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Amamentação Parte 3 – Empoderamento para amamentar e Relactação.

Estávamos com aproximadamente 5 meses de vida do Heitor, eu prestes a retornar ao trabalho, e eu não conseguia armazenar leite materno. Mas enfim surgiram algumas luzes no caminho e junto surgiu algumas anjas. Eu fui demitida do trabalho, mas já tinha uma babá para ficar com meu filho, então fui atrás de um serviço que eu pudesse ficar com Heitor pelo menos meio período. E enfim consegui, em uma empresa que tinha trabalhado 8 anos atrás. Nesta época fui em uma pediatra nova e continuávamos indo na Nananenê, pois a consultoria se estendia ao desenvolvimento do Heitor, além de vermos muitos cuidados além da amamentação. Como limpeza nasal, tipo de leite e muitas dicas para usar no dia a dia da minha vida materna e dos cuidados com meu filho. Quando fui na pediatra nova, em nossa segunda consulta, o Heitor começou a chorar e automaticamente peguei a mamadeira dele e já ia preparando a fórmula. Foi quando a pediatra me perguntou: você não conseguiu amamentar ele? E eu respondi: consegui, mas ele mama no peito e na mamadeira. Ela pediu para mim dar o peito ao invés da mamadeira. Eu achei muito mais prático e fiz logo… eu mamou direitinho… E ela me falou… Mãe quanto mais você der peito mais leite terá… tente diminuir estas mamadeiras pela metade, e vamos acompanhando o peso dele. Olha seu leite transbordando ai… nesta hora o Heitor já tinha mamado e adormecido no meu braço e o leite escorreu… Comecei a fazer imediatamente o que a doutora recomendou.

Cada dia dava mais o peito e menos a mamadeira… Como trabalhava no período vespertino, sempre dava mama para o Heitor em livre demanda de manhã e a noite. E a tarde tomava apenas uma mamadeira.  Junto com esta tática comecei a usar também a relactação, pois eu queria aumentar a minha produção de leite, desta forma toda noite colocava leite artificial na mamadeira e liguei meu bico através de uma sonda.

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Acima Heitor mamando!

Abaixo alguns kits completos para relactação, que na época não encontrei aqui em Campo Grande-MS.

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Então o Heitor começava a mamar somente leite materno e depois eu colocava a sonda, e ele sugava os dois ao mesmo tempo. E ao mesmo tempo que ele se alimentava com o LA ele também ajudava a estimular a produção de leite materno. No nosso caso usávamos sonda 4 mm que encontramos em lojas de materiais hospitalares. As sondas eram baratas, desta forma no começo eu sempre usava e descartava, mas como usei esta técnica até ele completar quase 1 ano, depois eu comecei a reutilizar as sondas… pois apesar de baratas utilizava diariamente… Mas siga isto como uma recomendação, o certo era usar e descartar!

No meu caso acredito que usamos a técnica com sucesso, pois com certeza vi que a produção do meu leite aumentou. Com a introdução alimentar tudo foi ficando mais leve, eu digo que senti um ciúmes muito forte do leite artificial, mas a introdução alimentar me deixou muito feliz… vi que ele estava se alimentando bem e continuava mamando… O Heitor continuou a mamar até 2 anos e 2 meses. Eu virei em outros post contar sobre o desmame e suas fases.

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede MaternaPortal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

agosto 5, 2017 / por / em
Aleitamento Materno… O desmame também faz parte! Por Laura

Sou Laura, mãe dos gêmeos Caio e Helena, professora, botânica, tentando conciliar a vida pessoal e profissional. Sou super a favor da amamentação, acho este processo muito lindo, mas é preciso muita determinação para amamentar, não é um processo fácil, ainda mais com gêmeos. Num outro momento irei compartilhar a minha estória de doação de leite, mas hoje venho falar de algo mais recente que foi o processo de desmame gradual gentil feito com Caio e a Helena. No início queria muito que o desmame fosse natural.  Mas optei por desmama-los após 3 meses de adaptação da escolinha. No primeiro mês eles ficaram doentes e usaram medicações leves, mas eu adoecia de forma mais intensa e tomava antibiótico, resultado em 1 mês e meio foram 3 antibióticos diferentes, o cansaço a cada dia mais intenso e em alguns momentos não tinha prazer em amamentá-los.

