Maternidade

Páscoa: Posso dar chocolate ao meu filho?

A Páscoa é um feriado que celebra a ressurreição de Jesus Cristo e com o passar do tempo virou um costume presentear amigos e familiares, em especial as crianças, com ovos de chocolate, devido ao ovo ser considerado um símbolo do nascimento e da vida.

Então… Chocolate!!!! Pode??? Com a proximidade da páscoa as mães têm essa dúvida… e os familiares pressionam, “mas é só um pouquinho…” e os tão desejados ovos de chocolate podem se tornar um inimigo poderoso das mamães, tanto para as que possuem filhos com intolerância à lactose, alergias e até mesmo para as que controlam o açúcar na alimentação.

Segundo orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria, não devemos oferecer chocolate antes do bebê completar o primeiro ano. Os motivos são vários. Se verificarmos a embalagem, no rótulo, podemos observar uma enorme quantidade de açúcar (principalmente no chocolate ao leite, o mais tradicional). O açúcar quando oferecido precocemente favorece o paladar pra o seu consumo e prejudica a inserção de novos alimentos na rotina.

A gordura, castanhas, nozes e outros ingredientes que são adicionados nessa guloseima, fazem parte de uma lista de alimentos potencialmente alergênicos que só devem ser introduzidos na alimentação infantil também após um aninho de vida.

Crianças que apresentam alergias e intolerâncias alimentares, também podem ser prejudicadas se consumirem esse alimento precocemente. Sem falar na alergia de pele, obstipação ou diarreia, enfim, o organismo dos pequenos ainda não está preparado para essa abundante oferta de novos ingredientes.

Chocolate é um alimento energético, calórico, se consumido em excesso leva a obesidade, alguns contém cafeína na composição e podem interferir no sono da criança e ainda alterar o apetite.

A quantidade de consumo para crianças maiores de dois anos (Sim…maiores de dois anos) do chocolate assemelha-se a do açúcar e vem com uma porção de ½ colher de sopa/dia de acordo com o Guia Alimentar para crianças de menores de dois anos, do Ministério da Saúde e da Organização Pan Americana de Saúde.

O Cacau, por sua vez, é muito bom para saúde por possuir antioxidantes fenólicos, são os polifenois, do tipo flavonóis, presentes no cacau que o fazem tão saudável e nutritivo. A opção de chocolate meio amargo oferece através do cacau benefícios como proteção do coração e sensação de bem-estar.

Alfarroba também é muito parecida com o cacau, é uma vagem, de origem mediterrânea oferece vitaminas do complexo B e fibras, excelente para saciedade.

Quando o dia a dia alimentar é diversificado, composto por alimentos de todos os grupos alimentares, oferecendo frutas, verduras e legumes, criando hábitos saudáveis, a oportunidade da oferta de alimentos ditos “não saudáveis” não preocupa e nem interfere na rotina da criança.

Em média com três aninhos, quando já existe um certo entendimento, oferecer o doce eventualmente, como sobremesa, em situações especiais, é mais que a escolha de um alimento bom ou ruim. A alegria de uma comemoração, o presentear, isso também é carinho, também é acalento para o coração, para alma!

Somos responsáveis pela saúde dos nossos pequenos, sempre queremos o melhor para eles! O cuidado com a alimentação é uma das formas de demonstrar amor e dedicação a quem só queremos o melhor!

Já existem no mercado linhas diferenciadas de chocolate, com maior percentual de cacau, além dos que são feitos à base de Soja e Alfarroba, que são ideais para quem sofre de intolerância, e ainda com fórmulas industriais feitas com leite de vaca e isentas de lactose.

Estefânia C. Fernandes, nutricionista e mãe d Geovane 1a e 9m.

