Maternidade

Pronação Dolorosa: Susto da Mãe Glê Schmitt

Vamos falar um pouco sobre o susto que a mãe Glê Schmitt passou com sua filha Malu, que na época ainda não tinha completado 2 anos.

A foto acima mostra exatamente a pose (foto do arquivo pessoal da blogueira Glê Schmitt), só que em um cenário diferente, quando ela viveu um dos maiores sustos da sua vida e a maior culpa de mãe nos então cinco anos de maternidade. Para ler a estória completa entre AQUI!

Com a colaboração da pediatra Dra. Natacha Dalcomo (CRM/MS 6120), que explicou com termos médicos, sobre o corrido com a Malu. Compartilharmos com vocês as explicações que foram dadas:

PRONAÇÃO DOLOROSA
É um deslocamento da cabeça do rádio (osso do antebraço) em relação ao ligamento anular.
Esta lesão ocorre em crianças menores de cinco anos, devido à consistência mais elástica dos ligamentos e ao desenvolvimento ósseo incompleto. A história é quase sempre a mesma, a criança é puxada pela mão ou pelo antebraço (ex: mãe segura a criança para que esta não saia correndo pela rua, ou quando a criança é balançada pelos braços).

TRATAMENTO
Procurar atendimento médico para que seja feito o adequado tratamento.
Na vigência da descrição clássica do trauma, o procedimento a ser realizado se chama redução, que consiste em “colocar o osso deslocado no lugar”. Feito isso, a melhora da dor e o restabelecimento dos movimentos são quase imediatos.

EVITE
Manipular o braço da criança, principalmente quando o momento do trauma não foi testemunhado, ou seja, quando há apenas o relato de trauma e choro. Evite também puxar a criança pelas mãos, desta forma, não ocorre o mecanismo de tração sobre o cotovelo.

Imagem: Shutterstock

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

janeiro 27, 2017 / por / em,
Você é só MÃE?

Quando sai do serviço e resolvi repensar com o que eu iria trabalhar para passar mais tempo com meu filho, foi meio complicado… Ser mãe empreendedora não é fácil… E todo início é difícil… Quando você vai preencher cadastro te perguntam o que você é… E antigamente minha resposta era sou desempregada… Ultimamente já tenho respondido diferente… Sou Mãe empreendedora… Ou pelo menos, sou empreendedora… Se eu não tiver orgulho do que sou, quem vai me levar a sério?

Tem um vídeo que fala sobre este questionamento: “VOCÊ SÓ É MÃE?” (Créditos You Tube: Blog De Mãe)
Mas ser só MÃE, no meu caso, é ser numa mesma pessoa uma cozinheira, motorista, empreendedora, dona de casa, gestora de conflitos, gerente de suprimentos domiciliar, professora, enfermeira, psicologa, conselheira, planejadora de eventos, cabeleireira, eu sou até caça fantasmas… Ser SÓ MÃE quer dizer que eu dificilmente tenho os braços livres, normalmente nos transformando em MÃES POLVOS… A mulher já tem esta habilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas depois que me tornei mãe esta habilidade cresceu.

E é bom lembrar que trabalho de segunda a segunda, não tenho férias ou feriados, que não recebo salário e não posso pedir folga quando estou doente. Então quando alguém me perguntar, “VOCÊ SÓ É MÃE?”, poderei respirar fundo e responder: Sim, só mãe!

Porque para algumas pessoas eu posso parecer POUCO, mas para meu filho sou TUDO! E afinal é SÓ ISSO que importa.

Créditos da imagem de fundo do site: http://maedepeso.com.br/

janeiro 15, 2017 / por / em,
Vídeo com dados sobre: Saúde das crianças e adolescentes na Era Digital

A um tempo atrás postamos no site o conjunto de orientações em defesa da “Saúde das crianças e adolescentes na Era Digital” que a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) divulgou. E dividi também minha experiência, dificuldades e erros sobre o tema. E dias atrás, vi este vídeo que reforça a importância sobre o assunto… Como vocês lidam com esta relação tecnologia x crianças?

janeiro 8, 2017 / por / em, ,
Desfralde

É verdade que NÃO existe uma idade certa ou ideal para começar a tirar as fraldas da criança, mas a maioria começa a ficar pronta, em termos físicos e cognitivos, mais ou menos por volta dos 2 anos de idade (embora algumas só estejam preparadas bem depois de completar 3 anos).

