ter um quadro mais grave.

 

Sintomas:

A intensidade dos sintomas típicos da bronquiolite costumam variar de criança para criança.  A bronquiolite começa com um quadro de gripe leve (coriza e tosse). Depois de dois a três dias, a criança desenvolve dificuldade respiratória.

 

Os sintomas mais comuns são:

  • Aumento da frequência da respiração e/ou esforço para respirar;
  • Queda de saturação ou Cianose, caracterizada pela pele azulada devido à falta de oxigênio;
  • Chiado no peito;
  • Tosse;
  • Febre;

Se você notar que a respiração do seu filho está mais rápida ou difícil, vá para o pronto socorro, principalmente se a criança tem menos 6m, prematuro ou alguma doença prévia.

 

Os seguintes sinais e sintomas são motivos para procurar ajuda médica imediata:

  • Vômitos;
  • Respiração rápida – mais de 60 inspirações e expirações por minuto;
  • Pele azulada, especialmente lábios e unhas;
  • Letargia (bebê muitíssimo abatido, desanimado);

 

Tratamento:

A grande maioria dos casos de bronquiolite pode ser tratada em casa.

  • ALGUMAS crianças tem uma boa resposta com inalação.
  • Fisioterapia respiratória;
  • Oxigênio quando necessário;

Certifique-se de que bebê está tomando a quantidade de líquido apropriada e o suficiente (leite materno e/ou fórmulas infantis).

Como bronquiolite é quase sempre causada por uma infecção viral, antibióticos – que são utilizadas para o tratamento de infecções causadas por bactérias – não são eficazes nesses casos.

Se o seu filho tem uma infecção bacteriana associada à bronquiolite, como a pneumonia, por exemplo, o médico poderá prescrever um antibiótico específico.

inalação-bebe

 

As complicações da bronquiolite podem incluir:

  • Cianose, uma condição na qual a pele parece azulada ou cinzenta, especialmente os lábios, causada pela falta de oxigênio;
  • Desidratação;
  • Fadiga e insuficiência respiratória, que pode requerer internação hospitalar;
  • Outras infecções respiratórias mais graves, como pneumonia;
  • Broncoaspiraçao (quando o leite vai para o pulmão);

 

Expectativas:

Geralmente, os sintomas da bronquiolite melhoram em uma semana.

A dificuldade para respirar normalmente melhora do terceiro ao quinto dia.

 

Prevenção:

A maioria dos casos de bronquiolite não são fáceis de evitar porque os vírus que causam a doença são comuns no meio ambiente;

Lavagem cuidadosa das mãos, especialmente antes de cuidar de bebês, pode ajudar a prevenir a disseminação dos vírus;

Membros da família com infecção respiratória devem ser especialmente cuidadosos ao redor dos bebês;

Evite lugares fechados e aglomerados com bebês menores de 2 meses;

Existe uma vacina chamada PALIVIZUMABE que protege contra este vírus (VRS), mas ela possui um alto investimento e tem que ser feita 1 dose por mês, durante 3 meses (os meses de inverno);

 

O governo oferece para:

Bebês que nasceram de 32 semanas ou com alguma doença cardíaca ou pulmonar grave, até essas crianças fazerem 2 anos. Para as crianças que não se enquadram nesses requisitos, existe a possibilidade de comprar nas clínicas de vacinação (conforme dito anteriormente).

 

Bom então, é esta doença que o bebê da Rafa Brites teve. NUNCA SE ESQUEÇAM: “Nenhuma dica substitui uma consulta com o pediatra!”

Natacha Dalcolmo, Mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

maio 15, 2017 / por / em, ,
Coaching para mulheres e mães, você sabe do que se trata?

O Rede Materna entrevistou Carol Hornos, Coach de mulheres e mães, co-fundadora do Movimento Brincacidade, para tirarmos várias dúvidas:

1. Sabemos que hoje a vida de uma mãe não se limita apenas à função maternal. Mas como surgiu o interesse em fazer um coaching exatamente para mulheres?

O Desnudar da maternidade me colocou frente a frente comigo mesma, me fez mergulhar em mim, ocupar espaços internos que eu antes desconhecia, foi esse processo tão revolucionário que, na minha experiência, serviu como um verdadeiro despertar, proporcionando uma imersão em mim mesma, me levando a uma caminhada de auto investigação e autoconhecimento.