Trabalhou em produção de alimentos, atendimento clínico, ministrou palestras mas depois da maternidade se dedicou a alimentação infantil e a nutrição para gestantes… Pois verificou a dificuldade das mães com a introdução alimentar dos seus bebês, dúvidas sobre alergias, intolerâncias alimentares e auxília os pais de maiorezinhos (3,4 anos….) onde as guloseimas e fast food levam maior credibilidade e tbm grande problema pra rotina alimentar. Na gestação a alimentação é fundamental, pois estudos comprovam que o gosto por determinados alimentos podem acontecer ainda quando o bebê está na barriga da sua mãe. 

abril 13, 2017 / por / em,
Amamentação uma estória com começo, meio e fim – Parte 1

Olá, hoje estou aqui para falar um pouco sobre minha experiência de amamentação. Uma estória com começo, meio e fim. Então vamos a primeira parte. Quando fiquei grávida procurei muitas informações sobre alimentação, exercícios e conhecimentos de todas as fases que eu passaria, buscando desta forma uma gestação saudável e obtendo o máximo de benefícios para meu pequeno, mesmo ele ainda estando dentro da minha barriga. Tive uma gravidez muito tranquila, sem nenhuma complicação… No final da gestação comecei a me preparar para amamentação. Com aproximadamente 30 semanas, sempre que era possível pegava sol direto nos seios (esta é uma ótima dica, aprovada por minha médica GO Dra Paula Lidiane e posteriormente pela nossa consultora em amamentação Enf. Paula Serafin da Nananenê), na semana 34, eu comprei uma concha de silicone para correção dos mamilos, porque o meu aparentemente era “plano” (depois fiquei sabendo que no meu caso não era necessário, além de ser bem incomodo e também fui alertada pela minha Doula Nany que elas poderiam ocasionar contrações e consequentemente dilatação do útero, e desencadear um parto prematuro), também comecei a tomar banho com uma bucha vegetal e “esfregava” o bico, para que o atrito pudesse deixa-lo um pouco menos sensível (não senti diferença com esta técnica). Quando meu pequeno enfim nasceu (O Heitor nasceu de parto cesárea, quando estávamos com 41 semanas e 3 dias… Mas eu conto esta estória em outra oportunidade), meu marido falou: “Fizemos vários cursos teóricos, nos informamos, lemos, mas nada nos prepara e nos dá a dimensão de como será na prática”! Pois bem, no começo fiquei muito tensa, preocupada, não conseguia descansar, nem dormir direito… E amamentar de 2 em 2 horas… as vezes de 1 em 1 hora, me deixou ainda mais frágil.  Hoje depois de 2 anos e 5 meses, acredito que tive um baby blues, bem forte… Pois não tinha animo, perdi muito peso (depois recuperei o peso rsrsrsrs) e chorava muito, mas muito mesmo… Qualquer acontecimento me fazia chorar horrores. Logo com 5 dias do nascimento do Heitor, meu marido lembrou da Paula Serafin do Nananenê e mais que depressa, conseguiu agendar um horário. E foi um alivio poder contar com o apoio e a consultoria dela. Na primeira consulta ela já nos aliviou, pois o Heitor apresentou uma urina laranjada, que o pediatra em consulta havia nos assustado (qualquer coisa assusta pais de primeira viagem), pedindo exame de sangue e urina e já prescrevendo um antibiótico, pois ele comentou que poderia ser infecção urinaria. Mas questionei: Mas ele não teve febre! A resposta foi: Em RN (recém nascido) a febre poderia não aparecer e que se fosse infecção urinária teríamos que tratar urgentemente, pois era muito grave… Quando fomos à consulta na Nananenê, ela já nos tranquilizou informando que possivelmente eram cristais de urato, normal em recém nascidos e fez um teste simples, lavando com um pouco d’água a fralda e observamos que a cor do xixi dissolveu facilmente. De qualquer forma, seguimos a orientação médica e  tentamos por uma semana fazer o exame de urina no Heitor, mas sem sucesso (quem já tentou fazer o exame em bebês devem conhecer o saquinho de coleta de urina e talvez tenham tido a mesma dificuldade que eu)… Mas ficamos aliviados e nem tentamos mais fazer a coleta, pois só tivemos 3 episódios do xixi alaranjado / rosado / avermelhado (veja a foto 1).

recem nascido xixi cristal urato

Foto 1: arquivo pessoal!