O jeito de tirar a fralda de uma criança mudou bastante nos últimos anos, por mais que sua Tia Avó diga que os bebês com 1 ano já não usava mais fralda. Pesquisas demonstraram cientificamente que as crianças só começam a controlar os músculos da bexiga e do reto a partir de 1 ano e meio.

Começar antes da hora pode prolongar o processo todo e deixá-lo mais difícil para os pais e para criança.

Dar início ao treinamento perto de uma grande mudança na vida da criança não é uma boa ideia.
Crianças pequenas vivem de rotina, e qualquer alteração é suficiente para bagunçar o mundo e a cabeça delas.
O melhor é esperar até a mudança já ter acontecido e a criança estar acostumada a ela.

É duro segurar a ansiedade, mas se você forçar uma barra corre o risco de deixar a criança aflita e assustada, e tudo o que você não quer é que ela comece a segurar o cocô, o que pode levar a casos graves de constipação intestinal.

Então, quando devemos começar o desfralde?

* Faz bastante xixi de cada vez e fica “seco” por pelo menos três ou quatro horas, ou seja, os músculos da bexiga conseguem segurar a urina.
* Faz um cocô em horários mais ou menos previsíveis.
* Consegue abaixar e levantar as calças.
* Fica incomodado quando a fralda está suja ou molhada.
* Dá sinais quando está com vontade de fazer cocô, seja avisando ou fazendo aquela carinha … mas sempre ANTES de fazer coco

Vá avançando no ritmo da criança, passo a passo, devagar.
Você pode incentivá-la com livrinhos, histórias, idas ao banheiro, cuecas e calcinhas novas.
Mas não force se ela não quiser.

E não exagere nas ofertas: se você tiver de levá-la ao banheiro de hora em hora para não haver acidentes, quem está treinado é você, não seu filho!!

Dar bronca, ficar bravo ou botar de castigo porque a criança não está interessada no penico, recusa-se a sentar lá ou deixa escapar o xixi ou o cocô pode retardar o processo ou causar problemas.

Os acidentes fazem parte do processo. Quanto mais bronca a criança levar, menos interessada ficará em aprender: ela vai ter medo de deixar escapar de novo e levar mais bronca. Outros efeitos colaterais são a criança começar a segurar o cocô, o que pode levar a casos graves de prisão de ventre, ou ficar mais suscetível a infecções do trato urinário.

Caso os acidentes estejam muito frequentes talvez seja o caso de voltar atrás.

“Nenhuma dica substitui uma consulta com o pediatra!”

Natacha Dalcolmo, Mãe de dois pequenos, Heitor e Davi. Medica formada pela Universidade federal do Mato Grosso do Sul desde 2009. Pediatra formada pela Santa Casa de Campo Grande/MS. Pós graduada em cuidados paliativos. Já fez curso de amamentação, recepção e reanimação de recém nascido a termo e prematuro.

dezembro 27, 2016 / por / em,
Surpresas boas de uma família com três filhos

“Caraca, tô grávida do terceiro filho, e agora?!” Essa foi uma das primeiras perguntas quando descobri a gravidez da Maria Flor. Já estava difícil com dois, imagina com três? Claro que o desespero, sem duvidas, toma conta no momento do susto. Mas depois que o barrigão foi crescendo, fui desacelerando dos pensamentos medrosos e dando espaço às ideias de como seria essa família grande.
O tempo passou, a Florzinha nasceu e, de cara, eu já pude perceber que com a sua chegada não só a família aumentou, mas também o amor, a paciência e união. Temos buscado manter esses três sentimentos bem abastecidos pois é o que tem movido nossa família.
Eu achei que seria mais difícil. Mas me surpreendi positivamente, pois a cada dia é uma nova surpresa nessa tripla jornada é uma felicidade a mais por saber que estamos todos no caminho certo.
Eu venho de família grande, sou a caçula de quatro irmãos, amo todos reunidos, casa cheia e é isso que eu espero com minha prole.
Vejo que as pessoas até se assustam às vezes quando eu estou com os três, mas mal sabem elas como é gostoso imaginar daqui uns anos, eles maiores, unidos, trocando confidências, se ajudando, casa cheia de amigos deles, aquela bagunça que eu adoro!
Sei que hoje em dia é um pouco comum a família brasileira ter mais que dois filhos… eu mesma que não queria ter nenhum e em cinco anos já tenho formação tripla em maternidade, mas a vida é assim mesmo: cheia de idas e vindas, altos e baixos, erros e acertos, e cheia de surpresas boas que nos enchem de alegrias a cada dia…