Foi nesta fase conturbada que comecei a pensar no desmame. Mas eu tinha medo de fraquejar, de não conseguir. Aquela culpa batendo, me senti insegura e pensava: será que eles vão continuar carinhosos e grudinhos comigo depois que acabar o mama? E durante este momento de dúvidas  tive o apoio de mães maravilhosas que vivem a maternidade de forma real e me senti encorajada a começar o processo. Um muito obrigada “mamães divas”, “mamães cenouritas” e Paula Serafim. Vocês não tem noção de como cada palavra foi importante pra iniciar o desmame.

E o primeiro passo eu já tinha que era a decisão de desmamar. Comecei a tirar a livre demanda dos finais de semana e reduzir gradativamente as mamadas que eram 4 vezes ao dia. Outro passo importante foi desassociar as mamadas na rede, local onde sempre mamaram desde RN (recém-nascidos). Passei a dar mama em qualquer lugar que não fosse a rede. E conversava todo dia ao longo das mamadas que o mama ia acabar porque ele tinha trabalhado muito (2 anos e 3 meses) e precisava descansar e logo logo ia viajar.  Isto iria acontecer porque eles já estavam grandes, espertos e muito inteligentes. Eram crianças e não eram mais nenéns. Todo o processo de desmame gentil durou 1 mês e meio. Tinha muito receio do Caio não aceitar pois nos últimos dias de amamentação sugava tudo como se fosse o último momento, esperto foi ele. A Helena chegou a dormir dois dias sem mamar à noite. Pensei, com ela vai ser tranquilo. Doce ilusão!!!

No último dia de amamentação eu expliquei que o mama estava dando tchau e não estaria mais conosco. Eles mamaram e dormiram. Quando foi na noite seguinte eu falei que ele foi embora e o Caio me deu um sorriso virou pro lado e dormiu enquanto a Helena chorou. Eu associo parte do choro ao cansaço. Expliquei que o personagem da Marsha (eles amam o desenho da Marsha e o Urso) não mamava e comia comida porque era criança que nem ela. Abracei e acalmei e ela logo dormiu. Ocorreu tudo bem melhor do que eu imaginava. Eles desmamaram em março de 2017, desde então não pedem pra mamar, mas a Heleninha vira e mexe deita no meu colo e fica pegando no mama, faz carinho e eu curto o chamego com ela.

E sabe aquele medo deles ficarem distantes de mim? Os dois só dormem à noite abraçadinhos comigo, além de continuarem carinhosos e amorosos. Estou super feliz com este ciclo que se encerrou e mais ainda com esta nova etapa, desta maternagem que esta apenas no seu princípio.

Gostou do texto da Laura? Que tal comentar aqui como foi seu processo de desmame?

agosto 2, 2017 / por / em,
Amamentação Parte 2 – Puerpério Tenso e Introdução do Leite Artificial

Heitor já estava com aproximadamente 30 dias e eu continuava a amamentação exclusiva no seio e em livre demanda. Mas ai o puerpério apertou, os hormônios enlouqueceram e eu fiquei extremamente triste… Já estava tomando alguns medicamentos, tomando muito líquido, mas o Heitor começou a perder peso… Foi neste momento que bateu um desespero… Comecei a escutar que meu leite era fraco, que não estava sendo suficiente, e nesta época ainda estávamos indo com frequência na consultoria da Nananenê, foi quando começamos a utilizar o método do copinho + gaze e introduzimos o leite artificial. Pelo pediatra teríamos começado na primeira semana, mas resisti até onde pude… Não sei se alguém já passou por isto… Mas senti que estava fracassando, que queria ter dado exclusivamente o leite materno até os 6 meses, e aquilo me deixou arrasada…