Bem voltando ao assunto da amamentação, na primeira consulta acho que passei todo meu desespero para Paula Serafin. Mas calmante ela examinou, observou e pesou o Heitor, fizemos a posição da amamentação, corrigimos alguns detalhes e passou muitas dicas, acredito que a mais importante foi o encorajamento, ela me passou muita confiança. Saímos de lá e o meu marido comentou: a porta do consultório parece um portal, pois o nosso filho entrou de um jeito e saiu outro (saiu dormindo e assim permaneceu por mais ou menos 2 horas)…

Na maternidade eu não tive orientação, lá me informaram que eu tinha o colostro (ótima notícia), que o Heitor estava sugando (maravilhoso) e pronto… Mas não me falaram ou me indicaram outras posições, nem deram orientações mais especificas e cabeça de mãe de primeira viagem é formada por milhões de dúvidas.

Neste começo de amamentação, meu seio não rachou… Continuei a pegar muito sol e comecei a passar o leite materno no seio. Passei também uma pomada chamada lansinoh (foto 2), que não precisava tirar para dar de mamar (mas eu sempre passava uma fraldinha antes de dar mamar).

pomada lansinoh

Foto 2: arquivo pessoal!

Meus seios nem tiveram fissuras, mas eu sentia como se ele tivesse em carne viva (risos), sim dói muito… Fica muito sensível. Mas depois foi melhorando. Tive empedramento, outra situação bem dolorida e em tudo e todas as dúvidas, corríamos para o colo da consultoria da Nananenê. No começo foi muito, muito, muito difícil, o Heitor não arrotava toda vez e eu era consumida pelo desespero de um afogamento (acredito ser coisas de mãe com hormônios loucos…) e consequentemente eu não pregava o olho… Bom, neste post falei sobre o começo da amamentação, mês que vem continuaremos a estória… E você já passou por isto? Deixe seus comentários!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

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Viram o quanto a consultoria em amamentação foi muito importante para mim? Então selecionamos algumas opções especialmente para vocês conhecerem:

Amar e Amamentar – Consultoria em Amamentação

A amamentação é um processo fisiológico e que pode ser aprendido para que ocorra de modo natural. Pois é a melhor forma de dar alimento, proteção e amor ao bebê. A Consultoria em amamentação tem como objetivo prestar serviços tanto a gestante com relação ao preparo para a amamentação, quanto a dupla mãe-bebê para a boa evolução do aleitamento materno e solução de problemas que possam surgir. Atendimento na maternidade e domiciliar.

Consultora: Maralici d’Avila Seabra Chamusca

Telefone: (62) 98228 9997

Localização: Goiânia (GO)

Fanpage: https://www.facebook.com/consultoraemanamentacao/

Site: http://consultoriaamamentacaomaraliciseabra.blogspot.com.br/

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Nananenê – By Paula Serafim

Dentre diversos serviços prestados (locação de bomba extratora de leite, introdução alimentar infantil, curso para babás, olhar de mães (visita escolar), supervisão de enfermagem escolar e consultoria casal grávido), uns dos mais especiais e diferenciados é a consultoria em amamentação (pré e pós parto). AUXÍLIO NO ALEITAMENTO MATERNO: Promover amamentação, propiciando um desenvolvimento harmonioso no plano biológico, psicológico e neurológico transferindo imunidade e proteção contra infecções e doenças…

Consultora: Enfª Paula Serafin

Contato: 67 99241-0432.

Localização: Campo Grande MS

Site: http://nananene.net.br/

Fanpage: https://www.facebook.com/nananene.cg/

IG: https://www.instagram.com/nananene.paulaserafin/

abril 6, 2017 / por / em,
Síndrome de Down e Amamentação

Hoje dia 21 de março é dia Internacional da Síndrome de Down! Diga não ao PRÉ-conceito!

