Maternidade

Mãe e empreendedora… por onde começar?

Por Rede Materna

Não tem como fugir, a maternidade provoca uma grande mudança na vida de qualquer mulher. No meio de fraldas, noites mal dormidas, aprendizados e tudo o que vem junto com o bebê, muitas mulheres precisam voltar ao trabalho, seja por conta da realização pessoal ou necessidades financeiras.

Neste momento, a quantidade de mães que buscam alternativas de trabalho em casa é grande e, para aquelas que têm empregos que não permitem esta opção, a ideia de empreender costuma surgir de maneira quase que natural.

De acordo com o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas, do Sebrae  (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em conjunto com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômico (Dieese), entre os anos de 2002 e 2012, o número de mulheres empreendedoras no Brasil aumentou 19%. Este percentual inclui muitas mães – que contavam com bons empregos e altos salários – e abriram mão de tudo para poder passar mais tempo com os filhos.

Mas, quando vem a ideia de empreender, surgem também muitas dúvidas e o medo de não saber por onde começar. O Sebrae, tanto em suas unidades físicas quanto na internet, oferece assistência para quem está se aventurando pela ideia de começar seu próprio negócio.

Confira algumas das dicas do Sebrae para iniciar bem seu negócio, disponíveis no site da instituição:

*Saiba que negócio abrir;

*Veja se você tem perfil para empreender;

*Organize-se

*Saiba como obter crédito;

*Coloque a mão na massa.

Quer saber mais? Acesse o site www.sebrae.com.br e confira mais dicas de como obter sucesso em seu empreendimento.

 

 

Foto: www.familia.com.br

agosto 17, 2016 / por / em,
“Eu, Mãe: Mulheres Empreendedoras”: Maternidade e odontologia

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Por Rede Materna

Hoje (15), o Rede Materna inicia sua série especial de entrevistas chamada “Eu, mãe: mulheres empreendedoras”, na qual pretendemos contar histórias reais de mulheres que decidiram empreender depois da maternidade, seja continuando no seu emprego, mudando de ramo ou abrindo o seu próprio negócio. Afinal, todos nós sabemos que a chegada de um novo ser é profundo causador de modificações em nós. Queremos partilhar com você a caminhada dessas mães, seus desafios, dificuldades, conquistas e felicidades – de um maneira que possa  ajudar a trilharmos este caminho juntas e (por que não?) te inspirar.

Para abrir essa série, nos encontramos com a Letícia Lealdini, mãe do Lucas, de 3 anos, e do Felipe, de 9 meses. Ela é cirurgiã dentista e mora em Mogi Mirim (interior de São Paulo).

Rede Materna: Por favor, fale um pouquinho sobre você, sua família e seu(s) emprego(s).317231_284289981592053_233597687_n

Letícia: Eu sou Dentista, formada pela UNIARARAS e com mestrado em Estomatologia pela USP e Doutorado em Radiologia pela UNICAMP e completei todos os meus estudos antes das crianças, porém, o Doutorado fiz casada. Meu marido passou tudo junto comigo, estamos juntos há 20 anos. Hoje somos uma família completa com dois filhos lindos e muito amados!!! Meu marido também é dentista e trabalha bastante, graças a Deus, e me ajuda muito com as crianças… Eu sou coordenadora de um curso de pós-graduação em radiologia odontológica em Cuiabá, na FAIPE, Professora de Radiologia na graduação de odontologia na UNIARARAS, faço parte do corpo docente da pós-graduação em ortodontia também nessa faculdade e trabalho em três clínicas de Radiologia, sendo nas cidades de Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Limeira.

Rede Materna: E como foi para você quando chegou a maternidade? O que mais mudou na sua rotina de trabalho?

Letícia: Com a espera do Lucas, as coisas já começaram a mudar… Precisei ficar um pouco mais em casa e fui adaptando minha rotina de trabalho para isso, trabalhando de casa mesmo, sem ir para as clínicas e saindo de casa para dar as aulas quando precisava. Com a chegada da minha primeira riqueza, o meu serviço já estava adaptado para ser dividido entre as fraldas e as mamadeiras e, quando ele chegou, além da ajuda do marido tive a ajuda de uma Babá, a tia Gi, que está comigo até hoje. Apenas as aulas que esperaram o Lucas crescer um pouco para eu voltar…

Rede Materna: Você já se sentiu dividida entre ter que trabalhar e maternar ao mesmo tempo? Como você lida com essa situação?

Letícia: A gente sempre fica dividida com essa situação, mas trabalho em casa pela manhã, o que me proporciona dividir os laudos com brincadeiras, as vezes…

Rede Materna: Lembro que comentou que você faz parte do seu trabalho em casa, como planejamento de aulas, provas, lanças notas no sistema, etc. Como você organiza seu tempo quando precisa trabalhar com as crianças em casa?

Letícia: É difícil lidar com essa situação porque, como estou em casa, eles querem mais atenção e às vezes tenho muita coisa pra entregar, que não consigo parar para brincar e como eles ficam em cima de mim, a paciência pode acabar…

IMG-20160812-WA0003Rede Materna: Você tem dois filhos, o Lucas e o Felipe.  Como eles interagem com a sua rotina de trabalho? Clinicando no consultório, você acaba também cuidando dos dentinhos dos dois, né? Como é quando eles vão até lá e como você se sente?