Mas ainda bem que o esposo estava comigo e ele me fez ver que eu estava tentando, mas que não era culpa minha e que naquele momento o leite artificial seria importante. Pois bem, num belo dia fomos na Paula Serafin e ela deu leite para o Heitor… Sendo que minutos antes ele estava aos berros, assim que ele tomou o leite, ele arrotou e dormiu. Fiquei pasma… E fiquei ainda mais chocada com as quase 4 horas de sono dele… Gente o que era aquilo… Tentamos usar o método do copinho e da gaze em casa, mas eu e o marido tínhamos medo dele engasgar… Continuamos por um tempo com este método, mas não conseguimos dar da maneira correta, pois ele engolia muito ar e com isto vieram as cólicas… Desta forma era sofrimento duplo. Tentamos mais algumas vezes, fomos outras na Nananenê, e parecia tão simples, mas não conseguimos…

Minha mãe, vendo minha situação sugeriu introduzirmos a mamadeira… No começo fiquei preocupada com a famosa confusão de bicos, que poderia fazer com que ele não quisesse mais mamar no peito e automaticamente meu desejo de amamentar até os dois anos, iriam por água abaixo. Mas com a ajuda da minha mãe, a introdução a mamadeira foi tranquila e continuamos neste ritmo até os 3 meses…

Bebe e mamadeira

Ele engordou bem. Não trocou o peito, pois antes da mamadeira eu sempre dava o peito! Uns dos problemas que enfrentei nestes meses foi que ele sentia muito sono pra mamar, era começar a mamar e dormia… Eu mexia nele, abria a roupinha, mas o que eu conseguia eram mais algumas sugadas e ele dormia novamente (bem depois vi o método de esguichar leite na boca dele, mas acabei não utilizando). Meu cansaço era muito grande, realmente diziam que amamentar cansava, dava sede e emagrecia. De fato isto aconteceu comigo… neste período tentei também começar a tirar leite, pois voltaria ao trabalho em breve. E eu não conseguia tirar leite, manualmente conseguia tirar apenas 10 ml com muito custo. E isto me frustrava muito. Mas a Paula me acalmava dizendo que tem mulheres que produzem mais e outras apenas o suficiente para o bebê. Enfim passando esta etapa veio o empoderamento para dar mais peito e a translactação.

Na parte 3 falarei sobre a parte final da amamentação.

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede MaternaPortal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

agosto 1, 2017 / por / em,
Evento CG Family Week – Instituições Apoiadas!

 

O CG FAMILY WEEK apoiará 3 instituições que prestam cuidados a acolhimento para famílias que estão passando por momentos muito difíceis, que é o caso da Afrangel e AACC. E também damos uma imensa importância  para o início da vida, em especial o parto humanizado, por isso ajudar a fomentar a Reestruturação da Sala de Parto da Maternidade Cândido Mariano é um dos nossos maiores compromissos.

Conheça um pouco mais sobre nossas instituições apoiadas:

AACC – MS

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Na Casa de Apoio

• Promove acolhida à criança/adolescente e 1 acompanhante do sexo feminino, com hospedagem -60 leitos/dia e 5 refeições diárias;
• Distribuição de cesta básica e cesta social as famílias;
• Transporte em Campo Grande a todos os locais necessários para o tratamento;
• Acompanhamento com psicólogos, nutricionista e fisioterapeuta
• Por meio do Serviço Social investiga as necessidades dos usuários e suas  famílias, esclarece a respeito do tratamento, funcionamento e rotinas hospitalares, contata prefeituras e conselhos tutelares, orienta e encaminha ao beneficio de prestação continuada-BPC, retirada de FGTS/PIS, encaminha para tratamento fora de domicilio-TFD, promove palestras sócio educativas, faz encaminhamento pós-obito, visitas domiciliares, visita de luto e acompanhamento pós óbito. Organiza datas comemorativas como Páscoa, dia das mães, dia das crianças, natal, aniversariantes, etc. Supervisiona estagiários de Serviço Social e acompanha voluntários e acadêmicos em ações na Casa de Apoio. (Defesa e garantia de direitos).
• Atividades lúdico-pedagógicas que garantem, na Classe Hospitalar em parceria com o Governo do Estado, a continuidade escolar; na brinquedoteca e adoloteca, atividades lúdicas coordenadas por um Terapeuta Ocupacional, que incluem arte terapia, passeio-terapia, musicalidade;
• O salão de beleza em conjunto com o serviço social e psicólogo – facilita a aceitação da perda dos cabelos no período da quimioterapia e para as mães, é um auxiliar da reconquista da auto-estima;