Achei esta material muito interessante, pois o aleitamento materno é importante para todos! Nos banco de leite das maternidades ou em uma consultoria de amamentação, você consegue mais informações e orientações!

Créditos das imagens – Vila Mamífera

Síndrome de Down e Aleitamento Materno

março 21, 2017 / por / em,
Desabafo sobre Cansaço por Glê Schmitt

Pela primeira vez, nesses cinco anos e meio de maternidade, ser mãe 24 horas por dia tem me enchido o saco. É muito cansaço. Físico, mental, emocional. É ter o tempo todo um dos filhos atrás de mim, pedindo algo, colo, água, comida, brincar, pegar tal coisa, xixi, desenho, choro, piscina, cocô, banho, dormir, mamá, arrumar algo, sono, dodói… ah, como cansa. E eu não me sinto menos mãe por expor meu cansaço. Me sinto humanada, me sinto mãe como muitas mães. Mas sempre tem problemas quando a mãe desabafa seu cansaço:
“Ah, mas tem ajuda do marido!”
” -Que bom que eu tenho a ajuda do meu marido, afinal ele é o pai, né?”
“Eu criei meu(s) filho(s) sem ajuda, não tinha minha mãe por perto e meu marido vivia viajando!”
“-Que pena que você não tem empatia, pois deveria, já que viveu tanta coisa sozinha e sentiu como foi difícil, deveria ter compaixão ao próximo!”
“-Ah, quem pariu Mateus que o embale!” (Ditado popular)
“-Sim, eu tô embalando. Tô cuidando melhor que ninguém, e quem tá cuidando de mim?”
“-Sua mãe mãe criou quatro…”
“-Criou mesmo! E sabe como foi difícil, por isso não quer que a filha viva a mesma experiência e me ajuda como pode!”

É sempre assim! Posso colocar inúmeras frases prontas que as pessoas já disparam quando a gente desabafa de qualquer coisa relacionado a maternidade. É dolorido né? Não poder desabafar, sem julgamentos e geralmente os que mais te atacam são os que você mais ama e considera.
E eu tô aqui, me sentindo exausta, criançada de férias, bebê na introdução alimentar e em meio ao olho do furacão, eu me vi cansada de ser mãe! Falo mesmo. Amo meus filho, mas … eles me cansam! De tal maneira que eu tô quase pirando por não ter um tempo só meu, fazendo algo que eu gosto ou cuidando de mim. Esse lance de se doar aos filhos, se anular como mulher para viver como mãe é muito complexo. Você faz por amor a eles mas esquece do amor a você, e isso vai se perdendo cada vez mais no caminho, sem contar que sua cabeça dá um nó e aí é a hora que você vai surtar. E nessa hora não adianta respirar fundo e tentar se acalmar. O melhor jeito mesmo é extravasar as emoções, quem sabe assim alivia um pouco e a gente se sente melhor nesse universo materno que é tão louco…

Desabafo-sobre-cansaço-maternoImagem do Instagram @oblogdagle

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

março 13, 2017 / por / em,
Fantasia Carnaval – Saia de Tulê

Olá,

Hoje passando rapinho para contar sobre a fantasia de palhacinho do meu filho, que customizei… Então uma coisa que aprendi é que ele não aceita nada na cabeça… a ideia era deixar ele com chapeuzinho para compor a fantasia… Mas não rolou rsrsrs…

Então fica aqui a dica, para você testar os adereços antes… No meu caso, o Heitor tem 2 anos e 4 meses e ele não gosta de bonés, máscaras e pinturas faciais… Bom mas mesmo assim, consegui registrar umas fotos nos 2 minutos que ele ficou com a fantasia praticamente completa! Veja abaixo:

fantasia palhaçinho

Ah também fica a experiência de que é possível fazer uma fantasia improvisada em casa e economizar, sem perder o espírito da brincadeira de carnaval!