A maternidade chegou para mim como um processo de conquista, com muito esforço, não foi algo simples, talvez pela força trazida por esse tensionamento eu tenha mergulhado de uma forma muito profunda nas questões que permeiam o universo materno e essa profundidade me permitiu esse transbordamento e naturalmente veio o foco do trabalho em mulheres.

2. O que percebeu nesse cenário das mulheres mães contemporâneas e como você se dispõe a orientar? Como é realizado o coaching e de que forma o programa auxilia as mães a terem uma vida melhor organizada, sem sentimento de culpa?

A mulher contemporânea é filha, neta, bisneta, de uma luta histórica feminina, que busca sua condição de equidade. E nesse processo, a mulher hoje não quer mais ficar em um lugar dual de ser mãe ou ser profissional, essa mulher se expandiu, ela se percebe muito mais inteira e cheia de possibilidades que não a enquadram em um lugar disso ou daquilo.

Ela quer se expressar livremente, a partir do que faz sentido, que nutre sua alma, que alimenta seu espírito, que brilha seus olhos e arrepia seu corpo. Mas nem sempre ela encontra esse espaço. E por “esse espaço” podemos entender que pode ser algo mais subjetivo como um espaço interno de empoderamento dela mesma, ou até mesmo, um espaço externo, submetido a força e peso da nossa tradição cultural que não autoriza que a mulher seja tão plena quanto ela pode ser.

Um programa de coaching primeiro vem mostrar para essa mulher que ela não está só, que somos muitas e juntas somos muito mais fortes. O simples ato de reunir mulheres para partilha de experiências já é de uma riqueza significativa, pois uma das armadilhas que muitas vezes somos submetidas é justamente do isolamento social.

Quando criamos esse encontro, e desse encontro co-criamos um espaço de escuta, acolhimento, espelhamento, abrimos condição para isso se tornar uma rede e muitas mulheres buscam justamente esse lugar para sentirem-se seguras o suficiente para encararem de frente o seu próprio processo de autoconhecimento. É uma decisão de coragem, de se colocar despida frente a frente com você mesma, do jeito que você é, com suas luzes e sombras que integram o seu ser.

Esse desejo, costumeiramente, mas nunca é uma regra porque cada mulher é única, se intensifica no momento que a mulher está no final do seu período de licença maternidade.

Dentro do programa de coaching essas questões são aprofundadas, caminho junto com essa mulher na descoberta das suas próprias necessidades, em camadas tão profundas quanto ela desejar. Identifico com ela as estratégias que essa mulher poderá acessar para que ela consiga ter suas necessidades atendidas e trabalho a lente, ou perspectiva pela qual ela estrutura o processo de decisão e escolha por uma ou outra estratégia e a isso chamamos de sistema de crenças. Basicamente o trabalho é estruturado dessa forma piramidal.

3. Quais são as principais dificuldades hoje em se conciliar tantas demandas? O que você tem ouvido nesse caminho?

Talvez a principal dificuldade seja saber realmente nomear suas necessidades e a partir disso identificar uma ordem de prioridade ou relevância para elas.

Estamos dentro de um sistema, que nos impõe certas necessidades que não são nossas e isso faz muitas vezes que o processo de decisão e escolha dessa mulher fique desorientado.

Além disso, quando ela consegue estar conectada com sua própria essência e sabe claramente do que precisa, ela se depara com esse isolamento social, como se ela fosse a única responsável por dar conta de resolver todas as suas questões pessoais e consequentemente de seus filhos.

Precisamos ressiginificar o provérbio africano que nos diz que é necessária uma aldeia inteira para se educar uma criança.

Pois, o fato é que nosso sistema de vida atual é completamente distante de um sistema comunitário, e isso sobrecarrega a mulher. Precisamos que os atores sociais de nossa sociedade moderna se comprometam todos com a criação dessas crianças. Desde um sistema de saúde acessível e “humanizado”, que cuide da saúde reprodutiva da mulher, passando por uma rede de apoio real que de fato chegue na realidade dessa mãe, até empresas com uma visão comprometida com sua responsabilidade social no ato de receber essa mulher que foi mãe de uma criança que se tornará um cidadão ativo, consciente, se todos colaborarem, a legitimando como profissional capaz e indispensável na sua condição de mãe sem descaracterizá-la.

4. Como organizar o tempo entre trabalho e estudo com filhos? Cada caso é um caso? Como o autoconhecimento por ajudar nesse sentido?

Cada uma mulher é única, sua história é singular e, portanto, seus desejos e entendimentos do que de fato significa uma conciliação de demandas também serão absolutamente individuais.