O câncer hoje é a segunda causa de morte da criança no Brasil, quando a AACC/MS foi fundada, as taxas de cura do câncer infantojuvenil no estado de Mato Grosso do Sul era de 2%, hoje, em parceria com o Hospital Regional de MS-CETOHI,  comemoramos o índice de 67% de cura.
Única casa de apoio no estado a atender criança e adolescente com câncer, presta relevantes serviços a família durante todo o tratamento com durabilidade média de 2 a 5 anos e para sua sustentabilidade conta com parcerias, convênios, campanhas, eventos e doações realizadas pela comunidade sulmatogrossensse.

Afrangel

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A Associação Franciscanas Angelinas (Afrangel) – Lar das Crianças vivendo e convivendo com HIV/Aids – existe desde 27 de setembro de 1996, com a missão de atender crianças (0 a 12 anos) vivendo e/ou convivendo com HIV/Aids.

Além disso, presta assistência social e psicológica a famílias com algum membro soropositivo.

A instituição fica em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e é a única do Estado a prestar esse tipo de assistência.

Todo atendimento oferecido é gratuito! A instituição é mantida, prioritariamente, por meio de doações! Por isso, sua ajuda é muito bem-vinda!

As doações podem ser feitas diretamente no Lar ou por meio de depósito bancário na conta da Afrangel: Agência – 2959-9 – C/C: 22.198-8 – Banco do Brasil.

Visite o Lar e conheça um pouco dessa obra de amor!!

https://www.facebook.com/amigosdaafrangel/

 

 

Projeto de Reestruturação da Sala de Parto

cover_20170406_135032A sala de partos é um local onde acontece um milagre, o nascimento de uma criança.

Quando o seu corpo der sinais que está em trabalho de parto, é altura de arrumar as malas, e calmamente dirigir-se à urgência do hospital. Caso tenha indução do trabalho de parto ou cesariana marcada, dirija-se ao local combinado previamente com o profissional de saúde.

Associação de Doulas do Mato Grosso do Sul-ADOMS e Nascitá-Clínica de Obstetrícia e Pediatria contam com a sua colaboração para a reforma e reestruturação das salas de parto da Maternidade Cândido Mariano. Com o intuito de obtermos melhorias, conforto e qualidade. Contamos com o seu apoio!

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reestruturacao-das-salas-de-parto-da-maternidade-candido-mariano

 

junho 24, 2017 / por / em,
Eu acredito nessa idéia e quero ser um patrocinador CG FAMILY WEEK!

O segmento de produtos e serviços relacionados à maternidade e cuidados é um dos que mais cresce no país. As famílias estão mais propensas a investir em atividades que proporcionem prazer e bem estar aos seus membros. Diante desse cenário de oportunidades, nós do site: redematerna.com.br
identificamos a necessidade de Campo Grande – MS de um evento 100% voltado à família.

O CG FAMILY WEEK é um evento único em Mato Grosso do Sul. Nosso principal objetivo é dar voz a pessoas que abandonaram seus empregos convencionais e decidiram se aventurar pelo mundo do empreendedorismo para ter mais flexibilidade para se dedicar a sua família. Nosso evento tem tudo a ver com empoderamento e temos a crença que a família bem cuidada é a chave para um mundo melhor.

Por que ser um patrocinador?
Nosso grande diferencial é a maneira leve que anunciamos sua marca, que, dependendo da cota de patrocínio que você escolher, ficará posicionada
estrategicamente no evento, materiais impressos no nosso site e redes sociais, usufruindo de benefícios até Dezembro de 2017.
Outro destaque é o fato do nosso público, além de fiel, será exposto à sua marca ao menos 1h15 minutos seguidos com a possibilidade de conhecer o seu produto. O que causa um impacto maior do que uma simples exposição visual de marcas.
E o melhor, você poderá atrelar o seu nome a um evento que fomenta a união entre as famílias e que vai apoiar 2 entidades filantrópicas ( AACC e Afrangel) e 1 projeto (Reestruturação da Sala de Parto da Cândido Mariano). Tudo isso por intermédio do seu investimento!