Mas hoje queria falar para vocês da saia de tulê. Para quem tem menina e anima fazer uma saia desta, o céu é o limite, pois as possibilidades de fantasia são enormes… Veja algumas fantasias abaixo:

Fantasia com saia de tulê

Todas imagens do Pinterest.

Clique aqui e veja um passo a passo e mais ideias! Abaixo um vídeo rápido para quem prefere ver na prática como é feita a confecção:

Gente, eu fiz questão de escrever sobre a saia de tulê, pois imaginem quantas vezes você pode utilizar desta peça: em festas de carnaval, em festas de hallowen, em ensaios de newborn, em ensaios de gestantes, para fazer uma roupinha de aniversariante, de tal mãe tal filha… Enfim em diversas oportunidades…

Solte a criatividade, se arrisque e tenho certeza que se eu consegui (confesso que sou muito ruim com artesanato), vocês também conseguem!

fevereiro 27, 2017 / 2 Comentários | por / em,
Customização de fantasia infantil

Gente, o carnaval chegou e hoje estamos aqui para falar sobre customização de fantasia infantil. Neste ano eu preferi não comprar uma fantasia pro meu filho, pois afinal ele cresce e perde tudo muito rápido, mas também não queríamos ficar de fora da folia. Então fica aqui o convite: Que tal customizar a fantasia do seu filho ou filha em casa? Hum, sei, você vai dizer que não tem habilidades ou materiais próprios para fazer uma fantasia. E se eu te dizer que tenho uma sugestão que sairia por menos de R$ 5,00, você animaria? Então abaixo irei dar o passo a passo de 3 fantasias: uma abelhinha, um minions e um palhaçinho.

  1. Abelhinha:
  • Material necessário:
  1. Uma tesoura (já tinha em casa);
  2. Cetim, aproximadamente 1 metro na largura de 2 a 3 cm (gastei R$ 0,50);
  3. Um tubo de cola glitter na cor dourada (já tinha em casa);
  4. Um frasco de glitter dourado (R$ 1,50);
  5. Um tubo de cola de silicone (R$ 3,50) ou cola universal (R$ 8,90);
  6. Aproximadamente 80 cm de Tulê amarelo (R$ 2,00);
  7. Uma tiara (já tinha em casa);
  8. Duas bolinhas de isopor pequenas (R$ 0,50);
  9. Um rolinho de arame preto (R$ 1,50);
  10. Tinta guachê preta (já tinha em casa);
  11. Papelão (já tinha em casa);
  12. Um body amarelo (já tinha em casa);

Minha base partiu do body amarelo, mas você pode inverter também, utilizando um colã ou blusa preta e fazendo listras amarelas. Comecei medindo os cetins e ajustando no body. Como não sou boa com costuras preferi colar, mas quem tem habilidade com agulha e linha também tem a opção de fazer uns pontinhos deixando ainda mais firmes os cetins no body. Depois coloquei na tiara uma anteninha feita de arame (enrolei o arame em um palito) e finquei nas pontas as bolas de isopor (pintei com tinta guachê preta e passei cola glitter para finalizar). Fiz um molde de asa e cortei o papelão. Pintei a asa com tinha guachê preta e aproveitei para colocar cola glitter e glitter dourado. Por último coloquei o tulê na asinha.

Veja o resultado abaixo:

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  1. Minions:
  • Material necessário:
  1. Uma tesoura (já tinha em casa);
  2. Uma blusa amarela (já tinha em casa);
  3. Um macacão jeans (emprestado);
  4. Um pedaço pequeno de EVA branco (já tinha em casa);
  5. Uma impressão do símbolo (imprimi em casa);
  6. 50 cm de elástico preto (R$ 1,50);
  7. Tinta guachê preta e branca (já tinha em casa) ou cinza;
  8. Um tubo de cola de silicone (R$ 3,50) ou cola universal (R$ 8,90);
  9. Dois tubos de papelão (eu usei os de papel higiênico).

