Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Já ouviram falar do “Pote da Calma”?

Um tempo atrás vi estes potes lindos no Pinterest e quis saber mais da proposta do “Pote da Calma”, que seria usado nos momentos em que as crianças estivessem chorando, irritadas ou até mesmo nos acessos de birras. Nestas situações poderíamos usar o pote para tentar distrair as crianças com os brilhos, tintas e /ou objetos que estivem dentro do recipiente. No caso elas iriam prestar atenção no brilho e aos poucos iriam se acalmar… Achei a proposta válida e resolvi tentar fazer em casa, com algumas considerações: em muitos locais vi que indicavam potes de vidros, por serem mais límpidos, mas como era a minha primeira tentativa, resolvi fazer com potes plásticos.
Bom, segue o passo a passo para fazer os potes conforme as imagens abaixo:

Potes da Calma

pote da calma vermelho Potes da Calma

– 1 pote de plástico (eu comprei em uma loja de embalagem, um conjunto que vinha 6 unidades de garrafinhas de plástico que ao fechar ela travava, achei bem prática);

– 2 colheres de sopa de cola glitter;

– 3 colheres de sopa de purpurina ou glitter;

– 1 gota ou 1 pitada de corante alimentício;

– 1 colher de sopa de estrelinhas ou corações;

– Aproximadamente 100 ml de água morna / quente;

– Aproximadamente 50 ml de água natural para completar o pote;

Dentro do pote coloquei água morna (não coloquei água muito quente, pois como a garrafa era de plástico, fiquei com medo de derreter o pote), acrescentei a cola glitter. Misturei e mexi bastante até a cola glitter ficar bem solta, sem gruminhos. Coloquei as estrelinhas ou corações, que encontrei na mesma seção das purpurinas. Depois acrescentei a purpurina e dei uma boa misturada. Por último coloquei o corante, nesta etapa fiz alguns testes pois tinha apenas o corante vermelho e o azul, mas coloquei bem pouco azul e cola glitter dourada para fazer um pote verdinho, o pote rosa fiz com um pouquinho de corante vermelho e bastante glitter e colar glitter na cor prata. Na etapa das cores foi só brincar e soltar a criatividade. Ah tb tinha comprado umas letrinhas e ursinhos de EVA bem pequenos, mas coloquei em um pote e não deu certo, primeiro pois eles só ficavam flutuando e não desciam ou subiam que nem o glitter… Então deixei estes produtos de lado… Outro detalhe é que não fiz a fabricação dos potes junto com meu filho, pois além do glitter colar em tudo e fazer bastante sujeira, também tinha a etapa da água quente, a qual achei perigosa para meu pequeno de 2 anos e 3 meses.

Enfim com alguns potes prontos, apresentei minha fabricação para o Heitor, num dia tranquilo… Ele olhou, brincou um pouco e deixou de lado… No dia que ele estava bem teimoso e bem irratado, resolvi fazer a prova de fogo… chamei sua atenção, conversei, deixei ele de castigo e quando estava mais calmo entreguei o pote para ele… E sabe o que aconteceu? Ele jogou longe o pote da calma… kkkkkkkkkkk… Pensei naquele momento, que bom que era de plástico rsrsrsrs. Fizemos várias tentativas, em crises de birras, de chorro, de nervosismo… E até quando ele estava, calmo, mas o destino da garrafinha sempre era o mesmo… O chão… Por fim com as garrafinhas todas tortas e deformadas, decidi deixar as mesmas como enfeite na sala e sabe quem usa os potes? Eu… sim… Quando estou na frente do computador e preciso me acalmar um pouco ou quando preciso descansar um pouco a vista ou a cabeça, pego o pote e fico virando e vendo aqueles brilhos descendo… E contra a luz o brilho fica lindo… Enfim… Talvez quando ele for maior, eu volte a tentar o pote da calma com ele… Quem sabe ele aprecie os brilhinhos e se acalme… Eu não procurei a fundo, para que faixa etária este pote poderia ser utilizado… Atualmente eu chamo o pote da calma, de “pote de desespero de mãe”, pois eu fiz como uma tentativa de acalmar os ataques do Heitor, num momento de desespero e de tentativas frustradas de acalmar meu pequeno… Mas se alguém souber para que idade estes itens são indicados, favor comentar aqui em baixo, agradecemos muito a informação!

Daniela M. Pavão, mãe do Heitor, empresária, engenheira civil, admiradora do empreendedorismo materno, atualmente com os projetos digitais: Rede Materna, Portal Melhor Idade e Renovare Laudos Prediais. Além de estar em parceria junto ao projeto Rede MÃE Empreender focado em Campo Grande – MS.

maio 26, 2017/ por / em, ,

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