Glê Schmitt, blogueira, mãe de três: Jotapê, Malu e Floflô. Cheia de loucura baseada na vida materna, querendo compartilhar desabafos, erros, acertos, pérolas e aprendizados desse caos delicioso que é ser mãe.

dezembro 16, 2016 / por / em
Vídeo sobre maternidade e suas dúvidas, incertezas e inseguranças!

Este vídeo é ótimo para nos mostrar que não existe maternidade fácil e também existem muitas dúvidas, incertezas e inseguranças. E você o que gostaria de ter ficado sabendo antes do seu filho nascer, mas que ninguém lhe contou?

No meu caso seria: É muito difícil cuidar de um bebê, mas com o tempo você pega o jeito!

Créditos do vídeo: Escola de Mães – PerestroikaCreative

dezembro 12, 2016 / por / em
Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital

No início desse mês de novembro, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) divulgou um manual de orientação à pediatras, educadores e escolas, pais, crianças e adolescentes, sobre o uso da tecnologia, além de apresentar seus benefícios e malefícios. Com a era digital, o acesso à celulares, televisão e internet ocorrem em idades cada vez mais precoces. Mas conforme este Manual de Orientação, alguns limites e informações são fundamentais para que a utilização dessas tecnologias não cause prejuízo e danos à saúde, ou até mesmo dificuldades de socialização, aumento de ansiedade, violência, cyberbullying, dificuldades escolares, transtornos de sono e alimentação, sedentarismo e etc.

Eu preciso confessar que aqui em casa, por várias vezes utilizamos o celular ou a televisão, para entreter meu filho, enquanto precisamos realizar alguma atividade… E ao ler o manual, percebi que ele começou o contato com celular e TV muito cedo (aproximadamente 1 ano), sendo que o recomendado pela cartilha seria a partir de 2 anos. Atualmente, com 2 anos, ele continua assistindo muito a TV e se somarmos o tempo de todos os desenhos, filmes, músicas e etc. serão aproximadamente 3 horas por dia, sendo que a orientação do Manual sugere no máximo 2 horas/dia. E sabe aquela recomendação que escutamos sobre não deixar o filho assistir TV ou ver vídeos para se alimentar ou para dormir? Infelizmente aqui esta cena acontece com frequência.

Mas, e antigamente, como as mamães faziam então? Não sei se irão concordar, mas me lembro de em muitas casas terem o “cercadinho”, onde os bebês e crianças costumavam ficar brincando sozinhos, enquanto as mamães trabalhavam em casa… Então vejo que aqui em casa estou tentando usar a tecnologia como um “cercadinho digital”.

O manual adverte ainda que os adultos, se tornam um modelo de referência para seus filhos. Portanto precisamos dar o primeiro exemplo, como o limite de tempo de trabalho no computador, quando em casa, ou seja, desconectar e estar presencialmente com nossos filhos. Este seria outro ponto que necessitamos nos policiar, pois costumamos utilizar bastante o celular e computador, nos acessos ao facebook, instagram, e-mail e whats app (atualmente o aplicativo mais utilizado por mim).

Antes mesmo de ter visto as orientações, já tinha a pretensão de começar a diminuir ou pelo menos otimizar o uso do celular, pois de que adiantava eu colocar meu filho no quarto brincando, ficar ao lado dele, mas não sair do celular… Ele estava sozinho do mesmo jeito! E nesta fase dos 2 anos eles querem interagir, aprender e observam tudo!