Primeiramente imprimi o símbolo do minions que encontrei na net. Recortei e colei no EVA cortado do mesmo tamanho (mas você pode usar papelão ou qualquer material, somente para deixar mais firme). Depois colei o símbolo no macacão. Os óculos foram feitos com o miolo do rolo de papel higiênico. Cortei, pintei de cinza (na verdade só tinha guache preto e branco misturei e virou o cinza) e grampeei ao elástico (veja o vídeo). Gente é só isto… Mas se quiser incrementar, pode colocar uma luva preta, uma touca amarela e colocar uns fios de cabelo de lã preta. Solte a criatividade!

Veja o resultado abaixo:

Minions

 

  1. Palhaçinho:
  • Material necessário:
  1. Uma tesoura (já tinha em casa);
  2. Um rolo de lã vermelha, amarela e azul (cada R$ 2,00);
  3. Body amarelo (já tinha em casa);
  4. Short vermelho (já tinha em casa);
  5. Cetim, aproximadamente 1 metro na largura de 2 a 3 cm (gastei R$ 0,50);
  6. Um tubo de cola de silicone (R$ 3,50) ou cola universal (R$ 8,90);
  7. Chapéu de aniversário de cor única (R$ 8,00 pacote com 10 unid);

Para o palhaçinho fiz 3 pompoms de lã, um de cada cor. Eu preferi fazer com o garfo, por conta do tamanho e da facilidade (tentei fazer com o dedo, com um rolo, mas o que deu mais certo foi o garfinho), conforme abaixo:

pompom de lã como fazer

Imagem tirada da Internet

Ah, outra dica do pompom é que dei aproximadamente 100 voltas… O primeiro que testei fiz com 50 voltas e ficou bem murchinho. Depois fiz um pompom misturando as 3 linhas, para colocar em cima do chapeuzinho, este deixei uma linha bem comprida e colei com durex na parte interna. O cetim, medi no body e cortei. Depois colei tudo com cola silicone. Dei uns pontinhos de costura, só para ficar mais firme, pois os pompoms chamam atenção e com certeza meu filho vai tentar arrancar eles… rsrsrs.

Bem, eu estou terminando uma saia de tulê para combinar com meu filho. Na segunda posto como fiz minha fantasia. Inclusive esta saia de tulê é uma ótima opção para as meninas, pois com ela você pode fazer mil fantasias…

Bom, veja o resultado da fantasia de palhaçinho:

Fantasia customizada Palhaçinho

Também gravamos uma reportagem sobre o assunto para TVI – Band, confira abaixo:

E aí animou? Que tal customizar a sua fantasia e a do seu filho? Se você animou e vai cair na folia não se esqueça de se hidratar muito. Ótimo carnaval 2017! Comente o que achou da matéria! Mande fotos das fantasias que inventou!

fevereiro 25, 2017 / por / em,
Carnaval com estilo

A moda faz parte da cultura de um país, sendo assim diretamente ligada ao Carnaval, onde pode-se expressar realmente “as fantasias”. Adultos, crianças… O fato é que o período contagia a todos e, claro, sempre surgem as idéias e dúvidas sobre qual fantasia é a ideal, qual escolher, etc… Seja qual for, o ideal é usar a criatividade e o capricho. O restante, é só brincar!!!

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Fantasia de princesa – Pode ser usada na festa de aniversário e depois para pular uma matinê!

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Fantasia de fada – Esta sempre é um encanto e não sai da moda.

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Fantasia de palhacinho – para os bebês quanto menos enfeite melhor!

WhatsApp Image 2017-02-23 at 09.30.20Havaianos – E a moda tal mãe tal filho? Quem entra na onda e vai na matinê com a fantasia igual do filho ou filha?