Letícia: Não faço consultório, já tem 12 anos… O Lucas sempre faz laudos comigo, fica sentado do meu lado desenhando em uma folha e depois me mostra o laudo e pergunta se está certo (risos). Quem cuida dos dentinhos é o pai, que leva eles para o consultório, o Lucas já adora…

Rede Materna: Qual conselho você daria para uma mãe que quer voltar ao trabalho, ou iniciar um novo empreendimento, e ainda assim continuar presente na vida do(s) filho(s)?

Letícia: O conselho que tenho, é o mais difícil de fazer: volte ao trabalho ou inicie um novo empreendimento, mas faça isso de uma maneira que você consiga dividir seu tempo com as crianças. É importante você ter um tempo pra você, mesmo que esse tempo seja trabalhando e, pra valer a pena o tempo de trabalho, aproveite ao máximo o tempo que tiver com seus filhos. Eles crescem e perdemos as melhores conquistas quando não conseguimos aproveitar o tempo com eles.

 

agosto 15, 2016 / por / em
Como ajudar os filhos com os estudos

As suas crianças adoram brincar, comem frutas e vegetais sem fazer cara feia, não fazem cena para escovar os dentes, mas quando se trata de estudar, pronto, fez-se o caos na Terra. Eles tentam fugir de todas as maneiras da tarefa e reclamam para ir para a escola. Como fazer com que eles gostem de estudar?

A primeira coisa que os pais precisam fazer é avaliar a relação deles com os próprios estudos. Eles gostam de ler, lembram da escola com saudade ou falam de alguma disciplina com propriedade e satisfação pessoal? Eles estão sempre aprendendo algo novo? Essa é a primeira referência para as crianças.

Muitos pais transferem as ambições deles para os filhos, mas não funciona assim. Não adianta esperar que a criança goste de vegetais se os próprios pais torcem o nariz para uma cenoura. O princípio é o mesmo quando se refere aos estudos.

A família pode visitar museus, passear em parques, conhecer exposições de arte e música, passar um dia na biblioteca e na livraria. Tudo funciona como estímulo. Os livrinhos deles terão mais impacto no imaginário das crianças do que os pais imaginam, mas é bom que os pais participem dessa experiência também.

As matérias mais difíceis podem entrar na rotina da casa através de brincadeiras e experiências supervisionadas pelos pais. Promova a curiosidade dos baixinhos de maneira natural. O estímulo precisa estar presente em casa para que as aulas também sejam um momento esperado para as crianças. Se elas possuem dificuldades com as aulas de química, por exemplo, e possuem dificuldades, com essa matéria, outra ideia interessante, é procurar vídeos ou aulas na internet que ilustrem melhor a matéria, um bom exemplo é o site Química em ação.

Ofereça brinquedos que promovam a ciência, invista em materiais escolares divertidos que despertem o interesse nas crianças. São os primeiros passos para torná-las receptivas ao novo.

 

dezembro 31, 2015 / por / em
Conheça a cadeirinha que atende crianças de um a sete anos

Muitos pais têm dúvidas sobre qual é a cadeirinha de transporte mais indicada para cada idade das crianças e qual é o momento ideal da troca de um modelo para o outro. Pensando na praticidade dos pais na hora de escolher o equipamento ideal, a Tutti Baby, empresa catarinense especializada em produtos infantis, desenvolveu a poltrona Ninna. Ela acompanha o crescimento das crianças e pode ser usada do primeiro ao sétimo ano, através de adaptações na sua montagem.

A Ninna pode ser ajustada em oito posições, que facilita o ajuste conforme o crescimento da criança, que pode utilizar dos nove aos 36 quilos. A poltrona atende crianças dos grupos de massa de 1 a 3, ou seja, de um a sete anos.

cadeirinha de carro

Para garantir o conforto dos pequenos, a Ninna é revestida com tecido macio, possui almofada redutora e protetores acolchoados para os ombros. A estrutura de plástico de engenharia proporciona uma maior resistência e segurança ao produto. Estão disponíveis para o lançamento três cores: cinza, preta e vermelha. A poltrona foi desenvolvida conforme a norma NBR 14400 e é um produto certificado pelo Inor – órgão acreditado pelo Inmetro.

Nelson Zanotti, presidente da Tutti Baby, explica que a cadeira Ninna é o primeiro produto lançado depois de uma revisão no posicionamento e na revisão da identidade visual da marca. “Nosso novo lema é facilitar a vida dos pais. E a poltrona está seguindo esta linha: é um produto que vai acompanhar a criança durante boa parte da infância e pensamos em cada detalhe para garantir o conforto e a segurança dos pequenos”, diz.

A poltrona chega às lojas em maio.

Entenda quais são os grupos de massa
Grupo de massa I – de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até 2 anos e 8 meses de idade.
Grupo de massa II – de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15 m, até 5 anos de idade.
Grupo de massa III – de 22 kg a 36 kg, altura aproximada de 1,30m, até 10 anos de idade.

Com a poltrona Ninna, as crianças do grupo de massa I utilizam o cinto da cadeira e a partir do grupo II, a criança utiliza o cinto do carro.

dezembro 31, 2015 / por / em,
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