Quer conhecer mais sobre nossa proposta e  vantagens?
Envie um email para: contato@redematerna.com.br
Assunto: Quero ser um patrocinador CG FAMILY WEEK.

Entraremos em contato!

junho 23, 2017 / por / em
Sob Nova Direção: Acompanhe as novidades do Rede Materna

Rede Materna

A partir de agora, o Rede Materna está sob nova direção. Nas últimas semanas, a Gabriele Rech e a Bárbara Vitoriano – que até então respondiam pelo projeto –  passaram todas as informações e detalhes a respeito do site para as novas responsáveis pela iniciativa – Nathália Zampieri e Gabriela Zacariotto – e, a partir de agora a gestão do site passa a ser das “novatas”.

Você começará a notar algumas modificações no site e nas redes sociais, tudo pensado em melhorar cada vez mais o Rede Materna. Algumas novidades do Rede Materna já estão “no ar”. A primeira delas é um grupo no Facebook chamado “Empreendedoras do Rede Materna”. Lá o espaço está aberto para o debate a respeito do empreendedorismo materno, para que as mães possam se conhecer, trocar experiências e muito mais. Além disso, nesta semana estreia a série “Eu, mãe – mulheres empreendedoras”, que contará a história de algumas mães que se aventuraram a iniciar seus próprios negócios.

A qualidade e ideiais do projeto seguem sem mudança. Aqui você continuará a encontrar informações de qualidade a respeito de educação, dia a dia, cuidados, saúde e muito mais. Além disso, o empreendedorismo também não sairá do foco.

Leia, acompanhe e dê suas sugestões. Nós, do Rede Materna estamos sempre ansiosos para saber o que você quer ver por aqui e o que está achando do nosso trabalho.

 

Nova Equipe

Saiba um pouco mais sobre a nova equipe responsável pelo Rede Materna:

Nathália Zampieri é mãe da Sofia, pianista e professora de música. Dona do eco-commerce Vem do Mato, que fornece produtos orgânicos, veganos e sustentáveis.

Gabriela Zacariotto é mãe da Bela e jornalista. É sócia-proprietária do Jornal Grande Jogada, o primeiro veículo impresso que trata de esporte, saúde e bem-estar da Baixa Mogiana.

agosto 15, 2016 / por / em
Desfralde completo: adaptador de assento auxilia a criança no uso do vaso sanitário

Entre dois e três anos as crianças passam por uma nova e intensa fase de descobertas. É neste momento também que acontece o desfralde, em que o uso do vaso sanitário se torna uma constante em suas vidas. Para facilitar o momento, alguns cuidados são essenciais. Fonte da Tutti Baby, empresa especializada no desenvolvimento de itens de puericultura leve, sugere o uso do assento redutor para mais tranquilidade na adaptação ao uso do banheiro.

Além de garantir a segurança dos pequenos, o produto torna o uso do vaso sanitário mais divertido. “As peças são coloridas, com formato de animais e há a opção musical. Dessa forma o produto não só dá conforto e segurança, como distrai os pequenos, tornando o desfralde mais tranquilo”, explica Amanda Teixeira, coordenadora de desenvolvimento da Tutti Baby.

Leve e durável, o adaptador de assento é produzido em plástico, o que facilita a limpeza. Pode ser lavado com esponja e sabão neutro.

Do troninho ao vaso sanitário
Para as crianças menores, a coordenadora explica que o troninho pode ser uma opção mais prática. “Isso porque ela se sente mais segura e firme ao encostar os pés no chão”, diz. Neste caso, a peça também acompanha o crescimento da criança e, quando desmontado, torna-se um conjunto: adaptador e banquinho de apoio.

“Quando a criança se sente confortável para utilizar o vaso sanitário, basta desmontar o troninho. Além de utilizar o produto mais tempo, ele proporciona maior apoio para os pequenos”, conclui Amanda.

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março 28, 2016 / por / em
Vem com a gente
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