É bom dar preferências para roupas leves, pois as crianças costumam brincar e suar muito. E também é importante tomar muita água… Com estas dicas estamos todos prontos para folia. E vocês já preparam a fantasia de vocês?

fevereiro 24, 2017 / por / em,
Dica de Rotina para o Sono e o Fim do Horário de Verão

Oi, olha a dica prática da nossa querida pediatra Natacha Dalcolmo, mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

Enfim mais um horário de verão está chegando ao fim, então as 00 hora do dia 18/02/2017 para 19/02/2017, precisaremos atrasar o relógio em 1 hora, voltando para 23h. Conclusão: se você tem uma criança que já está acostumada a dormir às 20h da noite, no horário normal será 19h. Só que da mesma forma que dormem mais cedo, poderão acordar mais cedo também…

Então aqui vai uma dica:
Comece desde hoje a aumentar 15 min no início da rotina que você faz para o bebê/criança dormir e vai aumentando a cada dois dias. Exemplo: Se você começa a rotina do sono às 20 horas, passe a começar às 20h15min horas hoje… Que é sexta, e repita no sábado.

No domingo já vai ter trocado o horário, então comece a rotina do sono as 19h30min do horário normal (que equivale às 20h30min horas do antigo horário de verão), já na terça aumente para 19h45min do horário normal e assim por diante até chegar novamente às 20h. Esta rotina de aumentar 15 minutos, pode ser feita a cada 2 ou 3 dias. E aos poucos vá aumentando, logo vocês já estarão novamente iniciando a rotina do sono às 20h. Só que às 20h do novo horário! Pronto… Problema resolvido! 😉

E que tal você grávida também seguir a dica, pois afinal essa mudança de horário afeta todos.

fevereiro 17, 2017 / por / em, ,
Introdução alimentar: Papa Salgada

Para promover o crescimento e desenvolvimento adequados, a partir dos seis meses de idade é necessário começar a introdução de novos alimentos. Só o leite materno já não atende mais às necessidades da criança, podendo levar a uma desaceleração do seu crescimento e a um aumento do risco dela ficar desnutrida e apresentar falta de alguns micronutrientes essenciais para a sua saúde, como o ferro, a vitamina A e o zinco, entre outros.

Depois do passo inicial, com a introdução das frutas, você pode tentar introduzir outros tipos de alimentos e preparações salgadas, que podem ser oferecidos sob a forma de sopas ou purês. A papa salgada deve conter um alimento do grupo dos cereais ou dos tubérculos, um vegetal ou legume e um alimento do grupo das carnes, ovos ou do grupo das leguminosas. Não adicione sal na papa até a criança completar um ano de idade. A criança precisa aprender a conhecer o sabor natural dos alimentos. O sal em excesso é prejudicial à saúde do bebê.

Para a preparação da papa salgada, os alimentos devem ser cozidos em pouca água, sem tempero e oferecidos amassados com um garfo e, de preferência, não devem ser todos misturados no prato. A papa batida no liquidificador ou peneirada não estimula a mastigação e nem permite que a criança aprenda a conhecer os diferentes sabores. Dê preferência para os legumes e verduras da época, são mais baratos, mais frescos e mais nutritivos.

A partir dos oito meses de idade, algumas preparações servidas para a família como arroz, feijão, carne, legumes e verduras podem ser oferecidos à criança, desde que não sejam preparadas com temperos fortes ou picantes. A partir dessa idade, os alimentos podem ser oferecidos amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos, para estimular a mastigação.

Procure variar a comida do seu filho, isso garantirá o fornecimento adequado de vitaminas e minerais necessários para uma boa saúde e um crescimento adequado.

Procure oferecer o mesmo alimento no mínimo cinco vezes seguidas, mesmo que o seu bebê não aceite, insista. Só podemos dizer que não gostou de algo depois de muitas vezes oferecidas. Outro fator importante para oferecer seguidas vezes o mesmo alimento, é ter tempo para observar alguma possível alergia ou reação.