Nos atendimentos individuais ou em grupo, costumo perguntar a essa mulher o que para ela é mais essencial ou do que ela não abre mão de cada uma das esferas da sua vida, com isso ela vai construindo sua teia de prioridades, de valores, de objetivos e assim entendendo o que cabe em cada momento com o que ela tem disponível “hoje”.

Temos algumas ferramentas que nos apoiam nessa construção, e disponibilizo às mulheres que desejam lançar mão disso.

É importante desmistificar essa mulher maravilha, isso além de não existir, não é saudável.

A mulher é como todo mundo um ser que vive 24hs, e que, portanto, não irá dar conta de casa, filhos, relacionamento, trabalho e assim por diante como uma heroína. Precisamos falar mais sobre divisão de trabalho doméstico, de rede de apoio, de inclusão social dessa mulher em todos os âmbitos, lembrando sempre que isso passa por entender e aceitar a mulher, nesse caso, sendo mulher e mãe, e não a descaracterizando para enquadra-la nos moldes já pré-estabelecidos.

5. Como lidar com as questões infantis e demandas de crianças sem esquecer de si própria? Há um termômetro para que a mulher perceba que pode melhorar, consigo e com a cria?

Essa pergunta é bastante complexa, porque é muito pessoal e depende muito do arranjo social familiar que essa criança e mãe estão inseridas.

Um passo importante, no meu entendimento, é compreender que questões infantis e demandas das crianças não estão única e exclusivamente sob responsabilidade da mãe.

Se estamos dentro de um casal hetero-normativo é fundamental a inclusão do pai, como pai e não como ajudante.      Isso envolve aceitação, decisão e ação de ambos.

Se no arranjo familiar a criança é filha de pais separados, de igual forma, cada um, pai e mãe, precisam se responsabilizar pelos cuidados e educação dessa criança. Maternidade não é estado civil, mas na prática essa divisão de responsabilidades anda muito desigual, e com isso, a mulher fica muito sobrecarregada.

Além disso, ao meu ver, é fundamental que a rede de apoio funcione, que liberem essa mulher para viver seu processo de maternidade do lugar que ela escolheu, legitimando suas escolhas como um ato respeitoso à uma mulher adulta, capaz que é responsável por suas decisões.

Sobre esse termômetro, eu só acredito em um processo de “melhoria”, se é que podemos usar esse termo, com alguém, nesse caso com a criança, se esse processo primeiro passar por ela própria. Não vejo outro caminho de evolução que não esteja intimamente ligado ao amor próprio, autor espeito e autocuidado.

Caroline Hornos, mãe do João Gabriel, Coach e Empreendedora Social. Atualmente com projetos direcionados ao público materno com o Coaching – Expressões de Mim – Encontro com a Mulher que Agora Sou e também oferecendo os ciclos Empreender com Propósito I e II., além de promover Rodas de Conversas com temáticas variadas em todo Rio de Janeiro. Co-fundadora do Movimento Brincacidade, um movimento comprometido com uma cidade educadora, viva que prioriza a infância.

abril 25, 2017 / por / em, ,
Relacionamos sugestões de chocolates amargos, diet e sem lactose.

menina-olhando-ovo-chocolate-pascoa

Vocês devem ter visto anteriormente nosso post sobre o Chocolate, suas características e alguns cuidados importantes, principalmente para os pequenos e em especial nesta época que muitos doces ficam estrategicamente espalhados e expostos em vários locais que frequentamos.

Então aproveitamos para indicar algumas lojas, que possuem chocolates amargos, diet e sem lactose:

Cacau show (Tem uma linha diet e outra sem lactose, além de possuir barrinhas com 85% de cacau)

Carob House (dica a Mundo verde vende Carob House)

Loja Melzen (Produtos orgânicos Integrais Sem glúten Sem lactose)

Empório Tchinutri

Ovos de pascoa de soja tradicional e diet – Loja virtual


 

Caso seu filho tenha menos de 2 anos, mas você não quer deixar ele sem nenhuma lembrança, que tal encomendar uma embalagem personalizada da Encantarte e colocar um brinquedo ao invés de chocolate?

Embalagem personalizada páscoa


Mas se você pode e prefere os chocolates tradicionais e mora em Campo Grande, que tal encomendar ovos de colher na Ateliê da Cacau ou Marina Doces?

Ovo de colher Atelie da Cacau

 

 

abril 14, 2017 / por / em,
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