Enfim… Compreendi que necessitamos mudar alguns hábitos, porém não será nada fácil adaptarmos uma nova rotina. Com certeza há benefícios e malefícios que acompanham a tecnologia digital. Fundamental é o bom senso e informação adequada.

Fico pensando nas mães e pais que tem crianças maiores ou até adolescentes e precisam ter cuidado redobrado, pois conforme o manual, são os mais atraídos pela informática (época da descoberta do vídeo game)… E nem imagino o quão difícil deve ser criar mecanismos para controlar o uso da tecnologia nesta faixa etária, ou de definir regras, ensinar o que se deve ou não ver na internet, pois é tudo muito “a mão”. Mas acredito que a confiança recíproca seja a melhor solução, pois se o seu filho te enxergar como um adulto confiável, acessível e compreensivo, ele irá sempre te contar o que está acontecendo e você poderá orienta-lo da melhor forma. Só imagino, pois ainda não chegamos nesta fase (risos, falar sempre é mais fácil que fazer, não é?).

E vocês o que acham das orientações? Acessem a cartilha no link http://www.sbp.com.br/src/uploads/2016/11/19166d-MOrient-Saude-Crian-e-Adolesc.pdf

Vamos trocar informações? Conte-nos sua experiência!

novembro 29, 2016 / por / em, , ,
Colesterol aumenta entre as crianças

Rede Materna

É senso comum que nos dias de hoje, as crianças levam uma vida muito mais sedentária do que era a dos pequenos do passado. Também é de conhecimento geral que o consumo de alimentos pouco saudáveis para as crianças é cada dia mais fácil e comum. Com tudo isso, quem sai perdendo são as próprias crianças, que são obrigadas a enfrentar – cada vez mais cedo – problemas como obesidade e doenças que antigamente eram restritas a pessoas com idades mais avançadas.

O colesterol é uma dessas doenças que há muitos anos ninguém imaginava que uma criança poderia ter, mas que hoje está cada vez mais presente no universo infantil. A situação piora a cada dia, de acordo com a professora titular do departamento de nutrição da Universidade de Brasília, Tereza Helena Macedo da Costa. “(Há) um aumento do número de crianças apresentando problemas de colesterol”, disse.

Segundo ela, o problema acontece porque as crianças estão mais ociosas e se alimentado de forma mais adequada. Um estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostra que 15% das crianças no país são obesas.

Para evitar o problema, a melhor alternativa é apostar em uma alimentação saudável, que conte com frutas e verduras, além de manter a prática de uma atividade física rotineira. Em casos mais graves, o uso de medicamentos pode ser necessário.

prevencaocolesterolinfantil

Fonte: Agência Brasil

agosto 31, 2016 / por / em
Para multiplicar as vantagens do aleitamento materno

Rede Materna

Que o aleitamento materno é a melhor opção para mães e bebês. A recomendação é para que até os seis meses os bebês sejam amamentados exclusivamente pelo leite materno. A lista de vantagens para quem insiste na amamentação é grande, mas, o que muita gente não sabe é que os benefícios podem ser compartilhados com outras pessoas. Para isso, a receita é simples e basta investir na doação de leite materno, uma atitude que não requer nenhum custo, mas pode salvar a vida de muitos pequeninos. O leite doado é destinado a bebês internados em unidades neonatais.

Por todo o Brasil, estão espalhados os Bancos de Leite Humano. Eles recebem doações de mulheres que estão amamentando e produzem mais leite do que o necessitado pelo filho. Quem se enquadra nesta situação pode se cadastrar para ser doadora e, para isto, as exigências são – além de ter excesso de leite – ser saudável, não usar medicamentos que impeçam a doação e se dispor a doar o leite excedente. Atendendo a estas normas, basta contatar o Banco de Leite mais próximo e se candidatar a ser uma doadora.

Quem for doar o leite deve retirá-lo depois que o bebê mamar ou quando as mamas estiverem muito cheias. É preciso se atentar aos cuidados com a higiene antes de iniciar o processo e escolher um local calmo e confortável para a  atividade.