A ingestão de frutas legumes e verduras é parte integrante de um regime alimentar nutricionalmente equilibrado e saudável e deve ser sempre incentivado pelos pais e/ou responsáveis.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (BRASIL). Guia Alimentar para crianças menores de dois anos. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/34130-conheca-as-10-dicas-do-guia-alimentar-para-criancas-menores-de-2-anos.html. Acesso em 28 janeiro de 2017.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA (BRASIL) Alimentação infantil: cartilha de orientação aos pais, 2007, 86 p.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (Brasil) Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola. Departamento de Nutrologia, 3ª. ed. Rio de Janeiro, RJ: SBP, 2012. 148 p.

VITOLO,  M. R. Nutrição: da gestação ao envelhecimento. Rio de Janeiro: Ed. Rúbio, 2008.

Carolina Zampieri, mãe de uma pequena de 6 anos, nutricionista, realiza atendimento personalizado em home care e consultório, aprimorada na elaboração de um plano nutricional que promova saúde, prevenindo doenças e, o mais importante, melhorando a qualidade de vida nas diversas fases da vida.

fevereiro 8, 2017 / por / em, , ,
As crianças e as quedas / batidas de cabeça!

A maioria das quedas ocorre em casa, acomete crianças de 0 a 5 anos, e estão associadas à ausência de algum cuidador. Com a supervisão de adultos, modificações do ambiente onde a criança vive, brinca e estuda, e informações claras em produtos de uso infantil, o risco e as lesões decorrentes de quedas podem ter uma redução significativa. A cabeça é proporcionalmente grande e pesada, aumentando o risco de que trauma principal e mais forte ocorra nela.

Apesar da alta frequência de ocorrência, a letalidade relacionada as quedas é baixa, porém ela é a principal causa de internação por acidentes em crianças segundo a Rede Nacional da Primeira Infância.

Critérios a serem considerados na queda:

  • Altura da queda: logicamente quanto mais baixo, menor o risco.
  • Velocidade: um bebê que caiu de um bebê conforto mal fixado em um freada do carro tem mais risco do que a mesma queda do bebê conforto parado no chão.
  • Alterações de comportamento como choros, irritabilidade que não cessa com colo, sonolência excessiva (ELES PODEM DORMIR, só não é normal eles não acordar por nada) perda de movimento e etc. Sempre que houver suspeita de fratura… ou na dúvida, todo bebê menor de um ano deve ser observado é levado para avaliação médica.
  • Obs.: Vômitos nas primeiras 24-48 hs: relacionados a trauma cerebral / Desmaio ou perda de consciência: relacionado a alto risco de lesão.

Estes também são critérios que exigem avaliação médica:

  • Queda de uma altura maior que 1 metro.
  • Queda da escada com mais de 4 degraus.
  • Acidente com automóvel.
  • Presença de hematomas nos olhos (olho roxo).
  • Presença de galo na cabeça: em região próxima da orelha (região temporal) e na parte posterior da cabeça.
  • Sangramento pelo ouvido ou nariz.
  • DIficuldade para andar ou falar, quando já tiver essas habilidades.
  • Moleira abaulada (fontanela), se for bebê.

Em Campo Grande/MS:
O lugar referência para suspeita de lesão na cabeça é a Santa Casa do Sus (entrada na Rua Rui Barbosa).

Imagem do arquivo pessoal (não reproduzir sem autorização!)

Repetindo sobre o DORMIR:

Se o acidente aconteceu próximo da hora de dormir, ou no horário daquela sonequinha da tarde, pode-se deixá-la dormir. Após mais ou menos 2 horas, acorde-a e veja se está tudo bem. Claro que a criança estará sonolenta, mas ele deve reagir. Se ficar insegura, durma com ela. Após todo o estresse da queda e de tanto chorar, a criança pode mesmo ficar cansada e querer dormir, o importante é avaliar a criança de tempos em tempos.

Conclusão: Não deixá-los nem por 1 segundo em lugares sem grades.

Abaixo uma figura sobre os andadores:

Créditos da imagem (fisioterapia.com)

“Nenhuma dica substitui uma consulta com o pediatra!”

Natacha Dalcolmo, Mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

janeiro 31, 2017 / por / em,
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