Além disso, as exigências não são muitas. A ordenha pode ser feita de forma manual ou através de bombinhas próprias para o leite materno. No mercado existem opções manuais,  de custo bem acessível, e acessórios mais caros, como as bombas elétricas. Basta escolher o método que melhor se adéqua a cada mulher.

Para armazenar o leite, é preciso fazê-lo em um frasco de vidro com tampa de plástico. Servem até mesmo embalagens de café solúvel ou maionese. Para reaproveitar os potes basta retirar  o rótulo, lavá-lo bem e colocar em uma panela – tanto o pote quanto a tampa – com água suficiente para cobri-los. Depois disso, basta deixar o material ferver por 15 minutos. Em seguida deixe escorrer até que fique seco e possa utilizá-lo.

O leite retirado para doação deve ser congelado, processo que faz com que ele tenha validade de até 15 dias.

Mais informações podem ser obtidas na Rede Brasileira de Bancos de Leite Materno ou nos próprios Bancos de Leite.

doaçao de leite

agosto 24, 2016 / por / em
10 dicas para escolher a escola das crianças

Escolher uma escola para os filhos não é nada fácil. A coisa fica ainda mais difícil quando o filho é pequeno ou até um bebê. Confira 10 coisas que não podemos deixar de olhar na hora da escolha:

1 – Estrutura: deve ser adequada à faixa etária das crianças. Observe desde cadeiras e mesas até vasos sanitários e o parque. Observe também redes e grades, proteção de escadas, piscinas, hortas, jardins, portões e etc.

2 – Limpeza: Um ambiente limpo e cuidado é essencial não somente pela questão da saúde, mas também releva a preocupação dos donos da escola com o bem estar das crianças.

3 – Sistema de ensino: Conheça bem o sistema de ensino que a escola adota. Pesquise sobre ele e os materiais didáticos utilizados e converse com outros pais. Verifique se é realmente o que você deseja para seu filho.

4 – Alimentação: Se a escola fornecer a alimentação, verifique onde é feita a compra e armazenagem dos alimentos. Além é claro dos cuidados tomados na hora de preparar lanches e refeições. Não se esqueça  de verificar cardápio e se a alimentação é acompanhada por nutricionista.

5 – Profissionais: Verifique se os profissionais são formados, há quanto tempo estão trabalhando na área. Observe que os funcionários da escola estão felizes e satisfeitos no emprego, isso vai refletir diretamente na qualidade dos cuidados que seu filho vai receber.

6 – Rotina: Se a criança vai ficar o dia todo na escola, peça a rotina que a escola adota. Veja se ela prioriza também os momentos de descanso da criança, se varia as atividades entre pedagógicas e lúdicas.

7 – Quantidade de alunos: Segundo legislação brasileira, em instituições de ensino infantil, o número máximo de alunos é de 15 alunos por turma. Verifique se a escola observa esta norma.

8 – Aulas extracurriculares: Se a escola oferece aulas de judô, balé, natação, informática, por exemplo, não esqueça de visitar o local onde a aula é oferecida e se está de acordo com a atividade. Verifique também o professor que ministrará as aulas e se está capacitado, o que evita lesões e faz o uso incorreto das atividades físicas. No caso da Natação o cuidado deve ser redobrado.

9 – Custo: Não é só a mensalidade que conta na hora de escolher a escola. Lembre-se que há taxas e sempre uma contribuição para festas e passeios. Converse antes na escola e verifique com qual freqüência que essas atividades acontecem. Veja também como eles trabalham com o material didático e outros recursos.

10 – Confiança: Intuição de mãe não falha. Quando for visitar a escola, escute o seu coração. A escola te passou confiança e tranqüilidade? Você e a criança se sentiram bem lá dentro? Como funcionários e direção trataram vocês nas visitas? E claro, tente visitar mais de uma vez em horários diferentes. Vá algumas vezes sem avisar.

Outro ponto bem legal na hora de escolher a escola é verificar o mecanismo de comunicação dela com os pais. Atualmente as escolas estão usando aplicativos para facilitar a comunicação e integrar ainda mais as famílias nas escolas, como por exemplo, o Bebê Alerta que ainda tem outras funcionalidades.

agosto 24, 2016 / por / em,
Vem com a gente
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